Design thinking: saiba tudo sobre a etapa de Ideação

Entre as etapas Design thinking utilizadas, é na Ideação que começamos a buscar soluções para o problema que foi aprofundado e definido entre as etapas de Descoberta e Definição. Este post faz parte de uma série de 4 etapas que explicaremos o design thinking. Hoje, você aprenderá sobre a fase de Ideação. 

Se você ainda não leu a primeira parte, sobre Descoberta e Definição, faremos um breve resumo aqui, mas recomendamos que leia o texto completo para ter um entendimento mais amplo e agregar ordem cronológica ao raciocínio. Caso contrário, procure um lugar confortável para se sentar, pegue a sua xícara de chá ou café e aproveite a leitura! 

Relembrando a etapa de Descoberta 

A descoberta é a primeira etapa de design thinking, na qual o foco está no entendimento do problema ou da oportunidade a ser trabalhado. 

Quando falamos em entendimento do problema, queremos dizer aprofundar-se nele, identificando as suas causas reais a partir de múltiplos pontos de vista. Obtidos pela utilização de técnicas e ferramentas, como o brainstorming de um grupo multidisciplinar, a realização de pesquisas quantitativas, as pesquisas de profundidade, a observação, as pesquisas em documentos e as bases de conhecimento. 

Todo esse esforço é realizado para uma coleta abrangente de dados. Então, quanto mais informações tivermos sobre o desafio e seus envolvidos, maior será a qualificação e proximidade com quem sofre com o problema para o qual buscamos a solução. Sendo assim, podemos dizer que o objetivo da descoberta é o entendimento profundo do problema, aplicando-se conceitos de empatia e colaboração. 


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Iniciando a etapa 3 do Design thinking : Ideação 

Na fase de ideação, os profissionais envolvidos dedicam esforços na geração de ideias para soluções criativas. Elas não precisam ser complexas, mas devem ser viáveis financeiramente, tecnicamente possíveis de serem aplicadas e capazes de atender às expectativas dos clientes/usuários. 

As ideias são obtidas por meio de uma dinâmica em que os participantes são provocados a reagir diante das necessidades estudadas, o que motiva o pensamento criativo sobre as soluções possíveis. Não importa se a ideia é muito diferente ou estranha, pois tudo é valido na ideação. O volume importa e, neste momento, o pensamento criativo deve ser estimulado, uma vez que todos no grupo estão com a “dor de dono” e buscam por soluções efetivas. 

O importante aqui é pensar nas ideias como um diamante bruto que, após ser encontrado e guardado, precisa ser lapidado para brilhar e tornar-se valioso. Quando os pensamentos começarem a se repetir, é porque o cerco está sendo fechado, e, possivelmente, todas as ideias foram abordadas na sessão. 

Em muitas empresas, quando um problema é identificado, os profissionais querem partir logo para a fase de ideação, a fim de resolvê-lo com rapidez. Porém, pular as fases de descoberta e definição pode custar caro, já que não se conhecerá bem a necessidade. Sem os devidos aprofundamento e busca da definição real do problema, as soluções podem ser incompletas e ineficientes. Então, não pule nenhuma etapa do design thinking. 

As 4 regras da Ideação 

A fase de Ideação possui 4 regras importantes que precisam ser lembradas para garantir um processo mais eficiente. Conheça cada uma delas a seguir! 

1. Não existe má ideia 

A primeira regra da etapa de Ideação diz que você não deve descartar nenhum tipo de pensamento sobre o problema. Então, reprima julgamentos, comentários negativos, caretas e objeções durante as sessões. Também, dê liberdade para que todos se expressem do seu jeito. Se todos os envolvidos se sentirem confortáveis e confiantes para opinarem, até mesmo os mais tímidos participarão com intensidade. 

Mesmo que algumas ideias pareçam insignificantes no início, devem ser vistas como uma parte do quebra-cabeça. Afinal, uma delas pode vir a ser a peça-chave no final. Então, deixe todos cientes de que não existe ideia ruim, e sim que umas são mais ajustadas para o problema que outras. 

