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Como o Product Owner e os demais papéis geram valor para o produto e projeto?

Você entende qual é a importância de um Product Owner no desenvolvimento de um produto ou de um projeto? Compreende de quais formas ele pode colaborar no planejamento estratégico de sua empresa?
Criamos este artigo para comentar o tema. Durante a leitura, você encontrará informações relevantes sobre essa função e a dos outros membros presentes na gestão de produtos e projetos. Continue lendo até o fim para ficar por dentro do assunto!

Quem é o Product Owner de um projeto e o que ele faz?

O Product Owner, também conhecido como PO, é o membro de uma equipe que trabalha com Scrum ou outro método ágil de desenvolvimento de produtos ou projetos. 
Ele geralmente atua na definição das estórias de usuários que compõem o backlog do produto, mantendo o conceito que rege as novas funcionalidades ou ideias a serem desenvolvidas.
Sua atribuição mais importante é estar junto e direcionar o time ágil “no que deve ser feito primeiro” com sua respectiva ordem de execução e conforme o valor para o negócio/cliente e critérios estabelecidos, deixando claro os requisitos, regras de negócios e outras especificações envolvidas, tudo conforme a filosofia e métodos ágeis. Ele também atua na aceitação das estórias concluídas pelo time ágil ajudando a controlar a qualidade e valor final da entrega.
Além de precisar reunir um profundo conhecimento do negócio, da empresa, do mercado e do produto, o PO também deve ter uma série de competências humanas para o bom exercício de seu papel. Nesse sentido, é fundamental que tenha empatia, facilidade de síntese e se comunique com desenvoltura e clareza. Também é interessante conhecer um pouco sobre questões financeiras, como ROI e time-to-market. 
Na prática, o Product Owner é o elo que conecta os clientes, time de desenvolvimento e demais stakeholders. Portanto, é essencial que ele atue de forma próxima a todas as pontas a fim de garantir que todos os envolvidos do projeto compreendam quais recursos são necessários e como o resultado deve ficar.
Além disso, ele tem poder e autonomia para fazer priorizações, porque conhece muito bem o produto e pode fazer isso de maneira adequada. Portanto, deve estar disponível e atuando com uma equipe muito forte no dia a dia para direcioná-la corretamente. 
Por isso, pode-se dizer que suas atividades mais recorrentes são:

  • estar disponível para o time de execução;
  • deixar claro o alvo que deve ser atingido em relação ao negócio;
  • representar outros stakeholders de negócios/sponsors;
  • direcionar o que deve ser feito;
  • priorizar ações de acordo com a necessidade para o projeto/produto.

Outros membros de um projeto: conheça a importância

Embora os POs tenham papel de destaque em relação ao produto, eles não são os únicos a contribuírem para o sucesso do projeto/produto. De uma forma ou outra, eles exercem certa liderança de direcionamento de negócio sobre o time, mas isso não quer dizer que estejam sozinhos na busca pelos melhores resultados.

Analista de negócios

Como o próprio nome do cargo já adianta, esse analista é quem cuida das necessidades da organização, recomendando soluções para aprimorá-la e adequá-la ao modelo de negócio ligado ao projeto/produto em execução. 
É sua responsabilidade garantir que os objetivos do projeto/produto solucionem os problemas existentes. Também ajuda na definição do projeto/produto e na documentação de requisitos técnicos e comerciais.
Na prática, ele pode apoiar e até ser um braço do PO. Ainda assim, vale ressaltar que o Product Owner também pode exercer o papel de analista de negócio, dependendo das características e necessidades da organização. 

Patrocinador ou sponsor

É um membro da alta administração da empresa envolvido na execução. Ele legitima os objetivos da ação e integra o planejamento de projetos de alto nível. Também atua na resolução de conflitos, na aprovação de orçamento, na disponibilização de recursos e na tomada de decisões. 
Como ajuda a remover os obstáculos que ocorrem ao longo do projeto, geralmente obstáculos táticos ou estratégicos, ele abre os caminhos para que o PO o represente e direcione a execução do projeto em termos do negócio. 

