Saiba como elevar a performance na gestão de tecnologia da informação

As novas tecnologias proporcionam para a sua empresa resultados bem diferentes dos que eram obtidos anteriormente. Para que esses números continuem aumentando, é essencial realizar uma boa gestão de tecnologia da informação. 

A tecnologia da informação possibilita a diminuição de custos operacionais de processos internos e externos. Além de proporcionar novos negócios e dinamizar a obtenção de resultados positivos. Mas, para se obter os benefícios do investimento da implementação de TI, a gestão do processo tem que estar sempre em pauta e ser revisada constantemente. 

Neste conteúdo, você aprenderá algumas dicas de como elevar a performance da área de TI da sua organização para aumentar o potencial competitivo e melhorar a produtividade do negócio. 

Ficou interessado? Então, continue a leitura e confira! 

Utilize a tecnologia da informação com um objetivo 

O primeiro ponto de uma boa gestão é elencar um objetivo para a ação que está sendo desenvolvida. Assim, defina exatamente o que a sua empresa quer com a utilização da tecnologia da informação. 

Dentre os principais objetivos, estão: 

  • aumentar as vendas; 
  • automatizar os processos e economizar tempo; 
  • fazer a integração dos setores; 
  • melhorar a visibilidade da marca; 
  • garantir maior competitividade no mercado. 

É claro que é possível ter mais de um objetivo com o seu planejamento. Mas, coloque um deles como o principal para que você possa nortear toda a gestão do seu negócio. 

Defina as metas para o uso da TI 

Sabendo o objetivo que a empresa quer alcançar com o uso da TI, está na hora de definir as metas para alcançar o desempenho máximo. É possível esquematizar o processo por períodos ou por resultados. 

Faça uma planilha com as metas que devem ser alcançadas com o uso da tecnologia da informação. Mês a mês, semestre a semestre ou ano a ano. Isso também pode ser contabilizado utilizando a obtenção de um determinado resultado. No momento que esse objetivo for atingido, passe para o próximo, vislumbrando sempre um número maior. 

O segredo é ter definido e anotado, para que você e a sua equipe possam sempre consultar e analisar se estão conseguindo atingir as metas estipuladas. 

Foque na inovação de processos 

Não tenha medo das mudanças dos processos. Arrisque na inovação para conquistar resultados diferentes e melhores do que aqueles que a sua empresa já tem à disposição.  

Lembre-se sempre: não é porque um sistema está funcionando corretamente, que ele não pode atuar ainda melhor se for modificado. Essa é a grande cartada e estratégia que os empresários têm em mãos. 

Por isso, faça um mapeamento dos processos atuais, sejam eles tecnológicos ou analógicos. Analise quais estão há muito tempo sem sofrer modificações. Quais têm potencial para serem melhorados e quais não estão surtindo o efeito desejado por você e por sua equipe, por exemplo.

Aproveite as novas tecnologias 

Uma dica importante é nunca fechar os olhos para as novas tecnologias disponíveis no mercado. Não é porque você já tem um setor de tecnologia da informação instalado na rotina do negócio, que é possível descuidar dessa área. 

Os softwares e hardwares se atualizam constantemente. Por isso, acompanhe essas mudanças e faça bom proveito do que elas podem oferecer de melhor. 

Leia bastante sobre o assunto. Fique de olho nas inovações que os concorrentes andam fazendo e até nos pontos falhos. Assim, você pode atuar exatamente nessa lacuna que ainda não foi preenchida. 

As tecnologias estão aí. Destaca-se mais quem souber fazer a melhor utilização delas, na hora e no local correto. Certamente, você quer que a sua empresa ganhe esse destaque, não é mesmo? 

Busque formas de engajar a sua equipe 

Manter a equipe de trabalho motivada e sempre disposta para dedicar-se ao máximo à corporação é uma boa prática para melhorar a performance na gestão de tecnologia da informação. 

É normal que, com a rotina, os profissionais acabem enfrentando entraves criativos e de produtividade. Por isso, é essencial que você concentre alguns esforços em não deixar que esses obstáculos penalizem o resultado que a sua empresa precisa alcançar. 

Uma possibilidade é realizar a bonificação dos colaboradores que obtém melhores resultados. Para isso, ofereça prêmios que estimulem as pessoas a quererem sempre se destacar. 

Também é possível melhorar o ambiente de trabalho, para que o local seja visto como agradável. Disponha o mobiliário de acordo com a usabilidade, aplique iluminação condizente e ofereça equipamentos adequados. 

Invista no treinamento dos seus colaboradores 

É de fundamental importância investir no treinamento e desenvolvimento dos colaboradores da sua empresa, especialmente quando se fala em setores que estão vinculados à tecnologia. 

Estimule os profissionais para que eles estejam sempre de olho nas novas possibilidades do mercado tecnológico e dominem essas práticas. Ofereça a oportunidade de eles frequentarem cursos, workshops, palestras e até especializações para que se aprofundem mais em determinados assuntos. 

O mundo digital tem atualizações quase diárias. Se os profissionais não acompanharem essas inovações, rapidamente ficam para trás no mercado e não alcançam o máximo de suas performances e capacidades.  

Terceirize o serviço de gestão de tecnologia da informação 

Se você não tem a quantidade de tempo que gostaria para estudar a área de TI e aplicá-la do seu negócio, pense na possibilidade de terceirizar a gestão de tecnologia da informação. Uma empresa capacitada e especializada na área de consultoria tecnológica, pode oferecer uma transformação ágil e soluções digitais adaptadas para o seu mercado. 

Essa pode ser a forma mais rápida e eficiente de obter performance máxima com a utilização de ferramentas de tecnologia. Assim, você vai poder contar com uma equipe de profissionais com grande experiência. E assim, que pode aplicar estratégias testadas anteriormente em trabalhos de outras marcas. 

Agora que você conhece algumas de nossas dicas sobre como potencializar a performance na gestão de tecnologia da informação, não deixe de colocá-las em prática para melhorar os resultados da sua empresa. 

Se quiser continuar aprendendo, leia também o nosso post sobre como uma consultoria de tecnologia pode auxiliar a sua organização, tanto na área de TI, quanto em todos os processos utilizados por você! 

A transformação digital no processo de Turnaround

transformação digital
Você sabe o que é transformação digital?
Antes de falarmos sobre transformação digital, darei início sobre o processo de Turnaround.
Em primeiro lugar, o Turnaround ou reestruturação estratégica do negócio pode ser entendido como um conjunto de medidas financeiras, jurídicas e operacionais. Ele permite que a empresa se reorganize, consiga renegociar suas dívidas e possa se reerguer economicamente, retomando o caminho do crescimento. 
Sobretudo, elaborar um minucioso diagnóstico estratégico e desenvolver um plano de ação que viabilize a superação da crise, possibilita a preservação da empresa, sua função social e o estímulo à atividade econômica. 

A ineficiência do processo de Turnaround tradicional

O sintoma mais comum da crise se manifesta no caixa, quando o empresário começa a passar por dificuldades financeiras para manutenção do giro do negócio e dos investimentos necessários. 

Primeiramente, esse, geralmente, é o primeiro sintoma da crise. Que, não raro, acoberta problemas muito mais graves, mas geralmente não percebidos. Como a falta de margem de contribuição dos produtos, queda de venda por mudança de mercado, obsolescência dos produtos e/ou processos produtivos ineficientes.

Nesse sentido, não só deixam de gerar o retorno esperado, mas trazem prejuízos recorrentes ao empreendimento, desaguando sempre, no primeiro sintoma, a crise financeira.

