Heurísticas pra que te quero

Há muito mais por trás de uma interface do que supõe a nossa vã filosofia. E se tem uma coisa que você não percebe, mas está presente na maioria dos apps que usa, são as heurísticas.

Quem já é da área de experiência do usuário sabe bem do que estou falando e o quanto as heurísticas são importantes para a boa usabilidade de um produto digital. Então, esse artigo serve como um lembrete maroto para nunca esquecer de aplicá-las em seus projetos. Agora, para você que chegou nessa “praia” há pouco tempo, fica a dica: heurísticas são vida!

Mas o que são heurísticas e para que servem? Sobretudo, no ramo da tecnologia, heurísticas são descobertas feitas a partir de observações do comportamento humano durante a interação com vários sistemas em diferentes situações. Elas servem para aproximar ao máximo a forma como funciona um produto digital (modelo conceitual) de como o usuário entende esse funcionamento (modelo mental).

Embora o modelo mental de cada um seja pessoal e intransferível, as heurísticas são frutos do senso comum e, por isso, universais. Seu uso é recomendado para que as interfaces ofereçam uma experiência adequada para a maioria dos usuários.

Segundo Jacob Nielsen, o pai da usabilidade, existem dez heurísticas principais:

#1 heurística

A visibilidade do status do sistema é a primeira heurística de Nielsen e indica que o usuário precisa ser guiado em cada etapa para saber de onde veio, onde está e para onde deve seguir. Além disso, cada ação deve ter uma reação que indique o status do que está acontecendo, seja uma mensagem de sucesso, erro ou carregamento.

#2 heurística

A segunda heurística de Nielsen é a compatibilidade entre o sistema e o mundo real. Não tem como conversar com alguém em um idioma que você não conhece. Falar a ”língua do usuário”, usando elementos visuais e palavras lhe sejam familiares, é fundamental para que ele consiga ir de ponta a ponta da jornada com total autonomia.

#3 heurística

Em sua terceira heurística, Jacob fala sobre a importância de dar controle e liberdade ao usuário. Quando oferecemos alternativas para que ele se sinta no comando, como avançar e voltar pelas telas, confirmar ou cancelar determinada ação e até mesmo desfazê-la, aumentamos sua confiança e reforçamos o sentimento de independência.

#4 heurística

Agora, quando o assunto é consistência, Nielsen explica em sua quarta heurística que manter o padrão em toda a experiência reduz a carga cognitiva do usuário e torna o aprendizado do uso muito mais rápido. Isso quer dizer que não adianta inventar a roda. Inovações são bem-vindas, mas, geralmente, levar em conta o que já existe é o que funciona na maioria dos casos, por se tratar de um modelo mental já estabelecido pela vivência do usuário.

#5 heurística

Preocupar-se em prevenir os erros é a heurística número 5 de Nielsen. O sistema deve estar preparado para essa prevenção e isso pode ser feito de várias formas. Quando um erro estiver prestes a acontecer, uma mensagem clara deve ser mostrada pedindo a confirmação se é aquilo mesmo que o usuário quer fazer. Também é possível omitir comandos que possam levar o usuário ao erro ou incluir etapas adicionais para realizar uma ação, para que o usuário tenha consciência do que está fazendo antes de chegar no erro e não confirme um comando destrutivo pela força do hábito de dispensar rapidamente as pop-ups que aparecem na jornada.

#6 heurística

Chegando na sexta heurística, Nielsen fala de novo na importância dos padrões e consistências para reduzir o esforço cognitivo do usuário, de maneira que haja mais facilidade para reconhecimento ao invés de memorização. Ou seja, a ideia aqui é usar elementos visuais e conteúdo que não exijam tanto da memória do usuário. Ele só precisa reconhecê-los, o que torna a navegação mais intuitiva.

#7 heurística

A sétima heurística de Nielsen fala sobre eficiência e flexibilidade de uso. Uma aplicação deve estar preparada para se adaptar a todo tipo de usuário, independentemente do seu momento na curva de aprendizado. À medida que um usuário vai usando o sistema em seu dia a dia, ele pode sentir falta de atalhos para executar mais rápido suas tarefas ou ter a necessidade de customizar a exibição de dados do jeito que preferir.

#8 heurística

Menos é mais. Essa é a máxima da heurística sobre estética e design minimalista. Quanto mais informações a interface tiver, maior o esforço que o usuário terá para tomar suas decisões. Cada informação adicional em uma jornada concorre com outras que podem ser mais relevantes. Dispersar a atenção do usuário pode levá-lo a cometer erros.

#9 heurística

Quem nunca se deparou com o famoso “erro 404”, por exemplo? A heurística de número 9 nos lembra sobre a importância de ajudar o usuário a reconhecer, diagnosticar e recuperar erros. Quando algo impede que o usuário continue a jornada, é preciso informar o motivo do problema e orientar com clareza como resolvê-lo. Assim, conseguimos evitar ou, pelo menos, amenizar um provável sentimento de frustração.