Líder do time

Algumas equipes têm um líder específico, determinado previamente. Essa função é dada a alguém que possa chamar a atenção dos outros membros para o cumprimento dos objetivos associados a cada etapa do projeto.
Quem ocupa esse papel também precisa saber ouvir seus companheiros de time, negociar com os provedores de recursos e atuar diretamente na motivação dos membros para que as metas sejam alcançadas. Ele reporta diretamente ao gerente de projeto ou à um gerente funcional, além de se comunicar diretamente com o PO junto com o time, informando sobre o andamento dos trabalhos inerentes ao seu time. 

Scrum Master

O Scrum Master tenta fazer com que a equipe siga os valores e princípios de acordo com o framework Scrum. Ele também é responsável por remover os obstáculos levantados pela equipe, por exemplo, as informadas durante as reuniões diárias.
Esse papel é exercido por uma pessoa que conhece e possui experiência no Scrum. De forma resumida atua fortemente como um líder servil para o time e para o PO, é um grande facilitador para uma boa comunicação e convívio entre o time e PO, facilita cerimônias e garante que o framework Scrum está sendo executado de forma adequada.

Time de desenvolvimento

O time de desenvolvimento é composto, basicamente, pelos profissionais responsáveis pelo desenvolvimento do projeto. Eles devem ter habilidades que se relacionam ao produto em questão. Se ele for um software, por exemplo, será possível encontrar papéis de programadores, testadores, prototipadores, designers e assim por diante. Enfim, é um time multifuncional ou multidisciplinar capaz de realizar o trabalho necessário para a entrega dos incrementos do produto. É importante também os membros serem especialistas generalistas, onde um membro é especialista em algo, mas consegue realizar outras atividades/papéis.
O time é a autoridade técnica e deve possuir autonomia e empoderamento para as decisões técnicas. O PO define “o que deve ser feito”, o time decide “o como será feito”. Scrum Master e PO não devem interferir nas decisões técnicas do time. Eles podem ajudar provendo informações e facilitando cerimônias, mas a decisão técnica é do time.

Outros membros

Os membros são aqueles que trabalham ativamente em uma ou mais fases do projeto, podendo ser colaboradores internos, externos e/ou consultores. As funções variam, é claro, conforme as demandas do projeto, bem como o tempo de dedicação, que pode ser parcial ou integral.

Qual é a relação dessas funções com a gestão ágil?

Tanto o Product Owner e as demais funções têm grande influência na transformação e na gestão ágil. Como mencionado, o PO ainda atua na representação dos stakeholders de negócio, direcionando o time sobre o que precisa ser feito.
Nos métodos ágeis ou em um contexto de escala — no qual a agilidade está presente em todos os processos e etapas — o papel do PO deve ser aplicado e até escalado, tendo em vista que ele se comunica os times e níveis relacionados ao projeto/produto, e é o responsável para o direcionamento do produto que atua.
Como está relacionado a todas as áreas que têm interesse no projeto, ele centraliza diversas visões a respeito do produto. Apesar disso, mantém a integridade do conceito do produto, porque seu foco não recai na execução — função que cabe ao time de desenvolvimento.
Essa mescla de funções gera uma confiança mútua entre o PO e o time. Assim, surge a segurança de cada membro acreditar no desempenho dos outros, gerando a certeza de que há um direcionamento eficaz para todas as funções.
Enfim, o Product Owner pode atuar ajudando a área de finanças, projetos, gestão e políticas. Ele se mostra como um papel de extrema importância justamente por ser um pivô, que permeia várias áreas e pessoas. Com ele e com os outros membros, o desenvolvimento ágil gera valor para o produto e para o projeto, garantindo a excelência em todas as etapas e processos. 
Se você se interessou pelo tema e quer saber como o aplicar a gestão ágil em sua empresa, entre em contato com a gente — a Mooven pode transformar o seu negócio!
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Os 3 desafios atuais da transformação lean