A princípio, o grande problema do método convencional de turnaround é que ele se baseia na metodologia tradicional de diagnóstico e planejamento burocrático e pouco maleável para enfrentamento da crise. Geralmente muito lento, com horizonte muito longo e sem a eficiência necessária para socorrer a empresa que está se afogando na crise muito rapidamente. Ou seja, logo, as estatísticas demonstram que poucas empresas conseguem superar a crise e sair do processo de turnaround

Ao contrário da metodologia tradicional, um processo eficiente de turnaround precisa ser assertivo, ágil, com resultados rápidos para enfrentamento da crise. Ao mesmo tempo, colocar a empresa nos trilhos do crescimento novamente sem demora e, nisso, as modernas técnicas inerentes à Transformação Digital demonstram ser as ferramentas mais adequadas para alcançar os resultados esperados, por exemplo. 

Cultura, tecnologia, propósito definido, agilidade, e cliente no centro do negócio.

Engana-se quem acha que Transformação Digital se limita a TI, softwareapp ou web

Certamente, a Transformação Digital busca desenvolver mudanças de mentalidade e mudanças de paradigma que vêm sendo adotadas pelas grandes empresas do mundo. Isso acelera as mudanças corporativas e dá eficiência aos processos, englobando mudança de cultura, operações e entrega de valor. O que se busca é a assertividade dos investimentos e retornos rápidos com técnicas de agilidade corporativa. 

Assim, com um mergulho de imersão e descoberta focado em desvendar o problema e criar as soluções, um bom trabalho de Transformação Digital consegue fazer um diagnóstico das necessidades da empresa em no máximo quatro semanas (duas sprints).

Portanto, é importante extrair as seguintes informações necessárias e urgentíssimas para um processo completo de turnaround:

Avaliação do ambiente atual – Business Assessment;

Decomposição da visão para o negócio (quem somos, Value Proposition, estratégia, produtos, personas); 

Target Operating Model;

Mapa de OKRs;

Jornada Digital WoW;

Mapa de Tribos, Squads, Guilds e Chapters, com a visão do capacity x papéis/ competências;

Backlog inicial, priorizado (por estruturas – em alto nível);

Análise de prontidão das estruturas e Plano de ações a serem executadas. 

Esse plano de ações pode impactar os seguintes pontos nevrálgicos da empresa

  1. Definir a Estratégia, insight e objetivos de resultado claros para sucesso do negócio;
  2. Definição do usuário, seu perfil e suas necessidades (UX) para engajamento, conversão e satisfação dos clientes;
  3. Estruturação dos processos e práticas de trabalho das equipes para agilidade e eficiência;
  4. Organização de papéis, responsabilidades e competências dos colaboradores para fluidez, agilidade, eliminação de silos e especialização;
  5. Determinar prioridades para fazer o que é certo na hora certa;
  6. Definição e ferramentas de automação para simplificação e modernização dos processos;
  7. Implementação de métricas e governança para transparência, controle e tomada de decisões assertivas;
  8. Desenvolvimento das competências técnicas e comportamentais da força de trabalho, alinhado à estratégia de negócio para alinhamento e engajamento dos colaboradores (buy-in). 

Conclusão sobre a transformação digital

Em suma, a partir da definição do backlog de prioridades e da definição do Plano de Ação a ser executado, a cada duas semanas (uma sprint) entrega-se resultados contínuos iterativos, conforme a definição do que é mais urgente para que a empresa consiga se recuperar mais rapidamente e efetivamente. Assim, dando a volta por cima criando um novo horizonte para seu futuro com mais margem e vitalidade.   

Certamente, isso não quer dizer que o método convencional de planejamento estratégico para o turnaround seja completamente ineficiente.

No entanto, apenas que o mundo dinâmico atual exige ferramentas complementares mais ágeis e assertivas, sob pena de as empresas não acompanharem a evolução do mercado na velocidade que necessitam para se manterem vivas e competitivas. 

Gostou do nosso artigo? Portanto, siga nossas redes sociais e continue aprendendo conosco.

Como a transformação digital mudou a experiência do cliente?

O consumidor moderno é muito mais informado, exigente e digital, por conta da popularização da tecnologia.  Essa mudança de comportamento forçou diversos setores a adotarem a transformação digital no seu relacionamento com o cliente.

Para que as empresas continuem relevantes para o seu público-alvo, é preciso repensar o papel da tecnologia na organização, proporcionando uma experiência mais personalizada e assertiva. 

Quer saber mais sobre a transformação digital? Então leia o artigo: Transformação digital, fator de sobrevivência do seu negócio.

A seguir, entenda como a transformação digital pode mudar completamente a experiência do cliente.  

Ampliação dos canais de atendimento

Até pouco tempo, para o consumidor cancelar uma compra ou até mesmo tirar uma simples dúvida, o telefone era a única opção. Muitas vezes, as ligações eram intermináveis ou improdutivas, caras para a empresa e desestimulantes para os usuários. 

A transformação digital trouxe a ampliação dos canais de atendimento, mudando complemente o contato entre empresas e clientes. Hoje, é possível contar com novos canais digitais, como o WhatsApp, Facebook, Instagram, chatbox, entre outros.  

Algumas ferramentas permitem o uso de assistentes virtuais, que funcionam 24h por dia e, em poucos cliques, facilitam o atendimento ao cliente. Na maioria das vezes, sem contato humano envolvido.  

Leia mais sobre o tema em: A experiência do consumidor final otimizada pelo uso da tecnologia

Experiência personalizada para o cliente 

O consumidor moderno tem expectativa alta em relação aos produtos e serviços que as empresas oferecem. Ele conhece as suas opções, além de ter ciência do que pode fazer com a tecnologia. Esse é um dos aspectos que a sua empresa deve levar em consideração quando pensa na transformação digital voltada à experiência do cliente.

Para oferecer mensagens direcionadas, é preciso adotar estratégias de marketing baseadas no uso de dados. Os canais digitais mais comuns para coleta e uso dessas informações são: 

  • Newsletter; 
  • Redes sociais,
  • Mensagens de texto.

Eles são imprescindíveis nesta etapa, uma vez que é possível mensurar o engajamento dos consumidores nas plataformas, importante fator para a tomada de decisões. 

Assim, é possível personalizar a experiência do consumidor, uma vez que ele é reconhecido pelo seu nome, tem o seu histórico de compras armazenado e recebe sugestões de produtos similares às compras anteriores. 

User Experience é fundamental 

Em uma estratégia de transformação digital voltada à experiência do usuário, o User Experience tem papel fundamental. O UX parte do princípio que usuário está no centro de todo o processo, para que suas necessidades sejam atendidas, criando uma experiência simples, elegante e fácil de usar.  

O UX considera todas as interações do usuário final com as empresas. Quanto mais agradável é o ambiente construído, mais tempo o usuário tende a passar ali, além de se tornar mais aberto a novos produtos, fidelizando-se à marca. 

Por exemplo, uma página que foi pensada com design responsivo, não afeta o carregamento do seu conteúdo, o que beneficia a experiência do cliente. Caso contrário, ele pode passar adiante, em direção ao concorrente, em poucos cliques. 

Experiência do usuário: 5 práticas essenciais

A sua empresa já está ou gostaria de mudar a experiência do cliente por meio da transformação digital? Conheça os serviços que a Mooven oferece e descubra como podemos ajudar o seu negócio! Entre em contato.  