2. Capture tudo 

Muitas ideias brilhantes são perdidas no calor da emoção das sessões. Então, a segunda regra para a fase de Ideação é anotar tudo o que ler, ouvir e perceber. Para isso, use um bloco de anotações ou post-it para registrar cada pensamento, bem como as discussões acerca deles. Dessa forma, poderá resgatar as informações com maior facilidade nas próximas reuniões. 

3. Faça um brainstorming 

Muitos acreditam que o brainstorming coletivo é melhor que o individual. Porém, estando certos ou não, o ideal é fazer os dois. Primeiro o individual e, depois, em grupo. Essa ordem é importante para que os participantes mais introvertidos tenham a chance de pensar em algo antes de lidarem com as vozes mais altas e dominantes dos extrovertidos. Ou seja, não se perde as ideias dos mais tímidos, pois eles já vêm para a sessão em grupo com uma lista de soluções a apresentar. Isso torna o grupo mais colaborativo em sua totalidade. 

4. Quantidade importa 

Existe um ditado que diz: “qualidade é melhor que quantidade”. Porém, ele não funciona na fase de Ideação. Quanto mais ideias forem geradas, mais podemos correlacioná-las e, a partir daí, elas vão sendo aprofundadas, pensamentos fora da caixa vão surgindo, e soluções que antes não eram consideradas passam a ser. A qualidade e viabilidade são  importantes, mas a seleção deve ser feita só depois que a fase de Ideação acabar. 

Ferramentas para usar na etapa de Ideação 

Além do brainstorming, podemos apontar outras ferramentas que devem ser utilizadas na ideação: 

  • Workshop de Cocriação: são atividades coletivas que visam a despertar a criatividade e a colaboração entre os envolvidos; 
  • Storyboard: tem o objetivo de agregar representação visual a uma história. A ferramenta exige o uso de desenhos, fotografias, quadros com colagens e um roteiro capaz de ilustrar o projeto. O roteiro é dividido em seções, com cenários, atores (personas) e enquadramentos; 
  • Personas: são personagens fictícios, mas que são representações do público-alvo da solução, criados a partir do estudo comportamental dos clientes. É uma forma de pessoalizar o público-alvo, aprofundando-se em questões, como desejos, necessidades e desafios enfrentados na vida pessoal e profissional dele. 

Assim como na etapa de Definição, onde se busca a concordância do grupo acerca do desafio, na fase de Ideação, buscamos o consenso das ideias, correlacionamos as similares, descartamos as inviáveis e priorizamos as que, de fato, são mais relevantes e alinhadas as necessidades do negócio. Com o uso de técnicas, as soluções são priorizadas e o grupo define qual será o objeto de experimentação. 

Porém, esse já é um assunto para discutirmos na etapa seguinte, a de prototipagem, que você conhecerá na nossa próxima postagem da série sobre etapas design thinking. 

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Entenda o que são as histórias de usuário (user stories)

A experiência do consumidor ganha uma relevância cada vez maior em vários setores da indústria e do comércio. Esse movimento não ocorre à toa: uma série de transformações nos modelos de consumo criou tal necessidade.

No desenvolvimento de softwares e na gestão de projetos, a tendência se mantém. Atualmente, é praticamente impossível dar início a um planejamento sem pensar em uma user story (história de usuário) detalhada.

Como esse é um tema muito importante, preparamos este conteúdo. Com ele, você entenderá o que são essas histórias, como funcionam e de quais formas elas podem ajudar. Boa leitura!

O que é uma história de usuário (user story)?

Em poucas palavras, ela é o pontapé inicial de um projeto, porque retrata o desejo do usuário para a equipe de desenvolvimento. Na prática, ela nada mais é do que a descrição resumida e leve da necessidade de quem vai usar um produto ou serviço, feita sob o ponto de vista dessas pessoas. Sua estruturação deve levar em conta três perguntas sobre os futuros clientes:

  • Quem quer?
  • O que quer?
  • Para quê?