#10 heurística

Finalmente, a última heurística que Nielsen destaca fala sobre ajuda e documentação. Talvez, você nem lembre a última vez em que precisou recorrer ao manual técnico de um sistema e isso é um bom sinal para quem o desenvolveu. Contudo, por mais simples que seja usar uma determinada aplicação, é sempre recomendável que haja orientações por escrito para que o usuário consulte sempre que precisar. Mas essas informações não precisam estar apenas numa “central de ajuda”. Explorar o recurso de documentação contextual é uma boa alternativa para que a explicação sobre como executar determinada tarefa esteja facilmente acessível no momento do uso. (Exemplo: uma pequena interrogação que abra um tooltip explicativo).

Saber como aplicar as heurísticas ou qualquer outro recurso pensando em construir a melhor experiência é muito válido e necessário. Mas se você quer mesmo que seu produto digital faça a diferença, antes de qualquer coisa, conheça seu usuário. Sem ele, o UX não existiria e o propósito do nosso trabalho é fazê-lo se sentir bem ao usar os produtos e serviços que ajudamos a desenvolver.

Então, caso queira desbravar um pouco mais o universo das heurísticas, confira esta listinha com as mais conhecidas:

  • Heurísticas de usabilidade – Jacob Nielsen (sobre as quais falei nesse artigo)
  • As oito regras de ouro – Ben Shneiderman
  • Critérios ergonômicos – Bastien e Scapin
  • Usability maxims – Arnold M. Lung
  • Princípios de diálogos – norma ISO 9241:10

Em conclusão, aproveito para recomendar dois livros que são leitura obrigatória para quem atua em UX ou se interessa pelo tema: “Não me faça pensar”, de Steve Krug, e “O design do dia a dia”, de Donald A. Norman. Eles trazem conceitos e exemplos práticos que conversam bastante com o tema de heurísticas que você acabou de conhecer ou rever.

Gostou do nosso artigo? Portanto, siga nossas redes sociais e continue aprendendo conosco.

A transformação digital no processo de Turnaround

transformação digital
Você sabe o que é transformação digital?
Antes de falarmos sobre transformação digital, darei início sobre o processo de Turnaround.
Em primeiro lugar, o Turnaround ou reestruturação estratégica do negócio pode ser entendido como um conjunto de medidas financeiras, jurídicas e operacionais. Ele permite que a empresa se reorganize, consiga renegociar suas dívidas e possa se reerguer economicamente, retomando o caminho do crescimento. 
Sobretudo, elaborar um minucioso diagnóstico estratégico e desenvolver um plano de ação que viabilize a superação da crise, possibilita a preservação da empresa, sua função social e o estímulo à atividade econômica. 

A ineficiência do processo de Turnaround tradicional

O sintoma mais comum da crise se manifesta no caixa, quando o empresário começa a passar por dificuldades financeiras para manutenção do giro do negócio e dos investimentos necessários. 

Primeiramente, esse, geralmente, é o primeiro sintoma da crise. Que, não raro, acoberta problemas muito mais graves, mas geralmente não percebidos. Como a falta de margem de contribuição dos produtos, queda de venda por mudança de mercado, obsolescência dos produtos e/ou processos produtivos ineficientes.

Nesse sentido, não só deixam de gerar o retorno esperado, mas trazem prejuízos recorrentes ao empreendimento, desaguando sempre, no primeiro sintoma, a crise financeira.

A princípio, o grande problema do método convencional de turnaround é que ele se baseia na metodologia tradicional de diagnóstico e planejamento burocrático e pouco maleável para enfrentamento da crise. Geralmente muito lento, com horizonte muito longo e sem a eficiência necessária para socorrer a empresa que está se afogando na crise muito rapidamente. Ou seja, logo, as estatísticas demonstram que poucas empresas conseguem superar a crise e sair do processo de turnaround

Ao contrário da metodologia tradicional, um processo eficiente de turnaround precisa ser assertivo, ágil, com resultados rápidos para enfrentamento da crise. Ao mesmo tempo, colocar a empresa nos trilhos do crescimento novamente sem demora e, nisso, as modernas técnicas inerentes à Transformação Digital demonstram ser as ferramentas mais adequadas para alcançar os resultados esperados, por exemplo. 

Cultura, tecnologia, propósito definido, agilidade, e cliente no centro do negócio.

Engana-se quem acha que Transformação Digital se limita a TI, softwareapp ou web

Certamente, a Transformação Digital busca desenvolver mudanças de mentalidade e mudanças de paradigma que vêm sendo adotadas pelas grandes empresas do mundo. Isso acelera as mudanças corporativas e dá eficiência aos processos, englobando mudança de cultura, operações e entrega de valor. O que se busca é a assertividade dos investimentos e retornos rápidos com técnicas de agilidade corporativa. 