Transformação digital: fator de sobrevivência para o seu negócio

Em tempos de mudanças constantes que exigem adaptação e inovação, a transformação digital deixou de ser um diferencial para se tornar um fator vital, que garante a sobrevivência dos negócios.  

Empresas que absorvem a cultura digital tendem a liderar o seu mercado e sair na frente da concorrência, ganhando produtividade, dinamismo e aumentando a qualidade dos serviços oferecidos. Já as que não se adaptam, tendem a perder sua relevância e desperdiçar recursos valiosos, como tempo e investimento financeiro.  Mas afinal, o que é transformação digital e por que ela é vital para o seu negócio? 

O que é transformação digital? 

O termo transformação digital ganhou popularidade, mas sua prática vai além da presença nas redes sociais e o uso de softwares avançados do mercado, entre outros recursos tecnológicos.  

Na Mooven Consulting, acreditamos que o princípio da transformação digital é levar a tecnologia para o centro estratégico do negócio. 

Partindo dessa definição, o negócio aumenta a sua produtividade e garante a sua relevância no mercado. Conheça também os princípios da transformação ágil.  

Vantagens da transformação digital 

As vantagens da transformação digital são inúmeras, além de garantir a sobrevivência do negócio. Confira alguns dos ganhos que ela pode trazer ao seu negócio.

Aumentar a eficiência do negócio 

A automatização de processos contribui para a eficiência do produto ou serviço, diminuindo os custos do mesmo. Essa automatização elimina etapas burocráticas do dia a dia e pode ser feita usando ferramentas simples, como formulários digitais, plataformas de disparo de e-mail marketing, entre outros. Além disso, pode ser monitorada em tempo real via métricas, facilitando os ajustes e melhorias no seu negócio.

Transformar a experiência dos clientes 

Para reter clientes, é preciso tornar a experiência desse usuário cada vez mais inteligente, personalizada e eficiente. Essa otimização pode ser feita por meio de inteligência artificial, Big Data, entre outras ferramentas presentes em uma estratégia de transformação digital. Essas ferramentas, fundamentadas em dados, trazem insights que levam ao aperfeiçoamento de produtos e serviços. Como propor a melhor experiência ao usuário? Saiba como começar uma estratégia de User Experience (UX). 

Agilizar fluxos de trabalho 

Equipes de trabalho familiarizadas com ferramentas tecnológicas se tornam mais eficientes, agilizando fluxos de trabalho e entregas de projetos, reduzindo o tempo necessário para finalizar os mesmos. Por consequência, também se elimina o risco de que o projeto seja obsoleto ao final do processo, o que ocorre em fluxos de trabalho tradicionais e que não adotam a transformação digital. 

Economizar tempo e dinheiro 

Ao adotar ferramentas da transformação digital, sua equipe pode otimizar o tempo investido diariamente, assim como os recursos investidos, uma vez que as decisões são baseadas em dados e estratégias sólidas, que podem ser ajustadas em tempo real. 

Criar vantagem competitiva para o negócio 

Empresas atentas aos movimentos e demandas do mercado tendem a se tornar mais relevantes, atraindo ou retendo clientes ou identificando novas oportunidades de renda. Assim, o uso da tecnologia e a adoção de práticas da transformação digital tornam-se vantagens competitivas em relação aos concorrentes. 

A sua empresa já está ou gostaria de lidar com os desafios da transformação digital? Conheça os serviços que a Mooven oferece e descubra como podemos ajudar o seu negócio! Entre em contato.  

Leia mais sobre o assunto no artigo completo: Transformação Digital

Os 9 principais indicadores da área de TI e como devem ser mensurados

Há algum tempo, a TI (Tecnologia da Informação) deixou de ser uma área apenas de suporte técnico, transformando-se em uma peça-chave para o sucesso das empresas. Para que ela seja estratégica, porém, é necessário acompanhar alguns indicadores de TI essenciais para medir a efetividade das ações.

Uma gestão, independentemente da área, precisa ser pautada por métricas extremamente realistas, que deem um diagnóstico do seu desempenho atual. A maior frequência na análise dos indicadores de TI aumentará a eficiência e auxiliará na identificação de oportunidades para o empreendimento, favorecendo o potencial de crescimento e, com isso, os lucros.

Seja uma deficiência entre os funcionários, seja um problema de atendimento, a análise pode auxiliar os gestores no destaque dos principais setores de preocupação quando se fala na capacidade de TI da empresa. Quer saber quais são os indicadores recomendados? Continue a leitura!

1. Tempo para desenvolver novos projetos

Os projetos de TI estão totalmente relacionados à capacidade que a Tecnologia da Informação tem de entregar valor para a empresa. Por isso, contar com um indicador que vai mostrar a quantidade de novos projetos que o setor desenvolveu é imprescindível para comprovar resultados.

Quanto mais a área de TI estiver envolvida em projetos estratégicos, mais relevante ela vai ser para o negócio. Afinal, é apenas por meio de novas ideias que se torna possível implementar mudanças.

2. Tempo médio de atendimento

O TMA (Tempo Médio de Atendimento) corresponde ao tempo que sua equipe de TI leva para resolver um chamado. Trata-se de um dos indicadores mais relevantes a serem considerados, já que demonstra a capacidade de realização do seu time.

Se há muita demora no atendimento, talvez seja preciso contratar novas pessoas ou, ainda, fazer um treinamento interno para que os colaboradores saibam usar a tecnologia com mais segurança.

3. Custo por homem por hora

É necessário demonstrar à gestão qual é o valor do trabalho dos seus funcionários. Para tanto, nada melhor do que medir claramente que retorno a equipe traz ao negócio.

Dessa forma, você vai ter como assegurar que o profissional está dedicado à execução de projetos relevantes, ao desenvolvimento de soluções e a outras ações que acabam contribuindo indireta ou diretamente com a rentabilidade da empresa.

O indicador também pode ser fundamental para tomadas de decisões estratégicas. Um exemplo claro disso é quando você percebe que há um profissional da sua equipe gastando tempo com funções operacionais que podem ser terceirizadas. O que acontece é que o seu custo é bem mais alto do que se você fosse contratar um técnico por fora.

4. Número de tickets abertos

Chamados ou tickets são os pedidos feitos por usuários de determinado tipo de tecnologia que sua organização oferta — seja para o público externo, seja para o interno. Alguns exemplos são o funcionário que necessita da instalação de um software específico ou o consumidor que contrata um sistema de gestão desenvolvido pelo seu negócio e precisa de manutenção.
Lembre-se de que, quanto maior for a quantidade de chamados, menos eficiente sua equipe vai ser. Acompanhar esse indicador de TI é indispensável para entender como anda a qualidade dos serviços e a produtividade do time de tecnologia.

5. Incidentes de segurança

A segurança da informação é uma grande preocupação nos dias atuais. O número de dados que uma organização gera exige um cuidado muito especial da TI para que a privacidade dos clientes e do negócio não seja prejudicada.

Nesse sentido, um dos indicadores que não podem faltar é o de incidentes de segurança. Quantas tentativas de invasão ao servidor ou vírus foram registrados? Por quantas vezes os firewalls foram acionados? Já ocorreu vazamento de dados?

Essas e outras questões precisam ser respondidas para que o seu negócio desenvolva uma política de segurança da informação bem consistente, capaz de preservar o conhecimento corporativo armazenado.

6. Tipos de problemas/chamados

Além de monitorar o número de tickets abertos, é possível categorizá-los para compreender melhor quais são os problemas mais frequentes. Imaginando que o seu negócio ofereça um software como o serviço na nuvem, a indisponibilidade poderia ser uma das razões recorrentes de reclamação.