Para exemplificar, imagine um e-commerce. Como você gostaria de acessar o sistema para visualizar suas compras? Quais seriam os meios mais adequados para acrescentar e/ou retirar itens do carrinho? Você gostaria de usar um app ou fazer parte de um programa de fidelidade? As respostas para essas questões são levadas em consideração para elaborar uma user story.

A história ainda deve ser composta pela descrição da atividade, pelo critério de aceite e pelos testes de validação — parâmetros que garantirão o alcance de determinados objetivos. Geralmente, ela é escrita após a etapa de Inception, ou seja, quando o usuário já demonstrou ao PO (Product Owner) quais são as finalidades que ele deseja alcançar com o projeto e a ordem de prioridade delas.

Como a história de usuário pode ser usada em um projeto?

Como dissemos, as user stories servem para guiar a equipe de desenvolvimento no processo de elaboração do produto. Caso ela não esteja bem especificada, cresce a probabilidade de, no final de uma Sprint, em um projeto ágil, por exemplo, ser entregue algo que não corresponde ao desejo pretendido.

Portanto, é fundamental descrever requisitos, regras de negócio, critérios de aceitação e assim por diante. Depois disso, cabe ao PO a responsabilidade de repassar as informações corretamente para a equipe de qualidade e acompanhar, se necessário, o desenvolvimento. Ele deve estar sempre pronto para tirar dúvidas da equipe e fornecer as devidas informações. Isso pode ser feito a partir da validação de pequenas entregas.

Vale lembrar que a user story é uma fase obrigatória e indispensável para o sucesso do projeto, pois é nela que o cliente deixará suas expectativas registradas. A equipe pode utilizá-la para organizar as atividades que serão desenvolvidas para atender ao que foi definido.

Pode ser elaborada uma documentação com informações técnicas para a execução de determinadas tarefas, mas a prova do que o cliente precisa e de que foi realmente atendido será veiculada nas histórias por meio das evidências obtidas com os testes.

Embora seja o princípio da elaboração do projeto, as histórias só serão úteis se forem seguidas por uma série de conversas entre o Product Owner e os membros do time de desenvolvimento. A ideia é analisar e definir os detalhes necessários para desenvolver as funcionalidades que atenderão às demandas apresentadas pelos usuários.

As histórias de usuário fazem parte de um framework de Scrum?

Em métodos ágeis de desenvolvimento, a história de usuário ocupa um papel de destacada importância. Ela é elaborada para que sejam repassadas à equipe de forma mais simples — por meio de requisitos — as necessidades do cliente.

Para estruturá-las e colocá-las em prática, é preciso que toda a equipe dialogue e defina as atividades a serem executadas de acordo com a ordem de prioridade. Assim, há como desenvolver a função relatada na user story. Isso permite que o time, como um todo, consiga visualizar os processos e trabalhar simultaneamente para agilizar as entregas.

Como servem para avaliar o entendimento e o desempenho do time, as histórias devem ser pontuadas ou estimadas em horas para que seja possível saber o esforço envolvido na execução. Na metodologia Scrum, especificamente, caso a história não seja finalizada dentro da Sprint estimada, é preciso promover uma análise para verificar se a escrita não estava clara o suficiente ou se a pontuação foi superestimada.

Com essa prática, há como identificar se o time tem dificuldades quando a execução depende de outras áreas, por exemplo. De maneira ampla, essas observações auxiliam na implementação de melhorias contínuas e inovações ao empregarem modelos de desenvolvimento.

Tenha em mente que o PO deve escrever as histórias assim que conversar com os clientes. Não é necessário inserir informações técnicas, mas, no refinamento junto à equipe, deve-se levar as áreas envolvidas e dependentes para levantar os meios que serão utilizados durante a execução.

Quais são os benefícios trazidos pelas user stories?

Conhecer a user story é fundamental para que o projeto seja mais bem desenvolvido. Isso porque ela aumenta, de maneira significativa, as chances de o produto final atingir os objetivos dos usuários que o usarão em suas rotinas.