Assim, com um mergulho de imersão e descoberta focado em desvendar o problema e criar as soluções, um bom trabalho de Transformação Digital consegue fazer um diagnóstico das necessidades da empresa em no máximo quatro semanas (duas sprints).

Portanto, é importante extrair as seguintes informações necessárias e urgentíssimas para um processo completo de turnaround:

Avaliação do ambiente atual – Business Assessment;

Decomposição da visão para o negócio (quem somos, Value Proposition, estratégia, produtos, personas); 

Target Operating Model;

Mapa de OKRs;

Jornada Digital WoW;

Mapa de Tribos, Squads, Guilds e Chapters, com a visão do capacity x papéis/ competências;

Backlog inicial, priorizado (por estruturas – em alto nível);

Análise de prontidão das estruturas e Plano de ações a serem executadas. 

Esse plano de ações pode impactar os seguintes pontos nevrálgicos da empresa

  1. Definir a Estratégia, insight e objetivos de resultado claros para sucesso do negócio;
  2. Definição do usuário, seu perfil e suas necessidades (UX) para engajamento, conversão e satisfação dos clientes;
  3. Estruturação dos processos e práticas de trabalho das equipes para agilidade e eficiência;
  4. Organização de papéis, responsabilidades e competências dos colaboradores para fluidez, agilidade, eliminação de silos e especialização;
  5. Determinar prioridades para fazer o que é certo na hora certa;
  6. Definição e ferramentas de automação para simplificação e modernização dos processos;
  7. Implementação de métricas e governança para transparência, controle e tomada de decisões assertivas;
  8. Desenvolvimento das competências técnicas e comportamentais da força de trabalho, alinhado à estratégia de negócio para alinhamento e engajamento dos colaboradores (buy-in). 

Conclusão sobre a transformação digital

Em suma, a partir da definição do backlog de prioridades e da definição do Plano de Ação a ser executado, a cada duas semanas (uma sprint) entrega-se resultados contínuos iterativos, conforme a definição do que é mais urgente para que a empresa consiga se recuperar mais rapidamente e efetivamente. Assim, dando a volta por cima criando um novo horizonte para seu futuro com mais margem e vitalidade.   

Certamente, isso não quer dizer que o método convencional de planejamento estratégico para o turnaround seja completamente ineficiente.

No entanto, apenas que o mundo dinâmico atual exige ferramentas complementares mais ágeis e assertivas, sob pena de as empresas não acompanharem a evolução do mercado na velocidade que necessitam para se manterem vivas e competitivas. 

Gostou do nosso artigo? Portanto, siga nossas redes sociais e continue aprendendo conosco.

Como a transformação digital mudou a experiência do cliente?

O consumidor moderno é muito mais informado, exigente e digital, por conta da popularização da tecnologia.  Essa mudança de comportamento forçou diversos setores a adotarem a transformação digital no seu relacionamento com o cliente.

Para que as empresas continuem relevantes para o seu público-alvo, é preciso repensar o papel da tecnologia na organização, proporcionando uma experiência mais personalizada e assertiva. 

Quer saber mais sobre a transformação digital? Então leia o artigo: Transformação digital, fator de sobrevivência do seu negócio.

A seguir, entenda como a transformação digital pode mudar completamente a experiência do cliente.  

Ampliação dos canais de atendimento

Até pouco tempo, para o consumidor cancelar uma compra ou até mesmo tirar uma simples dúvida, o telefone era a única opção. Muitas vezes, as ligações eram intermináveis ou improdutivas, caras para a empresa e desestimulantes para os usuários. 

A transformação digital trouxe a ampliação dos canais de atendimento, mudando complemente o contato entre empresas e clientes. Hoje, é possível contar com novos canais digitais, como o WhatsApp, Facebook, Instagram, chatbox, entre outros.  

Algumas ferramentas permitem o uso de assistentes virtuais, que funcionam 24h por dia e, em poucos cliques, facilitam o atendimento ao cliente. Na maioria das vezes, sem contato humano envolvido.  

Leia mais sobre o tema em: A experiência do consumidor final otimizada pelo uso da tecnologia

Experiência personalizada para o cliente 

O consumidor moderno tem expectativa alta em relação aos produtos e serviços que as empresas oferecem. Ele conhece as suas opções, além de ter ciência do que pode fazer com a tecnologia. Esse é um dos aspectos que a sua empresa deve levar em consideração quando pensa na transformação digital voltada à experiência do cliente.

Para oferecer mensagens direcionadas, é preciso adotar estratégias de marketing baseadas no uso de dados. Os canais digitais mais comuns para coleta e uso dessas informações são: 

  • Newsletter; 
  • Redes sociais,
  • Mensagens de texto.