Ao classificar os tipos de chamados, acaba ficando mais fácil verificar ações corretivas e fazer melhorias no setor, conquistando aos poucos a confiança dos usuários.

7. Nível de qualidade do serviço

Medir a qualidade dos serviços que são prestados pela área de TI permite desenvolver medidas que visem aprimorar o atendimento de forma gradativa. Assim, a satisfação do consumidor final fica assegurada.

Uma organização que comercializa soluções que requerem suporte, por exemplo, pode mediar o nível de qualidade de serviço por meio de pesquisas rápidas com os consumidores após o atendimento. É isso o que as empresas de telefonia acabam fazendo, solicitando ao cliente que espere na linha para dar uma nota ao atendimento.

Outra forma de mensurar o indicador é estipular um SLA (Acordo de Nível de Serviço ou Service Level Agreement) e atrelar a ele várias métricas que, assim que somadas, possam representar a satisfação geral dos clientes com o serviço prestado.

8. NPS de TI

O Net Promoter Score é um indicador de performance que tem como propósito medir a taxa de lealdade dos clientes do negócio. Embora seja mais voltado para o público externo, o NPS também pode ser aplicado nos setores internos de uma empresa, principalmente no de TI.

Isso acontece porque a TI é basicamente uma prestadora de serviços e, da mesma forma que a companhia, tem seus próprios clientes (que são os outros departamentos de negócio). Ao mesmo tempo, o NPS tem reconhecimento por ser mais eficiente do que as pesquisas de satisfação, devido à simplicidade apresentada — o indicador é baseado especialmente em uma só pergunta e permite uma rápida implantação.

9. Retorno sobre o investimento

Toda a infraestrutura de Tecnologia da Informação adquirida e contratada é um investimento. Por isso, deve trazer retorno para o negócio — que pode ser traduzido em maior segurança, eficiência, escalabilidade de vendas e produtividade, entre outros quesitos que acabam levando ao mesmo lugar: a área financeira.

Se o setor de TI é eficaz, gera lucro para a organização. Isso vale mesmo quando o seu papel é somente o de assegurar que tudo esteja funcionando perfeitamente para que os demais departamentos gerem valor aos clientes.
Esses são os principais exemplos de indicadores de TI, mas pode haver muitos outros, uma vez que a definição vai variar de acordo com a necessidade de cada tipo de negócio. Por fim, não se esqueça de interpretar os dados no contexto antes de tomar suas decisões!

Gostou de saber mais sobre os principais indicadores de TI e quer continuar aprendendo? Então, continue seguindo nosso blog.
E se a sua empresa precisa de uma consultoria de transformação ágil ou transformação digital, entre em contato com a Mooven Consulting.

]]>

Conheça o change management ágil

Gestão de Mudança Organizacional fornece uma abordagem estruturada para apoiar as organizações a saírem de seus estados atuais para estados desejados, permitindo uma adequação às necessidades do mercado. Quando essas modificações utilizam os princípios do ágil, temos o chamado Change Management Ágil.

As mudanças são importantes para o crescimento de qualquer negócio. Entretanto, implementá-las não é uma tarefa nada simples ou fácil. Além disso, é fundamental inserir técnicas que agilizem as transformações sem perder o foco na qualidade do resultado – o que é um grande desafio para as instituições.

Pensando nisso, preparamos este artigo para tratar especificamente do Change Management Ágil e sua relação com a constante necessidade de adaptação das empresas. Boa leitura!

O que é o Change Management?

O processo que envolve a gestão de mudanças não é um método novo, ele já vem sendo pensado há alguns anos. Para compreendê-lo é preciso entender o que se espera com o conceito de mudança. A palavra se relaciona com a transformação de uma condição atual para um estado futuro – diferente do que é, ou do que seria se fosse deixado como está. Conforme a definição, a essência da transformação é o movimento, a transição e a descontinuidade.

Nesse sentido, a gestão de mudança – ou o Change Management – tem como objetivo prover o direcionamento para o desenvolvimento de ações que envolvem os diversos pilares de gerenciamento dos aspectos humanos relacionados à mudança. Ao combiná-los, é possível ajudar as pessoas a se adaptarem ao novo ambiente e às novas condições.

Em geral, os profissionais de mudanças se concentram em atividades de comunicação, treinamento e engajamento das pessoas nos projetos, que vão desde a implantação de um novo sistema até um processo de transformação cultural.

Desse modo, a Gestão de Mudanças auxilia as empresas a atingirem seus objetivos, contribuindo na transição e ajudando a percorrer o caminho da transformação. Essa gestão também visa reduzir a taxa de falha durante a implementação dos projetos, pois se concentra no lado das nas pessoas que estão envolvidas no processo de mudança.

Para que os indivíduos possam aceitar a modificação, é necessário que todos entendam o que a motivou e o que ela representa para cada um. Por isso, uma boa estratégia de Change Management deve descrever a abordagem, as ferramentas e as atividades que serão desenvolvidas para tratar o lado humano do projeto e apoiar a liderança, no sentido de patrocinar e comunicar a mudança.

Como a filosofia Ágil se une para formar o Change Management Ágil?

De forma simplificada, a filosofia Ágil é uma forma de pensar a gestão da companhia que pode impactar diretamente na produtividade dos colaboradores, dos departamentos ou dos projetos. Ela se baseia na utilização de técnicas inteligentes na rotina de uma empresa, visando agilizar a comunicação, medir resultados e facilitar as transações entre todos os envolvidos nos processos.

Além disso, o Ágil visa eliminar todo e qualquer tipo de desperdício – como de capital, de tempo, de material, entre outros. Assim, por meio dos seus princípios, o Change Management Ágil propõe-se a gerar mudanças com agilidade e sem perdas em toda a cadeia de produção.

O Change Management Ágil ainda não é uma prática comum no Brasil. Algumas empresas, como a Mooven, já estão apoiando seus clientes a promover uma gestão de mudança com abordagem ágil.

Essa forma de trabalhar usa um conjunto de práticas apoiadas em princípios que ajudam os profissionais que estão conduzindo as mudanças a manter o foco nas atividades importantes, as quais são determinadas pelo valor que agregam para os clientes e pelo impacto que podem causar aos patrocinadores.

Assim, todos os pilares de uma metodologia tradicional são usados e a diferença está na forma de entregar as iniciativas. No modelo Change Management Ágil, a mudança da situação atual para o estado desejado acontece de maneira cíclica e incremental por meio de trabalho cooperativo e feedback constante.

O método fornece uma abordagem enxuta, flexível e interativa, tornando a transformação mais eficaz, focando no cliente e trazendo resultados mais rápidos e melhores. Essa mudança acontece, portanto, com a entrega repetida de pequenas modificações que, quando integradas conjuntamente, criarão o ambiente de trabalho.

Por que é importante pensar em mudança e adaptação organizacional?

O mundo em que vivemos muda de forma rápida e constante, seja no campo da tecnologia, da ciência ou das relações pessoais. A cada dia, novas descobertas surgem e, com elas, inicia-se a necessidade de modificar algo existente, tanto no ambiente empresarial e industrial, como fora deles.

Por isso, as organizações precisam mudar estratégias, políticas, tecnologias, estruturas e as competências necessárias para o alcance dos objetivos de crescimento, em um contínuo esforço de adaptação.

É preciso lembrar que a base das empresas é composta por pessoas que, frequentemente, também precisam se adaptar às constantes mudanças impostas pelo mercado. Essa adequação é um fator essencial para manter a competitividade e, consequentemente, para a sobrevivência das organizações e de seus profissionais.