As histórias de usuário também são úteis porque resumem os interesses de um grande número de pessoas em uma única perspectiva, o que facilita o entendimento por parte do time responsável. Além disso, elas se tratam de um padrão de comunicação bastante simples, que evita ruídos entre diferentes membros. Com personagens e objetivos, é viável detalhar demandas relevantes acerca das funcionalidades almejadas.

Para isso, o comprometimento e a dedicação do PO são essenciais para se chegar a uma entrega de sucesso. Ainda nesse âmbito, a comunicação e a interação com a equipe, bem como a validação de entregas, devem ser o principal recurso para a conclusão de uma Sprint.

Enfim, a história de usuário (ou user story) é uma ferramenta imprescindível para realizar uma boa gestão de projetos. Em fases simples, ela contribui para que um ambiente ágil de desenvolvimento consiga originar produtos centrados nos usuários.

E aí, gostou do texto? Se você precisa de suporte qualificado para conduzir os projetos de design de serviço da sua equipe, entre em contato conosco!

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Design Thinking: entenda o que é e suas soluções para uma empresa

Nos últimos anos, o design thinking tem se tornado um termo cada vez mais relacionado à inovação, sendo abordado como uma boa metodologia para a criação de novas ideias. Por ser tão eficaz, é capaz de oferecer inúmeros benefícios às empresas na era da transformação digital.

Essa abordagem pode levar a novas experiências e produtos inovadores em potencialmente qualquer área, desde novas mercadorias que podem gerar lucros até a inovação social. Mais do que um novo método ou processo, o design thinking é uma maneira diferente de se olhar o mundo ao seu redor, repensando problemas e buscando soluções inovadoras.

Pensando nisso, nosso artigo se propõe a abordar informações relevantes sobre o design thinking, apresentando o que é essa metodologia e suas etapas, o que ela engloba, como funciona, na prática e como ela tem crescido e sendo cada vez mais adotada por empresas que buscam novas formas de melhorar a gestão com inovações. Boa leitura!

O que é design thinking?

Por meio de um pensamento crítico e criativo, o design thinking permite que as informações e as ideias sejam organizadas para tomar melhores decisões, aprimorar situações e adquirir conhecimentos. Essa abordagem visa ajudar a resolver todo tipo de situação e solucionar os problemas de maneira coletiva e colaborativa, a partir das necessidades dos consumidores.

Para isso, as pessoas são colocadas no centro do desenvolvimento do serviço ou produto. O objetivo é entender completamente seus comportamentos, sentimento e desejos. Na prática, o design thinking impacta na agilidade da resolução de problemas com baixo custo, promovendo uma maior empatia e entrosamento entre os funcionários da empresa. Além disso, estimula a criatividade de todos.

Como funciona e para o que serve na prática?

O design thinking funciona em seis etapas:

  1. descoberta;
  2. definição;
  3. ideação;
  4. prototipação;
  5. testes;
  6. implantação.

Os valores do design thinking — empatia, colaboração e experimentação — devem ser incorporados no dia a dia das empresas para criar soluções, desenvolver novas ferramentas e superar obstáculos em qualquer contexto.

Para obter resultados a curto prazo, é importante que haja uma rápida adaptação em relação ao mindset. Depois de aplicado, é possível mensurar os resultados, na prática, principalmente em relação ao tempo entre encontrar o problema e desenvolver a solução e no que se refere ao engajamento dos envolvidos.

Imersão

Inicialmente, os participantes do projeto devem ter um bom conhecimento sobre o assunto, pesquisando o maior número de informações. Nesse momento, é preciso entender as necessidades do consumidor de um serviço ou produto e transformá-las em oportunidades. Para isso, é fundamental ter empatia para pensar no cliente como pessoa.