O Lean já está no mercado há algumas décadas. Trata-se de uma filosofia que foca em eliminar desperdícios continuamente e resolver problemas de maneira sistemática, aumentando a eficiência dos processos. Ou seja, tudo aquilo que não acrescenta valor ao que está sendo feito, focando em identificar problemas e em resolvê-los.
A Toyota, por exemplo, é uma empresa pioneira nessa questão, quando lançou o modelo de manufatura enxuta (Lean Manufacturing). Apesar de não ser uma novidade, o método continua atual e pode ser aplicado em qualquer contexto.
Outra filosofia para transformar a performance de pessoas e equipes é a filosofia ágil. São filosofias separadas mas muito aderentes. Quando estão unidas, a agilidade fica muito mais forte e aumenta ainda mais a probabilidade de oferecer muito mais valor
Pensando nisso, preparamos este artigo para que você entenda a filosofia Lean, suas definições e princípios e conheça os principais desafios atuais dessa transformação. Boa leitura!

O que é a filosofia Lean e como ela está associado à performance das empresas?

O termo Lean foi adotado para se referir ao método que a Toyota estabeleceu em sua linha de produção no final da década de 1980. Essa filosofia visa reduzir o desperdício de recursos, além de manter o foco na resolução de problemas. Dessa forma, tudo o que não agrega valor ao serviço ou produto deve ser afastado do processo.
Essa perda representa um custo que pode e deve ser evitado, principalmente de tempo, de mão de obra, de materiais e de outros recursos. O corte de custos desnecessários agiliza as entregas e aumenta a eficiência e a eficácia dos processos. Dessa forma, é possível fazer a coisa certa sem desperdícios.
Podemos resumir os fundamentos da melhoria de performance dos processos das companhias, baseado no Lean Manufacturing, em:

  • busca pela excelência no dia a dia;
  • alinhamento das atividades operacionais com o foco estratégico da organização;
  • criação de valor adequado aos processos internos;
  • valorização da motivação e da competência pessoal;
  • transformação da relação hierárquica convencional para um espírito de equipe;
  • simplificação dos processos;
  • poder de adaptação.

Quais os principais desafios da transformação Lean?

Um dos maiores desafios ao trabalhar com o Lean é conseguir aplicar os seus princípios em grandes empresas, cheias de processos, dependências e burocracias — ou seja, naquelas não ágeis e não Lean. Essa prática deve ocorrer em larga escala, de portfólios aos projetos e operações.
Confira, a seguir, outros desafios atuais da transformação Lean.

1. Falta de planejamento

Para ser possível atingir a excelência, é importante que a implementação do Lean seja tratada como um projeto, que deve estar no planejamento estratégico da organização. Além disso, os colaboradores precisam ser envolvidos de forma programada para que se alcance o comprometimento de toda a equipe dentro dos objetivos do projeto.
Outro fator importante é definir a estratégia da empresa dentro da proposta. É possível ter um plano para cada fase da implementação ou apenas um esquema tratado em correntes sucessivas. É importante deixar claro que a cada melhoria concretizada os benefícios percebidos podem ser cada vez menores — o que não invalida a ação.

2. Falta de abertura à mudança

O sucesso da transformação Lean depende de quanto a empresa está disposta a passar por uma mudança cultural. O corte de desperdícios deve ocorrer em toda a cadeia de produção, envolvendo as áreas de manufatura, marketing, comercial, recursos humanos, entre outras.
Existem muitas formas de colocar o método em prática, partindo de iniciativas internas ou de consultoria externa, por exemplo. Independentemente da origem, um grupo pode ficar responsável por mapear o fluxo de valor e iniciar a implementação em conjunto com as diversas áreas da organização.
Nesse momento, a complexidade da execução pode começar a aparecer. Ela dependerá da abertura da empresa para as mudanças. Além disso, é preciso envolver todas as pessoas — dos mais variados níveis hierárquicos e com diversos interesses relacionados ao sucesso da realização.