Eles são imprescindíveis nesta etapa, uma vez que é possível mensurar o engajamento dos consumidores nas plataformas, importante fator para a tomada de decisões. 

Assim, é possível personalizar a experiência do consumidor, uma vez que ele é reconhecido pelo seu nome, tem o seu histórico de compras armazenado e recebe sugestões de produtos similares às compras anteriores. 

User Experience é fundamental 

Em uma estratégia de transformação digital voltada à experiência do usuário, o User Experience tem papel fundamental. O UX parte do princípio que usuário está no centro de todo o processo, para que suas necessidades sejam atendidas, criando uma experiência simples, elegante e fácil de usar.  

O UX considera todas as interações do usuário final com as empresas. Quanto mais agradável é o ambiente construído, mais tempo o usuário tende a passar ali, além de se tornar mais aberto a novos produtos, fidelizando-se à marca. 

Por exemplo, uma página que foi pensada com design responsivo, não afeta o carregamento do seu conteúdo, o que beneficia a experiência do cliente. Caso contrário, ele pode passar adiante, em direção ao concorrente, em poucos cliques. 

Experiência do usuário: 5 práticas essenciais

A sua empresa já está ou gostaria de mudar a experiência do cliente por meio da transformação digital? Conheça os serviços que a Mooven oferece e descubra como podemos ajudar o seu negócio! Entre em contato.  

Os 9 principais indicadores da área de TI e como devem ser mensurados

Há algum tempo, a TI (Tecnologia da Informação) deixou de ser uma área apenas de suporte técnico, transformando-se em uma peça-chave para o sucesso das empresas. Para que ela seja estratégica, porém, é necessário acompanhar alguns indicadores de TI essenciais para medir a efetividade das ações.

Uma gestão, independentemente da área, precisa ser pautada por métricas extremamente realistas, que deem um diagnóstico do seu desempenho atual. A maior frequência na análise dos indicadores de TI aumentará a eficiência e auxiliará na identificação de oportunidades para o empreendimento, favorecendo o potencial de crescimento e, com isso, os lucros.

Seja uma deficiência entre os funcionários, seja um problema de atendimento, a análise pode auxiliar os gestores no destaque dos principais setores de preocupação quando se fala na capacidade de TI da empresa. Quer saber quais são os indicadores recomendados? Continue a leitura!

1. Tempo para desenvolver novos projetos

Os projetos de TI estão totalmente relacionados à capacidade que a Tecnologia da Informação tem de entregar valor para a empresa. Por isso, contar com um indicador que vai mostrar a quantidade de novos projetos que o setor desenvolveu é imprescindível para comprovar resultados.

Quanto mais a área de TI estiver envolvida em projetos estratégicos, mais relevante ela vai ser para o negócio. Afinal, é apenas por meio de novas ideias que se torna possível implementar mudanças.

2. Tempo médio de atendimento

O TMA (Tempo Médio de Atendimento) corresponde ao tempo que sua equipe de TI leva para resolver um chamado. Trata-se de um dos indicadores mais relevantes a serem considerados, já que demonstra a capacidade de realização do seu time.

Se há muita demora no atendimento, talvez seja preciso contratar novas pessoas ou, ainda, fazer um treinamento interno para que os colaboradores saibam usar a tecnologia com mais segurança.

3. Custo por homem por hora

É necessário demonstrar à gestão qual é o valor do trabalho dos seus funcionários. Para tanto, nada melhor do que medir claramente que retorno a equipe traz ao negócio.

Dessa forma, você vai ter como assegurar que o profissional está dedicado à execução de projetos relevantes, ao desenvolvimento de soluções e a outras ações que acabam contribuindo indireta ou diretamente com a rentabilidade da empresa.

O indicador também pode ser fundamental para tomadas de decisões estratégicas. Um exemplo claro disso é quando você percebe que há um profissional da sua equipe gastando tempo com funções operacionais que podem ser terceirizadas. O que acontece é que o seu custo é bem mais alto do que se você fosse contratar um técnico por fora.

4. Número de tickets abertos

Chamados ou tickets são os pedidos feitos por usuários de determinado tipo de tecnologia que sua organização oferta — seja para o público externo, seja para o interno. Alguns exemplos são o funcionário que necessita da instalação de um software específico ou o consumidor que contrata um sistema de gestão desenvolvido pelo seu negócio e precisa de manutenção.
Lembre-se de que, quanto maior for a quantidade de chamados, menos eficiente sua equipe vai ser. Acompanhar esse indicador de TI é indispensável para entender como anda a qualidade dos serviços e a produtividade do time de tecnologia.

5. Incidentes de segurança

A segurança da informação é uma grande preocupação nos dias atuais. O número de dados que uma organização gera exige um cuidado muito especial da TI para que a privacidade dos clientes e do negócio não seja prejudicada.