Cada vez mais, as companhias precisam ter habilidades para gerenciar várias mudanças que ocorrem ao mesmo tempo, e isso requer agilidade (flexibilidade para ajustar a rota sempre que necessário). Nesse cenário, é importante lembrar que o Change Management Ágil pode ser usado em qualquer corporação e tipo de projeto onde ocorram mudanças – principalmente nos quais a transformação ágil é fundamental.

Como as empresas podem promover a gestão de mudanças de forma ágil?

Como vimos, o Change Management Ágil não se trata de uma implantação – exceto quando são criadas áreas ou geradas metodologias de gestão de mudanças para um cliente.
Normalmente, as atividades de gestão de mudanças estão alinhadas com as de gerenciamento de projetos. Algumas metodologias e técnicas são utilizadas para engajar as pessoas e, durante esse processo, softwares de gestão podem ser usados para facilitar a entrega das iniciativas.

Maximizar a eficácia dos processos estratégicos, éticos e operacionais é fundamental para realizar a conexão entre a mudança a ser realizada e o novo cotidiano das empresas. Por isso, o Change Management Ágil surge para agilizar as transformações e garantir uma melhor aceitação das pessoas às transformações, fazendo com que a iniciativa seja bem-sucedida.

Gostou da nova maneira de promover uma mudança organizacional? Então entre em contato conosco e conheça uma consultoria de tecnologia que apoia uma gestão de mudança com abordagem ágil.

Segurança de dados: a sua empresa está protegida?

A segurança de dados deve ser prioridade para a gestão empresarial. Afinal, o desenvolvimento tecnológico gerou diversas oportunidades para as companhias, mas também muitas possibilidades de ataques e crimes que colocam as informações em risco.

Para evitar problemas nessa área, é preciso definir um bom planejamento e organizar a TI com foco em inovação e dinamismo. Neste artigo, você vai aprender mais sobre esse tema e descobrir alguns insights relevantes para o seu negócio. Continue acompanhando!

A segurança de dados

Essa sempre foi uma preocupação para as empresas. Mesmo antes dos computadores, quando os documentos eram guardados em arquivos físicos, o foco era manter esses registros seguros contra danos e perdas, com controle de acesso e preservação em locais específicos.

Com o avanço tecnológico, a digitalização de informações tornou-se uma convenção, o que gerou novas discussões nessa área.

Basicamente, a segurança concentra os esforços da companhia na proteção dos dados empresariais contra ameaças internas ou externas. Esses documentos podem se referir aos clientes, bem como aos colaboradores. O objetivo é reduzir as vulnerabilidades e identificar falhas e erros que abrem brechas para crimes virtuais, como ataques de hackers.

A segurança está associada a uma gestão eficiente, que contempla todos os aspectos relevantes do negócio, gerencia riscos e planeja bem os investimentos. São três pilares: confidencialidade, integridade e disponibilidade. A seguir, examinaremos esses pontos.

Confidencialidade

A confidencialidade consiste em proteger e restringir o acesso a determinados documentos e arquivos. Ou seja, é a conscientização de que nem todos devem controlar dados pessoais, somente os que realmente precisam deles. Assim, a companhia garante que o uso seja feito de maneira responsável e assegura o cuidado com a privacidade.

Integridade

A integridade diz respeito à qualidade dos dados, ou seja, eles devem ser mantidos com a mesma clareza que tinham originalmente. A empresa deve evitar danos que corrompam essas informações.

Disponibilidade

Esse princípio está relacionado com a necessidade de uso dos arquivos. Eles devem estar disponíveis sempre que a organização precisar ou até mesmo o titular e não devem ser perdidos ou guardados em locais inacessíveis.

A importância de se preocupar com a segurança

É importante atentar para o valor que a informação possui. Atualmente, as corporações dependem fortemente dos dados para operar em suas atividades cotidianas, por isso o cuidado com eles é fundamental para que os processos aconteçam normalmente.

Ademais, em tempos competitivos e altamente tecnológicos, se importar com a segurança é dar um grande salto competitivo no mercado. Ou seja, a empresa que implementa normas e busca soluções para proteção consegue se destacar no meio de outras e gerar um valor diferenciado para os seus clientes.

Segundo pesquisa da ESET, 25% das organizações na América Latina não possuem uma política de proteção. Embora pareça uma preocupação global, ainda existem companhias resistentes.

A preservação da integridade, confidencialidade e disponibilidade das informações favorece a continuidade do negócio. Se a organização gerencia bem os seus dados, consegue manter os seus processos estáveis, o que gera lucro a médio e longo prazo.

Já a antecipação de riscos contribui com a produtividade e agilidade operacional, pois prepara a empresa antes para possíveis incidentes. Com isso, não há necessidade de parar tudo para solucionar transtornos inesperados.

As políticas de defesa também são úteis para organizar a corporação. Com o controle de acesso, por exemplo, é possível estipular responsabilidades específicas para cada colaborador e restringir permissões. Dessa forma, cada um sabe exatamente o que fazer e foca em sua função especificamente.

A relação da segurança com a privacidade

A importância da segurança está intimamente relacionada com a privacidade dos usuários internos e externos. Essa é uma preocupação comum atualmente, pois esse tema está em debate.

Com a aprovação da GDPR, lei que regula a questão na Europa, e a LGPD, a versão brasileira dessa norma, os limites das organizações estão sendo discutidos. É importante atentar para algumas regras gerais que devem orientar os processos.

A privacidade consiste na prevenção de ataques e incidentes para não expor as particularidades dos usuários, o que gera desconforto e insatisfação. O objetivo da companhia deve ser guardar os dados de seus clientes, utilizando-os apenas para o que foi acordado.

Por isso, é fundamental estabelecer transparência com os consumidores no uso de suas informações. As ações da companhia devem ser claras para os titulares e precisam contar com o consentimento deles. Assim, a gestão evita prejuízos futuros e otimiza a experiência das pessoas.

Para que o cuidado com a privacidade seja completo, as empresas devem mapear muito bem o uso de dados pessoais e estabelecer um acompanhamento rigoroso em todas as etapas de utilização e em todos os departamentos nos quais eles circulam.

Para reforçar a proteção e atender as prescrições com sucesso, a gestão deve tornar isso um objetivo de toda a organização, com o total apoio colaborativo de todos os membros.

Os impactos e prejuízos da falta de foco na segurança

A negligência com a segurança pode gerar fortes impactos nas finanças e na competitividade da empresa. Caso sofra com algum incidente e não tenha definido regras para tratar com essa situação, a companhia pode perder muitos clientes por falta de confiança.

Além disso, a imagem da marca é afetada, pois as pessoas geralmente comentam com as outras pessoalmente ou em redes sociais.

Existem também consequências concretas que afetam o balanço mensal. Se descumprir e violar normas de segurança e privacidade, a empresa pode ser severamente multada e ter de arcar com indenizações.

Isso sem contar a perda de tempo com paradas obrigatórias para que os incidentes sejam solucionados. A depender da profundidade do problema, esse gargalo produtivo pode se estender por muito tempo e acarretar muitas perdas de negócios.

Em um ataque hacker como o Ransomware, que rouba documentos e pede um resgaste para descriptografar, o objetivo é explorar uma brecha dos sistemas para sequestrar informações relevantes. Isso prejudica as operações diárias e gera caos em todos os setores da companhia.