3. Falta de liderança

É imprescindível que os gestores estejam engajados na metodologia e na aplicação do Lean. Embora promova a autonomia, o método depende de uma transformação cultural que deve encontrar apoio nos líderes. Dessa forma, é possível gerar uma transformação na relações hierárquicas convencionais para um espírito de equipe.
Esse fator é ainda mais relevante na resiliência necessária durante o período de implementação do Lean, em que a lucratividade ou a produtividade pode diminuir temporariamente em razão da adequação dos processos. Lembre-se de que o sucesso do Lean depende da forma como a empresa enxerga a filosofia dentro do seu contexto.

Como implantar a filosofia Lean em uma empresa?

Sempre que há desperdícios em uma organização o Lean pode e deve ser aplicado. Sistemas arcaicos, paradigmas e status quo podem ser desafios para um mindset ágil dentro das empresas. Por isso, é preciso pensar em formas de transformar a rotina e aplicar o Lean de forma efetiva.
O método nasceu na área industrial, logo, está muito ligado aos processos e à eficiência dos fluxos operacionais. Seu foco está na eliminação de desperdícios e retrabalhos. Quando realizamos muitas tarefas ao mesmo tempo, estamos chaveando de uma função para outra. Esse chaveamento demanda tempo e nos faz perder o foco, colaborando para a questão geral do desperdício.
O cálculo da eficiência do fluxo deve ser feito considerando todas as etapas do processo. É preciso conhecer o tempo total de execução das tarefas e o tempo que, efetivamente, gerou valor. Às vezes, percebemos que metade do número de horas é o necessário para cumprir aquele trabalho.
Em qualquer meio que tenha processos, seja ele fabril ou não, é possível realizar as medições e indicar o desperdício para atuar neles. Dessa forma, trabalhar no que realmente agrega valor ao resultado e ao objetivo da operação é o que torna o processo verdadeiramente enxuto.
No setor da tecnologia da informação, por exemplo, os princípios da filosofia Lean fez surgir o Lean Software Development — abordagem usada também no desenvolvimento de softwares ágeis, na administração de aplicações e no suporte e prestação de outros serviços relacionados à área. O importante é eliminar as tarefas e as funcionalidades que não são úteis e potencializar o que for mais lucrativo.
Tudo que não acrescenta valor ao resultado é desperdício. Dessa forma, o Lean surge como uma forma de pensar e de agir para não atuar com os gastos desnecessários. Para isso, as empresas devem desenvolver uma visão do todo, não abrir mão da qualidade e saber aproveitar todos os seus processos de forma eficaz.
Quer eliminar os desperdícios na sua empresa e ganhar eficiência, solucionando os problemas do seu negócio? Então entre em contato conosco! Nossa equipe está pronta para atendê-lo com agilidade.
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User Experience (UX): o que é e como começar uma estratégia?

O segredo para o sucesso do projeto está na arte de trazer o usuário para o centro da proposta, sabendo alinhar suas necessidades, vontades e expectativas com os objetivos do negócio. Dessa forma, a UX surge como um dos métodos que mais impactam o desenvolvimento de um produto. O método cria soluções que funcionam melhor para o usuário final.
Com isso, nosso artigo visa apresentar informações sobre a user experience (ux) e o que deve ser considerado ao proporcionar a melhor experiência ao usuário final. Boa leitura!

O que é UX e seus principais princípios?