Nesse sentido, um dos indicadores que não podem faltar é o de incidentes de segurança. Quantas tentativas de invasão ao servidor ou vírus foram registrados? Por quantas vezes os firewalls foram acionados? Já ocorreu vazamento de dados?

Essas e outras questões precisam ser respondidas para que o seu negócio desenvolva uma política de segurança da informação bem consistente, capaz de preservar o conhecimento corporativo armazenado.

6. Tipos de problemas/chamados

Além de monitorar o número de tickets abertos, é possível categorizá-los para compreender melhor quais são os problemas mais frequentes. Imaginando que o seu negócio ofereça um software como o serviço na nuvem, a indisponibilidade poderia ser uma das razões recorrentes de reclamação.

Ao classificar os tipos de chamados, acaba ficando mais fácil verificar ações corretivas e fazer melhorias no setor, conquistando aos poucos a confiança dos usuários.

7. Nível de qualidade do serviço

Medir a qualidade dos serviços que são prestados pela área de TI permite desenvolver medidas que visem aprimorar o atendimento de forma gradativa. Assim, a satisfação do consumidor final fica assegurada.

Uma organização que comercializa soluções que requerem suporte, por exemplo, pode mediar o nível de qualidade de serviço por meio de pesquisas rápidas com os consumidores após o atendimento. É isso o que as empresas de telefonia acabam fazendo, solicitando ao cliente que espere na linha para dar uma nota ao atendimento.

Outra forma de mensurar o indicador é estipular um SLA (Acordo de Nível de Serviço ou Service Level Agreement) e atrelar a ele várias métricas que, assim que somadas, possam representar a satisfação geral dos clientes com o serviço prestado.

8. NPS de TI

O Net Promoter Score é um indicador de performance que tem como propósito medir a taxa de lealdade dos clientes do negócio. Embora seja mais voltado para o público externo, o NPS também pode ser aplicado nos setores internos de uma empresa, principalmente no de TI.

Isso acontece porque a TI é basicamente uma prestadora de serviços e, da mesma forma que a companhia, tem seus próprios clientes (que são os outros departamentos de negócio). Ao mesmo tempo, o NPS tem reconhecimento por ser mais eficiente do que as pesquisas de satisfação, devido à simplicidade apresentada — o indicador é baseado especialmente em uma só pergunta e permite uma rápida implantação.

9. Retorno sobre o investimento

Toda a infraestrutura de Tecnologia da Informação adquirida e contratada é um investimento. Por isso, deve trazer retorno para o negócio — que pode ser traduzido em maior segurança, eficiência, escalabilidade de vendas e produtividade, entre outros quesitos que acabam levando ao mesmo lugar: a área financeira.

Se o setor de TI é eficaz, gera lucro para a organização. Isso vale mesmo quando o seu papel é somente o de assegurar que tudo esteja funcionando perfeitamente para que os demais departamentos gerem valor aos clientes.
Esses são os principais exemplos de indicadores de TI, mas pode haver muitos outros, uma vez que a definição vai variar de acordo com a necessidade de cada tipo de negócio. Por fim, não se esqueça de interpretar os dados no contexto antes de tomar suas decisões!

Gostou de saber mais sobre os principais indicadores de TI e quer continuar aprendendo? Então, continue seguindo nosso blog.
E se a sua empresa precisa de uma consultoria de transformação ágil ou transformação digital, entre em contato com a Mooven Consulting.

]]>

A importância do design de serviço para materializar as ideias no seu negócio

Em um mercado cada vez mais repleto de inovações, a importância do design de serviço para as empresas só tende a crescer. No entanto, de quais formas ele pode ajudar? Como ele pode ser útil para materializar as ideias no seu negócio?

Pensando nisso, elaboramos este artigo. Durante a leitura, você descobrirá qual é a função do design em uma empresa e como ele impacta a relação com os consumidores. Para saber mais a respeito do tema, continue lendo o texto até o fim!

O que é design?

Antes de mergulhar nas palavras, olhe bem para tudo que está à sua volta. Seu celular, as construções pelas quais você passa e a cadeira sobre a qual você senta são atingidos pelo design, assim como todas as embalagens dentro de um supermercado.

Para o dicionário Aulete Digital, ele nada mais é do que “a concepção física, formal e funcional de um produto”. Isto é, trata-se de algo capaz de modelar um objeto concreto ou abstrato, tanto por dentro quanto por fora.

Na prática, podemos dizer que a sua utilização é uma aplicação direta da criatividade e suas respectivas técnicas. Dentro do mundo corporativo, organizações que vivenciam a cultura da inovação dialogam constantemente com o design de serviço.

Qual a importância do design para a empresa?