Os casos de vazamento de dados

Existe também uma forma específica de crime virtual focado na exposição e na intimidação das vítimas: o vazamento de dados. Nesse tipo, os mal-intencionados roubam valores preciosos, como as senhas, e distribuem em locais abertos.

Recentemente, o Facebook enfrentou uma situação dessa natureza. Cerca de 87 milhões de dados foram vazados das bases da empresa e compartilhados indevidamente com outra corporação, a Cambridge Analytica.

Esse caso feriu os princípios da privacidade, pois a utilização das informações das pessoas foi baseada em intenções que não ficaram claras para elas. Isso gerou uma série de problemas de confiança para o Facebook, bem como complicações judiciais e éticas.

Isso deixa claro que até mesmo as grandes marcas não estão imunes às ações dos hackers. Esse tipo de criminoso tem conhecimento especializado que permite a exploração de brechas de maneira inteligente. 

Em 2016, o Uber teve 57 milhões de dados de usuários expostos, incluindo passageiros e motoristas. Como multa, a empresa teve de arcar com 148 milhões de dólares. Já em 2017, senhas do Netflix, LinkedIn e MySpace foram expostas em um arquivo criado e atualizado por hackers. 

A segurança da informação funciona como um alicerce para as empresas atualmente: o cuidado com ela mantêm as operações fortes e a saúde do negócio estável. É importante para que as finanças não sejam afetadas e para garantir a continuidade da companhia, de maneira eficiente. Tudo isso influencia na maneira como a organização se apresenta para seus clientes e na geração de valor para eles.

Gostou de entender a relevância da segurança de dados? Então, compartilhe este post em suas redes sociais e espalhe bom conteúdo por aí!

Entenda mais sobre blockchain e por que dominar esse conceito

Você sabe o que é blockchain? Trata-se de uma das tecnologias mais disruptivas da atualidade, que tem exercido um grande papel no contexto da transformação digital. Suas aplicações são variadas e ele pode ser útil para um negócio de diferentes maneiras. 

Refletindo sobre a importância do tema, elaboramos este post. Durante a leitura, você entenderá um pouco mais sobre seu conceito, seu histórico, como ele funciona na prática e algumas de suas principais vantagens. Vamos lá?

O que é blockchain?

O blockchain nada mais é do que um sistema de registro, desenvolvido para deixar transações digitais mais protegidas. Embora sua utilização seja bastante vinculada às operações envolvendo criptomoedas, como bitcoin e ethereum, ele já ganhou espaço em outros mercados e setores.

Atualmente, é usado para validar e registrar a autenticidade de documentos, por exemplo. Dentro dele, estão registradas todas as transações processadas no sistema. Não por acaso, o nome pode ser livremente traduzido como “cadeia de blocos” — um conjunto de informações registradas ligadas umas às outras.

Cada um dos blocos é público, isto é, todos os participantes da rede têm acesso. Entretanto, uma vez processados, eles não podem ser apagados ou alterados. Além disso, registros novos só podem ser feitos a partir de um processo de validação.

Como o blockchain surgiu?

O conceito surgiu em 2008, quase no mesmo momento em que o bitcoin dava seus passos iniciais. Ele apareceu pela primeira vez no artigo acadêmico “Bitcoin: Um sistema ponto-a-ponto de dinheiro eletrônico“, de Satoshi Nakamoto, que é para muitos o texto fundador da economia cripto. 

O bitcoin foi criado justamente em um cenário no qual se alastrava a crise econômica mundial mais forte do século XXI. Portanto, ele foi desenvolvido como uma alternativa para se prevenir do chamado gasto duplo e levar as transações para o ambiente digital. 

Porém, nessa “localidade”, os dados podem ser copiados, alterados e trocados. Assim, o blockchain foi elaborado para eliminar certos tipos de fraude que poderiam acontecer nas operações financeiras virtuais, de forma a dar mais segurança nas transações.

Como ele funciona?

Há uma grande cultura de inovação que sustenta o funcionamento do blockchain. Apesar disso, compreendê-lo não é tão difícil quanto parece. Como dissemos, as informações são armazenadas em blocos de dados. Em cada um, há uma espécie de assinatura digital, também conhecida como hash, que em muito se assemelha a uma impressão biométrica.

Essa característica, portanto, confere uma identidade única para o bloco em questão, atuando como uma garantia criptográfica de que as informações ali contidas não sofreram nenhuma violação. Se um novo bloco é criado, além de ter sua própria hash, ele também carregará a do anterior, o que aumenta consideravelmente a criptografia que o protege.

É por isso que os documentos e transações ali registrados são seguros. Afinal, mesmo um ataque coordenado por hackers teria imensa dificuldade para acessá-los e/ou corrompê-los. Para invadir o sistema, é necessário quebrar a criptografia de um bloco e de seu respectivo antecessor, sucessivamente.

Todos esses dados são gravados na chamada ledger, que é como se fosse um grande livro-razão. Nela, as informações gerais dos registros estão abertas para todos, mas vale lembrar que tudo é visualizado por meio de letras e números embaralhados.

Ou seja, não há como identificar nomes ou documentos, o que confere ainda mais segurança à tecnologia. Outro aspecto que colabora imensamente para que o blockchain seja sinônimo de proteção é o fato de ser um emaranhado de dados descentralizado.

Isso porque cada rede é formada por um grupo de máquinas independentes: elas podem estar em qualquer lugar do mundo e só precisam de uma conexão com a internet para funcionar. São esses computadores e smartphones que promovem uma auditoria em relação às transações registradas. 

Quais são as possibilidades do blockchain para os negócios?

Agora que você já sabe o que é blockchain e como ele funciona, é hora de entender quais são os benefícios e os desafios que ele pode trazer para o seu negócio. Veja os principais!

Ganho de confiabilidade e agilidade para transações financeiras

A entrada massiva dessa tecnologia em instituições financeiras mostra por quais motivos o blockchain pode ser de grande utilidade, já que dá mais segurança e rapidez às transações. Conforme publicado pelo portal de notícias G1, muitos bancos gigantes estão desenvolvendo processos para contar com um blockchain interno.

Alguns exemplos são o HSBC e o Bank of America. No cenário nacional, o Itaú Unibanco se mostra como um do mais relevantes adeptos à utilização da cadeia de dados. Em suma, sua inserção no contexto bancário visa à redução de trâmites burocráticos. 

Validação de documentos

Contratos, compras e vendas de imóveis e trocas de ações podem registradas no blockchain. Esses registros de autenticidade permitem que dois documentos sejam comparados. A partir disso, há como saber se um contrato foi alterado, uma cláusula foi retirada e assim por diante. 

Vale lembrar que não é possível identificar exatamente o que foi mexido, mas é perfeitamente viável saber que algum bit sofreu modificações. Inclusive, isso pode funcionar como uma sustentação jurídica, já que é possível apresentar uma prova de que um conteúdo (contrato, propriedade intelectual etc.) existia em algum momento nas mesmas condições. 

Melhoria nos processos

Um ambiente de trabalho colaborativo, que se vale de métodos ágeis para executar e planejar suas ações, tem muito a ganhar com essa tecnologia. Além de permitir que operações financeiras de qualquer ordem sejam registradas com mais segurança, ela também possibilita uma gestão mais eficiente de contratos.

Algumas plataformas especializadas na rede ainda oferecem o serviço de identidade blockchain, que é bastante útil para evitar fraudes e vazamento de informações. A maneira como o armazenamento de dados acontece é essencial para a prevenção contra atividades fraudulentas.