O termo se refere como o usuário experimenta um serviço, um sistema de computador ou um aplicativo, por exemplo. Também se refere a como ele se sente ao utilizar um produto ou serviço, indo além das telas ou interações virtuais.
Seus princípios se baseiam em oferecer uma experiência exemplar ao usuário e atender às necessidades específicas dos clientes, sem confusão ou incômodo. Depois, é preciso apresentar produtos simples e elegantes, que criem desejo e sejam fáceis de usar.
Para funcionar, é importante que os usuários estejam no centro do projeto. As análises UX ajudam a entender o que faz sentido para o cliente, aumentando significativamente as chances do projeto dar certo.
Compreendendo os modelos mentais dos usuários, a equipe envolvida no desenvolvimento do empreendimento tende a obter insights que estimulam a inovação. Com isso, necessidades nunca percebidas aparecerem mais claras e mais perceptíveis.

Qual é o seu impacto no desenvolvimento de produtos e serviços?

A UX engloba todo o ciclo de relacionamento e contato do cliente com a marca, produto ou serviço. Ela é importante porque trabalha para que os usuários se sintam sempre bem. Dessa forma, os clientes permanecem mais tempo com os serviços, tornam-se mais receptivos a upgrades e novas compras, divulgam a marca para conhecidos e contribuem para a melhora dos produtos e serviços.
No e-commerce, por exemplo, é possível relacionar o design de serviços como sendo o user experience das lojas físicas. Algumas empresas, inclusive, tratam ambos com práticas similares. Não importa o meio, a UX é muito importante para que o cliente sinta-se bem. Lembre-se de que as pessoas tendem a esquecer o que você diz ou mostra, mas não esquecem como você as faz sentir.
Porém, nem sempre o desejo do cliente é o melhor para o desempenho de suas operações, e isso pode gerar um choque de ideias. Para contornar essa questão, é preciso dar voz aos usuários — quando entendemos a dor dos consumidores e como isso impacta no negócio é mais fácil pensar em estratégias para mudar a experiência, caso o público-alvo não esteja de acordo com a proposta.

O que pensar ao desenvolver estratégias de user experience (ux)?

É fundamental que o user experience seja user centered, ou seja, centrado no usuário. Porém, não adianta focar apenas no consumidor e não trazer retorno para a marca. Em função disso, existem três pilares muito importantes para os projetos, que devem estar alinhados para que o sucesso seja consequência do bom trabalho:

  1. necessidade do usuário;
  2. objetivos do negócio;
  3. viabilidade técnica.

Para fazer esse alinhamento é necessário olhar para o plano e entender qual o objetivo do negócio. Normalmente, todo projeto é pautado sob as metas da empresa, que podem ser desde diminuir o volume do call center até melhorar a qualidade do atendimento.
Ao refazer um site, por exemplo, é preciso ter em mente o que a organização quer — que pode ser aumentar as vendas e a fidelidade dos clientes. Logo, esses pontos precisam ser trabalhados na nova página eletrônica. Depois, é preciso conversar com o usuário e entender o que ele espera da marca.
Se ele gostaria de encontrar um site com mais imagens e isso não atrapalha o negócio, a ação pode ser implementada. Entretanto, é essencial entender as consequências de uma página com mais fotos, como a necessidade de que o usuário tenha uma internet melhor, o que pode resultar em uma má experiência.
Dessa forma, a melhor ideia para um projeto deve sustentar os três pilares — para que nem a empresa, nem o cliente saia prejudicados durante a execução do plano. Por isso, o primeiro ponto antes de criar uma estratégia é entender os objetivos da organização, para depois entender os objetivos do usuário.

Como oferecer a melhor experiência para o usuário final?