Quando você vai comprar água, por exemplo, se depara com uma infinidade de opções. Elas variam de acordo com:

  • marca;
  • preço;
  • quantidades e medidas;
  • embalagens;
  • características do produto (com gás, sem gás etc.);
  • entre outros aspectos.

Apesar de serem muitos fatores, qual deles atrai seus olhos em primeiro lugar? Provavelmente, são os rótulos, tamanhos, cores e formas presentes nas embalagens, já que eles são visualmente apelativos e podem fazer diferentes associações — uma garrafa parece ser esportiva, a outra, mais refinada, e assim por diante. 

O design tem o poder de montar a identidade visual de um produto perante os consumidores. Em alinhamento ao marketing, ele pode conceber uma campanha, linguagem ou conceito. Por consequência, isso pode originar uma série de diferenciais competitivos.

Qual a função do design em um negócio?

Tanto o posicionamento de uma marca quanto o de um negócio como um todo estão relacionados a um design. Como uma empresa se mostra ao público e como ela vende seus produtos são pontos profundamente associados.

O design de um produto não impacta somente a sua embalagem, mas também o produto em si e, em última instância, para quem ele é vendido.

Quem produz alimentos saudáveis precisa pensar em algo que se distancie das embalagens e comerciais carregados de cores e estímulos de um fast food, por exemplo.

Isso porque a identidade da marca depende dos produtos que ela vende e de como eles são comercializados. Quem confia na procedência de uma salada produzida por quem fez sua fama vendendo sanduíches gordurosos?

De que maneira o design impacta na relação entre empresa e consumidor?

Quando um formato, modelo, cor ou embalagem são escolhidos, uma empresa praticamente escolhe para quais pessoas ela deseja vender determinado produto. É o famoso público-alvo, também chamado de target ou buyer persona em outros cenários.

Sendo assim, é a partir da união entre marketing e design que começa o primeiro diálogo entre uma marca e o seu potencial consumidor. Ela define se a empresa visará a um público específico ou se os produtos funcionarão como convites para diferentes tipos de cliente.

Resumindo: o produto pode ser ajustado ao mercado, ao mesmo tempo que o mercado pode demandar por um produto com um conjunto único de características, que ainda não está disponível.

Voltemos ao exemplo das garrafas de água mineral. Nesse campo, existem inúmeros produtos que remetem à saúde, ao esporte e ao verão. Contudo, há uma mínima porção de opções voltadas ao consumo de água em jantares intimistas ou festas de luxo – é o design, junto ao marketing, que fará a comunicação entre marca e consumidor.

Por que contratar um especialista em design para a empresa?

Esse profissional reúne os conhecimentos necessários para ser uma liderança na concepção dos produtos da empresa. Ele, junto ao departamento de comunicação, pode encontrar uma necessidade em um nicho de mercado e explorá-la a partir de um novo conceito ou campanha.

Mais do que colaborar com a parte criativa e conceitual, ele pode ajudar na própria formulação do que é o produto, seja por meio da detecção de carências realizada pelo marketing, seja por pesquisas.

Uma empresa de menor porte pode ter várias dificuldades ao concorrer com as gigantes caso não considere essas questões estrategicamente. Afinal, além de não ter a mesma reputação diante do público consumidor, ela está oferecendo mais do mesmo, sem atender a uma demanda proposta pelo mercado.

Quais as soluções da Mooven com relação ao design?

A Mooven é uma empresa de consultoria em transformação ágil, design e garagem de software. Seu principal traço é ser especializada na entrega de estratégias e soluções digitais por meio do Método Ágil.

O design de produtos, bem como a inteligência de mercado, fazem parte dos diversos processos inseridos nos serviços que a empresa presta.

Como consultoria, a Mooven ouve, observa, compila e apresenta possíveis resoluções e alterações nos processos de seus clientes. O propósito é aprimorar aquilo que pode ser melhorado e encontrar novas saídas, sempre levando a qualidade final da entrega em consideração.

Em linhas gerais, para atender seus parceiros com excelência, a Mooven se propõe a compreender a fundo os elementos em questão. Por mais que não seja uma consultoria de publicidade propriamente dita, ela parte do entendimento e da criação que desaguam no design final de um produto ou serviço.

Suas principais técnicas nesse tipo de serviço são o Design Thinking e a prototipação, essenciais para minimizar os erros durante o processo e assim chegar ao resultado esperado. De forma colaborativa, ela permite que seus clientes detalhem, qualifiquem, visualizem e testem rapidamente suas ideias de negócio.

Enfim, a importância do design para empresas vai muito além do campo mercadológico – ela atinge diversas vertentes, inclusive a própria identidade de uma marca e o que ela se propõe a vender.

Se você quer materializar as suas ideias e encontrar as melhores soluções, fale conosco – a Mooven pode dar forma à sua inovação!

]]>

Segurança de dados: a sua empresa está protegida?