Redução de custos

A redução de custos operacionais também se torna uma realidade, tendo em vista que tudo corre com mais fluidez. Assim, diminui a necessidade de deslocamento físico. As taxas pagas aos intermediadores, como bancos e financeiras, também tende a cair significativamente.

Entender o que é blockchain pode até parecer complicado à primeira vista, mas o conceito é intuitivo e diz respeito a uma dinâmica diferente de transações financeiras que não pode ser ignorada. Afinal, ele é uma tendência que já virou realidade e entrará aos poucos em diversos setores, colaborando de inúmeras formas. 

Se você gostou do texto e quer se atualizar ainda mais, aproveite para saber um pouco sobre outras inovações tecnológicas que estão mudando os negócios e a sociedade!

Cloud computing: os resultados são melhores com a migração para a nuvem?

A tecnologia é apontada como fator decisivo para o sucesso ou o fracasso de um empreendimento. Assim, está cada vez mais frequente a busca de inovações que tornem mais eficientes a infraestrutura de TI, sendo necessário a definição de metas e objetivos para que as diversas áreas se unam em torno de metas em comum.

Consequentemente, as empresas passam a investir em inovações tecnológicas fundamentais para o aumento da capacidade competitiva nos diversos cenários de atuação organizacional. Nesse contexto, investir na tecnologia de cloud computing é uma das formas eficientes de preservar o funcionamento dos serviços de modo ágil, flexível e com alto desempenho.

Migrar as aplicações para a nuvem pode ser muito atraente por causa dos benefícios proporcionados, embora ainda seja muito questionado acerca dos riscos de segurança. Por isso, este artigo tem como finalidade informar a respeito da migração para cloud computing. Acompanhe conosco!

Em que consiste a cloud computing?

A cloud computing — também conhecida como computação em nuvem — pode ser definida como a realização de sistemas e serviços de TI em servidores compartilhados e conectados por meio da internet. Utilizam-se armazenamento do banco de dados, aplicações e outros recursos por uma plataforma de serviço de nuvem no qual os servidores são compartilhados e conectados via web.

Pela conexão de rede, cada usuário tem acesso a um grupo de recursos antecipadamente estabelecidos que propicie maior desempenho e segurança para todos os que estão interligados à plataforma de cloud.

Essa plataforma de serviços é proprietária e responsável pela manutenção do hardware interligado à rede e possui diversos recursos que podem ser usados em um servidor de cloud computing, contendo diferentes vantagens.

Quais são as vantagens desse recurso?

Como mencionado, a cloud computing oferece diferentes vantagens para simplificar a vida do gestor e ainda favorecer aumento da competitividade da instituição.

Essa ferramenta pode proporcionar vários benefícios, visto que há maior capacidade de integração do ERPs, maior controle das soluções de cloud storage e melhoria na consistência da performance dos sistemas de virtualização, proporcionando a execução de softwares legados com segurança e desempenho.

Ainda podem ser encontradas vantagens, como:

  • maior controle de custos;
  • maior centralização nos projetos e processos críticos;
  • maior flexibilidade;
  • melhor acesso às informações internas;
  • maior escalabilidade;
  • segurança.

Quais são os tipos de cloud computing?

A computação em nuvem pode ser executada por três tipos de infraestrutura: nuvem híbrida, privada ou pública, de modo que a computação em nuvem pública é um dos principais modelos de execução do serviço cloud computing.

Também oferece três principais tipos de serviço, que podem ser integrados em ambientes com diversas finalidades e são diferenciados por sua plataforma e tipo de solução assegurada ao usuário. São eles:

IaaS — infraestrutura como serviço

A infraestrutura como serviço é usado para dar acesso — virtual ou no hardware — a recursos de rede, computadores e armazenamento de dados. Com esse serviço, a empresa pode acessar a infraestrutura computacional básica.

É comumente utilizado por sua alta flexibilidade e controle de gerenciamento sobre os recursos de TI. Ainda pode ser usado para configuração do ambiente de trabalho personalizado de modo a realizar soluções internas ou criar ferramentas.

PaaS — plataforma como serviço

Pela plataforma como serviço é possível concentrar-se na implantação e gerenciamento de suas implicações, sendo ambiente de trabalho com funções básicas previamente configuradas. Com esse serviço não há necessidade do foco na manutenção de funções avançadas. O PaaS é parecido com o IaaS, no entanto não acessa algumas funções avançadas.

SaaS — software como serviço

No caso do software como serviço, é oferecido um produto completo, executado e gerenciado pelo provedor de serviços. Atualmente, é um dos principais modelos de cloud computing. Por ele, é possível obter solução personalizada, por exemplo, o webmail.

Muito conhecido por conter um simples gerenciamento e ser de fácil acesso, o prestador de serviços também é responsável pelos processos. A atualização de software é automática, e o backup de dados é executado em segundo plano, normalmente em tempo real.

Como migrar para a cloud computing?

Com a redução dos gastos e a facilidade de acesso dos colaboradores, migrar para a cloud computing tornou-se uma opção vantajosa para os empreendedores. Essa migração também oferece instalações simples, gerenciamento centralizado, economia de espaço físico. Com a conexão ao serviço on-line existe a possibilidade de uso de ferramentas virtuais para salvar documentos e projetos.

Por existirem algumas dúvidas acerca da migração para cloud computing, confira algumas dicas importantes que devem ser consideradas para migrar com segurança:

Estabelecer um planejamento

Primeiramente, a segurança dessa migração depende do estabelecimento de um bom planejamento, que deve envolver pesquisa a respeito dos tipos e modelo de serviço a serem utilizados. Além disso, todo projeto deve ser mapeado por um profissional que entenda tanto de cloud computing quando de empreendimento.

Outra consideração a ser feita é a respeito do motivo pelo qual a empresa necessita de cloud computing, o que ajuda na integração de TI com os executivos da instituição na busca de soluções alinhadas com o objetivo do negócio.

Otimizar o centro de dados existente

No decorrer do tempo, a empresa acumula uma estrutura pesada e sem agilidade. Os principais objetivos de otimizar o centro de dados existente visando migar para cloud computing são aperfeiçoar e crescer.

Adotar novas soluções para substituir todo o legado

Outra dica importante é criar ou adotar novas soluções, visto que é arriscado manter o sistema. Ainda sairá com custo maior do que migrar para novos sistemas.

Explorar o progresso do projeto de migração

Uma dica fundamental é planejar, desenhar e testar detalhadamente o projeto. Atualmente, existem vários recursos, organizações e profissionais que auxiliam na migração para cloud computing, diminuindo os riscos.

Quais são as práticas para o uso da migração?

Sem dúvida, proteger as informações da empresa é uma das maiores preocupações dos gestores, visto que sem elas não há possibilidade de realizar atividades cotidianas, continuar as operações e criar estratégias para que o empreendimento se torne vantajoso competitivamente no mercado.

Desse modo, garantir a proteção é fundamental, e isso só é possível com a adoção de práticas de segurança por meio do fornecedor de cloud computing. A seguir, explicamos as boas práticas de segurança que devem ser adotadas.

Avaliar as atividades de TI

Outro ponto importante é avaliar os aplicativos que serão benéficos e se as atividades poderão ser feitas de forma eficiente. O gestor de TI deve analisar os provedores de nuvem disponíveis e os aplicativos, observando qual deles melhor se adapta às necessidades.

Conhecer os tipos de serviços em nuvem

É importante que o gestor de TI conheça os diferentes tipos de nuvem, visto que existe uma variedade delas com as quais ele terá que lidar. Para o sucesso da migração, é preciso conhecer e saber qual delas é boa antes de mover as informações.