O principal problema em user experience (ux) é acreditar que a experiência do usuário é a sua própria experiência. Em quase todos os mercados, existe o heavy user — ou seja, o consumidor fiel. Dependendo dos objetivos e da estratégia do negócio, é fundamental agradá-lo.
Dessa forma, o gestor não deve se basear nos seus próprios hábitos e preferências para criar um produto. Além disso, nem sempre ir pela maioria é o mais seguro. Novamente, esse ponto varia conforme as metas — em alguns casos, é necessário olhar para a minoria.
Para ter êxito na UX, a jornada do cliente no serviço ou na experiência com o produto deve buscar a sua completa satisfação. Com uma boa experimentação, o consumidor adquire uma memória positiva da marca.
Assim, a experiência do usuário torna-se um case de sucesso quando ele apresenta o desejo de indicar o produto ou serviço, ou retornar. Uma forma de mensurar o grau de lealdade dos consumidores é pelo Net Promoter Score (NPS), metodologia criada por Fred Reichheld que apresenta alto grau de confiabilidade.
Por esses motivos, as empresas e os gestores que não pensarem na user experience (ux) correm grandes riscos de perder espaço para a concorrência. Além disso, podem ver seus negócios paralisarem e sofrer sérias dificuldades para permanecer no mercado.
Para não perder as tendências que impulsionam a evolução mercadológica, conte com uma empresa que oferece um serviço bem estruturado, com abordagem e método para a execução bem definidos. Conte-nos um pouco mais sobre você e sobre a sua empresa e conheça as soluções da Mooven!

Networking: gere negócios por meio da sua rede de relacionamento

Nos últimos anos, o conceito de networking tem aparecido com cada vez mais frequência entre profissionais de todas as áreas do mercado. Além de uma tendência, a rede de relacionamentos pode ser um diferencial para aqueles que buscam se tornar mais relevantes no meio em que atuam.
Os relacionamentos se iniciam nas expectativas individuais e nos objetivos de vida quando surge a oportunidade de comunicação. As amenidades vão dando lugar às afinidades — e isso pode gerar oportunidades de bons negócios.
E você, já atualizou seu networking hoje? Siga conosco para aprender tudo sobre o tema e perceber como esse pode ser um diferencial na sua carreira.

O que é networking?

Trata-se de um termo usado para fazer referência a uma rede de contatos profissionais ou pessoais. Portanto, networking é a habilidade que um profissional tem de estabelecer uma rede baseada no relacionamento, com o objetivo de que as partes envolvidas colaborem entre si.
Vale lembrar que a propagação da informação na atualidade é infinitamente maior. Esse dinamismo da comunicação amplia as redes de relacionamentos das pessoas, criando um universo de trocas e oportunidades.

Quais são as vantagens de investir em uma rede de relacionamentos?

A primeira vantagem do networking é gerar novas oportunidades. Por meio da sua rede, você pode alcançar parceiros comerciais, investidores, colaboradores, fornecedores e clientes, ou seja, pessoas que podem ter a solução para suas demandas.
Sua rede de contatos é um ótimo indicador para saber qual a sua relevância dentro da área em que você atua e ajudar em sua consolidação como autoridade ou referência em determinado assunto ou setor.
A quantidade de contatos e o nível de relacionamento que estabelece com eles têm relação direta com a posição que sua marca ou você ocupam em determinado nicho do mercado.
No entanto, muito mais do que um simples indicador, seu networking funciona como um meio para que você galgue posições e estabeleça-se como uma referência. Isso contribui para seu sucesso — quanto mais bem consolidada for sua rede de contatos, mais oportunidades você e a empresa terão. E as vantagens são inúmeras, como:

  • ampliar o mercado;
  • tornar-se cada vez mais influente;
  • conseguir investimentos em projetos;
  • agregar experiência;
  • criar um intercâmbio de informações, habilidades e competências.

Como consolidar um networking de sucesso?

Até aqui, você aprendeu o que é o networking e quais são seus benefícios, mas agora vamos abordar um ponto crucial: como fazer com que uma rede de relacionamentos funcione?
Mais do que uma lista de contatos (ou uma lista de e-mails), é preciso entender que estamos falando de uma rede de relacionamentos que demanda certo cuidado para o alcance de resultados. Um exercício que você pode fazer na hora de montar a sua é responder às três perguntas abaixo.