A segurança de dados deve ser prioridade para a gestão empresarial. Afinal, o desenvolvimento tecnológico gerou diversas oportunidades para as companhias, mas também muitas possibilidades de ataques e crimes que colocam as informações em risco.

Para evitar problemas nessa área, é preciso definir um bom planejamento e organizar a TI com foco em inovação e dinamismo. Neste artigo, você vai aprender mais sobre esse tema e descobrir alguns insights relevantes para o seu negócio. Continue acompanhando!

A segurança de dados

Essa sempre foi uma preocupação para as empresas. Mesmo antes dos computadores, quando os documentos eram guardados em arquivos físicos, o foco era manter esses registros seguros contra danos e perdas, com controle de acesso e preservação em locais específicos.

Com o avanço tecnológico, a digitalização de informações tornou-se uma convenção, o que gerou novas discussões nessa área.

Basicamente, a segurança concentra os esforços da companhia na proteção dos dados empresariais contra ameaças internas ou externas. Esses documentos podem se referir aos clientes, bem como aos colaboradores. O objetivo é reduzir as vulnerabilidades e identificar falhas e erros que abrem brechas para crimes virtuais, como ataques de hackers.

A segurança está associada a uma gestão eficiente, que contempla todos os aspectos relevantes do negócio, gerencia riscos e planeja bem os investimentos. São três pilares: confidencialidade, integridade e disponibilidade. A seguir, examinaremos esses pontos.

Confidencialidade

A confidencialidade consiste em proteger e restringir o acesso a determinados documentos e arquivos. Ou seja, é a conscientização de que nem todos devem controlar dados pessoais, somente os que realmente precisam deles. Assim, a companhia garante que o uso seja feito de maneira responsável e assegura o cuidado com a privacidade.

Integridade

A integridade diz respeito à qualidade dos dados, ou seja, eles devem ser mantidos com a mesma clareza que tinham originalmente. A empresa deve evitar danos que corrompam essas informações.

Disponibilidade

Esse princípio está relacionado com a necessidade de uso dos arquivos. Eles devem estar disponíveis sempre que a organização precisar ou até mesmo o titular e não devem ser perdidos ou guardados em locais inacessíveis.

A importância de se preocupar com a segurança

É importante atentar para o valor que a informação possui. Atualmente, as corporações dependem fortemente dos dados para operar em suas atividades cotidianas, por isso o cuidado com eles é fundamental para que os processos aconteçam normalmente.

Ademais, em tempos competitivos e altamente tecnológicos, se importar com a segurança é dar um grande salto competitivo no mercado. Ou seja, a empresa que implementa normas e busca soluções para proteção consegue se destacar no meio de outras e gerar um valor diferenciado para os seus clientes.

Segundo pesquisa da ESET, 25% das organizações na América Latina não possuem uma política de proteção. Embora pareça uma preocupação global, ainda existem companhias resistentes.

A preservação da integridade, confidencialidade e disponibilidade das informações favorece a continuidade do negócio. Se a organização gerencia bem os seus dados, consegue manter os seus processos estáveis, o que gera lucro a médio e longo prazo.

Já a antecipação de riscos contribui com a produtividade e agilidade operacional, pois prepara a empresa antes para possíveis incidentes. Com isso, não há necessidade de parar tudo para solucionar transtornos inesperados.

As políticas de defesa também são úteis para organizar a corporação. Com o controle de acesso, por exemplo, é possível estipular responsabilidades específicas para cada colaborador e restringir permissões. Dessa forma, cada um sabe exatamente o que fazer e foca em sua função especificamente.

A relação da segurança com a privacidade

A importância da segurança está intimamente relacionada com a privacidade dos usuários internos e externos. Essa é uma preocupação comum atualmente, pois esse tema está em debate.

Com a aprovação da GDPR, lei que regula a questão na Europa, e a LGPD, a versão brasileira dessa norma, os limites das organizações estão sendo discutidos. É importante atentar para algumas regras gerais que devem orientar os processos.

A privacidade consiste na prevenção de ataques e incidentes para não expor as particularidades dos usuários, o que gera desconforto e insatisfação. O objetivo da companhia deve ser guardar os dados de seus clientes, utilizando-os apenas para o que foi acordado.

Por isso, é fundamental estabelecer transparência com os consumidores no uso de suas informações. As ações da companhia devem ser claras para os titulares e precisam contar com o consentimento deles. Assim, a gestão evita prejuízos futuros e otimiza a experiência das pessoas.

Para que o cuidado com a privacidade seja completo, as empresas devem mapear muito bem o uso de dados pessoais e estabelecer um acompanhamento rigoroso em todas as etapas de utilização e em todos os departamentos nos quais eles circulam.

Para reforçar a proteção e atender as prescrições com sucesso, a gestão deve tornar isso um objetivo de toda a organização, com o total apoio colaborativo de todos os membros.