Além disso, é importante buscar conhecer as dores dos usuários ou dos participantes de um processo, a fim de entender como o serviço ou o produto da sua empresa pode solucioná-la. Normalmente, esse entendimento é feito por meio de dinâmicas ou entrevistas. A etapa seguinte — de ideação — depende dessa compreensão e pode, se necessário, retornar à imersão para uma melhor amostragem e, consequentemente, para obter melhores conclusões para o prosseguimento do fluxo.

Compreender o que, de fato, os consumidores procuram e precisam é fundamental para entender suas experiências, condutas e decisões dentro do contexto social que estão inseridos. Quanto mais conhecimento, mais inovadoras serão as ideias para os diversos aspectos que dizem respeito à persona. Podemos dizer que, durante essa etapa, estamos montando, completando e entendendo o briefing.

Ideação

A etapa de ideação utiliza práticas de estímulo à criatividade, ajudando a criar soluções que estejam de acordo com o conteúdo do assunto trabalhado. Aqui, a colaboração é um fator essencial, pois perspectivas diferentes sobre o mesmo tema possibilitam novas posturas frente ao proposto.

Por esse motivo, o design thinking sugere que profissionais de diferentes áreas, com variadas formações e perfis, trabalhem juntos. Essa técnica, durante um brainstorming, possibilita o aparecimento de inúmeros pontos de vista e diversas soluções para um mesmo problema, tornando possível a união das melhores ideias.

Assim, a criação de soluções inovadoras é muito mais eficiente do que seria se um grupo de pessoas com pensamentos parecidos estivessem juntas.

Prototipação

Nesse momento, inicia-se a validação das ideias geradas. Para isso, é preciso ver quais se encaixam e juntar as melhores propostas. Depois, é preciso partir do abstrato para o físico, criando modelos que testem os serviços e produtos idealizados. A intenção é receber novos feedbacks, legitimar hipóteses e mapear obstáculos.

Os modelos devem reduzir as incertezas do projeto e tornar a solução de problemas mais acertada. Desse modo, é possível investigar o que as pessoas acham e realizar todos os ajustes necessários. Dependendo da conclusão, o ciclo pode ser repetido até que uma solução tecnológica e economicamente viável seja obtida.

Desenvolvimento

Quando os testes com o protótipo obtiverem resultados positivos, o serviço ou produto pode ser lançado no mercado. Seguir corretamente todas as etapas reduz o risco de rejeição e aumenta a aceitação — tanto do artigo quanto da própria marca.

A garantia de que os produtos e serviços serão muito mais aceitos e tornarão a experiência do usuário definitiva, prazerosa e inesquecível é um dos grandes diferenciais do design thinking. É esse fator que pode causar mudanças permanentes no mundo corporativo.

Qual é a sua relação com a inovação?

A utilização da abordagem do design thinking permite explorar a inovação — um processo complexo e não linear. Dessa forma, fica mais fácil pensar fora da caixa. Além disso, essa metodologia facilitadora traz consigo vários benefícios para as organizações e seus colaboradores, portanto, esse pensamento não é uma ferramenta exclusiva da inovação.

Como as empresas podem investir nessa solução?

Primeiro, é necessário entender a visão de valor capaz de ser gerada com a aplicação do design thinking. A utilização dessas técnicas pode ser feita nos diversos setores da empresa, passando pela parte estratégica até a operacional.

Partindo de uma dor ou uma necessidade, as equipes dos departamentos ou de projetos podem alavancar todos os benefícios do design thinking. É comum que surja a necessidade inicial de capacitar os colaboradores, em especial para a mudança de mindset e para o desenvolvimento de competências mínimas para um bom resultado. Atualmente, existem empresas especializadas tanto na capacitação quanto na execução junto às companhias.

Em todos os setores do mercado, é importante que as empresas criem modelos inovadores de negócios e se diferenciem da concorrência, além de possibilitarem um contato emocional efetivo com o cliente. Nesse contexto, o design thinking surge para resolver problemas por meio das técnicas de design.

Se você se interessou pelo assunto e precisa de uma empresa de consultoria, design e tecnologia especializada na entrega ágil de estratégias e soluções digitais, conheça mais sobre os tipos de design que oferecemos e
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