Quais são seus objetivos?

Ter em mente até onde você quer chegar vai fornecer um ponto de partida claro e objetivo. Execute um projeto, abra mercado, busque por parceiros comerciais sempre traçando um foco principal e você verá como é mais fácil alcançar pessoas que possam contribuir para o alcance de sua meta.

Quem pode ajudar você a alcançá-los?

Uma vez que os objetivos estão traçados, automaticamente surgirão em sua mente pessoas para começar a compor sua rede de relacionamentos. Uma dica é começar por quem está ou esteve ao seu redor e fez a diferença em sua formação: professores e amigos de escola ou de trabalho.
A rede começará a se expandir quase naturalmente quando você passar a ser mais conhecido e ter contato com um número maior de pessoas. É preciso valer-se das afinidades para canalizar e potencializar melhorias para sua vida pessoal e profissional.

Como ampliar a rede de contatos?

Primeiramente, seja acessível. O processo de conhecer novos contatos e tornar-se conhecido pode ocorrer de várias maneiras — e uma delas é a partir de sites, blogs ou até redes sociais, como LinkedIn e Facebook.
Essas plataformas digitais são de fácil acesso e baixo custo. Elas também contam com diversas ferramentas que ajudarão você (ou sua marca) a mostrar o que tem a oferecer e o que está buscando.
Outra sugestão é participar de eventos. Para estabelecer relações e criar novos contatos, nada como frequentar palestras, seminários, feiras e fóruns. Tais ocasiões são essenciais para quem busca se estabelecer como referência em um determinado ramo ou simplesmente montar uma rede de relacionamentos bem consolidada.
Com sua rede de relacionamentos, você certamente terá mais acesso a eventos e acontecimentos. Assim, seu currículo ficará mais rico e haverá mais oportunidades de multiplicar o conhecimento na empresa, entre sua equipe.

O esforço deve ser contínuo?

Tão importante quanto o networking em si é garantir que sua rede de contatos funcione bem e atenda a cada parceiro, investidor ou cliente na área em que for apropriada. Uma boa dica para ajudar nessa organização é criar categorias específicas de acordo com cada grupo, como fornecedores, clientes e colaboradores.
Mantenha os dados dessas pessoas sempre atualizados, tenha disponibilidade e preserve um bom relacionamento com sua rede, pois tais pontos serão cruciais para manter seu perfil ativo e atraente. Seja ágil e astuto se quiser estar sempre um passo à frente de seus concorrentes.

Networking é relacionamento e reciprocidade?

O networking é uma oportunidade para que pessoas com interesses em comum trabalhem juntas, num mesmo foco, para o benefício de todas as partes. Tão importante quanto um networking bem-feito é que você (ou sua empresa) tenha algo a oferecer.
Há sempre alguma coisa interessante acontecendo no mundo — e a virtualidade trata de fluir com a informação em uma velocidade assustadora. Então, assuntos que desenvolvam seu conhecimento técnico e outras competências, além de permitirem um planejamento de inovação, vão ajudá-lo a se estabelecer, abrindo portas para as várias oportunidades já citadas.
Ficou bastante claro o quanto a rede de relacionamentos auxilia em seu crescimento, colaborando para a ampliação do seu conhecimento e sua preparação para alçar novos voos profissionais ou pessoais, não é mesmo?
Busque, então, identificar os melhores caminhos e os maiores agregadores para seu aproveitamento. Mas não deixe de valorizar, respeitar e, acima de tudo, relacionar-se com aquelas pessoas que podem cooperar com suas conquistas.
Agora que você já sabe o quanto a rede de relacionamentos é importante para sua carreira, que tal começar a colocar em prática o que aprendeu neste artigo? Compartilhe nosso conteúdo nas redes sociais e comece a fazer seu próprio networking agora mesmo!
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