Maximizar a segurança

Para obter sucesso e manter o cliente satisfeito com a transformação e o aumento dos processos operacionais, a nuvem privada deve oferecer aos utilizadores a praticidade da nuvem pública. Com isso, os gestores de TI manterão o uso de cloud com VPNs e firewalls.

Sendo assim, é possível concluir que, com cloud computing, o acesso seguro aos dados, a flexibilidade e a redução de custos a curto prazo são os determinantes para a realização da migração, além da possibilidade de crescimento e tendências do mercado. Desse modo, é plausível contar com profissionais que façam a migração para cloud computing de modo eficiente e seguro.

Agora, que já conhece melhor sobre a migração para cloud computing, siga as nossas paginas nas redes sociais. Estamos no Facebook e no Linkedin!

Entenda o que é e Big Data e por que é um dos assuntos do momento

Mas você sabe exatamente o que é Big Data?
Para entender a importância desse conceito, é importante lembrar que os dados, internos e externos, podem ser utilizados para conhecer melhor o cliente, suas aspirações e preferências mercadológicas.
Mas eles precisam de um filtro criterioso para produzir um argumento real com o objetivo de melhor estruturar o negócio.
Além disso, o mundo virtual é dinâmico e cíclico, com cruzamento de informações sobre os mais variados perfis de consumidores e de como eles se comportam diante do objeto de compra, permitindo assim um mapeamento estatístico que auxilia a tomada de decisão.
Nesse cenário, as ferramentas de Big Data vêm sendo utilizadas e difundidas como eficientes para um grupo de empreendedores sempre atentos às tendências e oscilações do mercado.
Neste post, explicaremos o que é Big Data e como ele pode trazer benefícios para seu negócio, aumentando a produtividade e gerando o lucro esperado, mesmo em um cenário altamente competitivo.

O que é Big Data?

O conceito de Big Data é amplo e está atrelado às estratégias de TI para fornecer ao CIO e aos demais gestores informações relevantes o suficiente para análise e utilização em momentos oportunos.
É uma ferramenta que serve para capturar, analisar e catalogar um grande volume de dados em tempo real, compilando as informações e empregando no negócio apenas aquilo que for verdadeiramente útil.
Os dados são coletados de fontes diversas — redes sociais, aplicativos, equipamentos de medição, softwares ERPs ou CRMs — para que os objetivos representados em cada canal sejam cruzados com os da empresa e gerem relatórios capazes de determinar o melhor caminho a seguir.

Qual é a importância do Big Data?

Existem dois tipos de dados — estruturados e não estruturados — e com eles é possível elencar uma série de vantagens competitivas caracterizadas pelo potencial levantado após a análise dos especialistas.
Os dados estruturados estão inseridos no banco de dados e têm papel definido no processo de alimentação dos sistemas utilizados por diversos departamentos, como RH, Financeiro, Marketing e Vendas, e se valem de um sistema integrado com conexão ágil.
Já os dados não estruturados carregam a complexidade por onde andam em uma linguagem que exige maior expertise, tanto da equipe de TI na utilização adequada do Big Data, quanto dos analistas na filtragem de informações relevantes.
Após isso, ainda é necessário que o empreendedor faça uma leitura apropriada do material gerado.
Todo esse processo ressalta a importância de implementar uma cultura de dados factíveis dentro da empresa, que defina a razão de existência do negócio e de como se posicionará diante do mercado, dos clientes e das oscilações econômicas.
Entendendo o que é Big Data será possível perceber que sua finalidade é tornar-se um aliado incansável e observador, canalizador das movimentações mercadológicas, para otimizar processos e formar boas estratégias.

Quais os principais pilares do Big Data?

Você já sabe o que é Big Data e seu objetivo: filtrar os dados armazenados em tempo real transformando em informação útil e servir de âncora para a equipe de analistas e especialistas gerarem o conteúdo estatístico.
É uma ferramenta tecnológica eficiente que se baseia em três pilares, sobre os quais veremos agora!

Volume

As empresas se valem de todos os canais passíveis de fornecer dados para construir seus parâmetros — mídias sociais, dispositivos de pesquisas de mercado, mensagens de textos, e-mails, etc.
O conteúdo capturado ganha nova roupagem para servir de fundamentos de gestão.

Velocidade

A velocidade que sua empresa levará para coletar os dados gerados nos diversos canais será a mesma dos seus concorrentes e ganhará quem tomar as devidas providências em tempo hábil.
Os fatos não se omitem no emaranhado de informações fornecidas, mas o volume é tão grande, em velocidade tão acelerada, que requer um cuidado apurado na hora de realizar a extração para não perder tempo com o que não agrega.

Variedade

Há uma grande variedade de formatos que geram dados — estruturados ou não — que, apesar de dar trabalho para equipes de TI e análise, são um campo fértil de alimentação mercadológica.
Por meio de números, aplicativos, e-mails, vídeos, áudios e transações financeiras, o Big Data tem elementos de sobra para executar um bom trabalho e guarnecer os líderes e sua equipe.

Quais os benefícios as ferramentas de Big Data trazem ao negócio?

Se você deseja saber como está indo o seu negócio, o que os consumidores procuram no mercado e quais são as tendências de médio e longo prazos, precisa buscar meios de encontrar essas informações antes do seu concorrente.
Com a aceleração virtual e a evolução do comportamento de compra e-commerce, as pessoas deixam à mostra seu perfil de compra ao se pronunciarem sobre as suas preferências em redes sociais e sites de buscas.
Isso dá maior vantagem a quem se vale de uma ferramenta como o Big Data para capturar esse perfil em sua base de dados e trabalhar suas vendas.

Como implementar o Big Data?

Se você chegou até aqui é porque o assunto o interessou, e essa pode ser uma excelente estratégia para o seu negócio, desde que você tenha em mente que é preciso saber aonde quer chegar com todas as informações geradas.
O ideal é que você possa contar com uma consultoria especializada em tecnologia a fim de ajudar no seu planejamento e direcionar suas ações para transformar dados em informações e informações em relatório de uso sistemático e contundente.
É preciso gerar uma enorme quantidade de dados para extrair uma amostragem de percentual pequeno a médio e realizar a mesma ação cotidianamente até alocar as informações em campos importantes de análise.
Esse é um assunto muito vasto que demanda tempo de estudo e planejamento para organizar as ideias e traçar um roteiro de abordagem que ofereça resultados positivos e rentáveis. Este post é a ponta do iceberg em um mar de grandes possibilidades para seu negócio.
Seja um empreendedor diferenciado no mercado, aproveite o excelente momento virtual e amplie seu campo de visão para canais ainda não explorados e que vão de encontro a um comportamento consumidor disposto a experimentar as variações do mercado.
Afinal, empreender e inovar exige coragem, e isso certamente não lhe falta!
Você gostou de saber sobre o que é Big Data? Então leia agora mesmo o texto “Transformação digital: Como se adaptar a essa realidade?” e se torne um especialista no assunto!
Continue acompanhando o blog da Mooven para mais conteúdos como esse.]]>

Como a inteligência artificial é aplicada no mundo corporativo?

Transformação Digital

ela está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas comuns, facilitando e agilizando atividades do dia a dia.
Fique tranquilo, pois as máquinas ainda não assumiram o controle. No entanto, elas estão se infiltrando aos poucos nas nossas vidas, afetando a maneira como vivemos, trabalhamos e nos divertimos.
Para muita gente, inteligência artificial ainda é ficção cientí