Os impactos e prejuízos da falta de foco na segurança

A negligência com a segurança pode gerar fortes impactos nas finanças e na competitividade da empresa. Caso sofra com algum incidente e não tenha definido regras para tratar com essa situação, a companhia pode perder muitos clientes por falta de confiança.

Além disso, a imagem da marca é afetada, pois as pessoas geralmente comentam com as outras pessoalmente ou em redes sociais.

Existem também consequências concretas que afetam o balanço mensal. Se descumprir e violar normas de segurança e privacidade, a empresa pode ser severamente multada e ter de arcar com indenizações.

Isso sem contar a perda de tempo com paradas obrigatórias para que os incidentes sejam solucionados. A depender da profundidade do problema, esse gargalo produtivo pode se estender por muito tempo e acarretar muitas perdas de negócios.

Em um ataque hacker como o Ransomware, que rouba documentos e pede um resgaste para descriptografar, o objetivo é explorar uma brecha dos sistemas para sequestrar informações relevantes. Isso prejudica as operações diárias e gera caos em todos os setores da companhia.

Os casos de vazamento de dados

Existe também uma forma específica de crime virtual focado na exposição e na intimidação das vítimas: o vazamento de dados. Nesse tipo, os mal-intencionados roubam valores preciosos, como as senhas, e distribuem em locais abertos.

Recentemente, o Facebook enfrentou uma situação dessa natureza. Cerca de 87 milhões de dados foram vazados das bases da empresa e compartilhados indevidamente com outra corporação, a Cambridge Analytica.

Esse caso feriu os princípios da privacidade, pois a utilização das informações das pessoas foi baseada em intenções que não ficaram claras para elas. Isso gerou uma série de problemas de confiança para o Facebook, bem como complicações judiciais e éticas.

Isso deixa claro que até mesmo as grandes marcas não estão imunes às ações dos hackers. Esse tipo de criminoso tem conhecimento especializado que permite a exploração de brechas de maneira inteligente. 

Em 2016, o Uber teve 57 milhões de dados de usuários expostos, incluindo passageiros e motoristas. Como multa, a empresa teve de arcar com 148 milhões de dólares. Já em 2017, senhas do Netflix, LinkedIn e MySpace foram expostas em um arquivo criado e atualizado por hackers. 

A segurança da informação funciona como um alicerce para as empresas atualmente: o cuidado com ela mantêm as operações fortes e a saúde do negócio estável. É importante para que as finanças não sejam afetadas e para garantir a continuidade da companhia, de maneira eficiente. Tudo isso influencia na maneira como a organização se apresenta para seus clientes e na geração de valor para eles.

Gostou de entender a relevância da segurança de dados? Então, compartilhe este post em suas redes sociais e espalhe bom conteúdo por aí!

Entenda mais sobre blockchain e por que dominar esse conceito

Você sabe o que é blockchain? Trata-se de uma das tecnologias mais disruptivas da atualidade, que tem exercido um grande papel no contexto da transformação digital. Suas aplicações são variadas e ele pode ser útil para um negócio de diferentes maneiras. 

Refletindo sobre a importância do tema, elaboramos este post. Durante a leitura, você entenderá um pouco mais sobre seu conceito, seu histórico, como ele funciona na prática e algumas de suas principais vantagens. Vamos lá?

O que é blockchain?

O blockchain nada mais é do que um sistema de registro, desenvolvido para deixar transações digitais mais protegidas. Embora sua utilização seja bastante vinculada às operações envolvendo criptomoedas, como bitcoin e ethereum, ele já ganhou espaço em outros mercados e setores.

Atualmente, é usado para validar e registrar a autenticidade de documentos, por exemplo. Dentro dele, estão registradas todas as transações processadas no sistema. Não por acaso, o nome pode ser livremente traduzido como “cadeia de blocos” — um conjunto de informações registradas ligadas umas às outras.

Cada um dos blocos é público, isto é, todos os participantes da rede têm acesso. Entretanto, uma vez processados, eles não podem ser apagados ou alterados. Além disso, registros novos só podem ser feitos a partir de um processo de validação.

Como o blockchain surgiu?

O conceito surgiu em 2008, quase no mesmo momento em que o bitcoin dava seus passos iniciais. Ele apareceu pela primeira vez no artigo acadêmico “Bitcoin: Um sistema ponto-a-ponto de dinheiro eletrônico“, de Satoshi Nakamoto, que é para muitos o texto fundador da economia cripto. 

O bitcoin foi criado justamente em um cenário no qual se alastrava a crise econômica mundial mais forte do século XXI. Portanto, ele foi desenvolvido como uma alternativa para se prevenir do chamado gasto duplo e levar as transações para o ambiente digital. 

Porém, nessa “localidade”, os dados podem ser copiados, alterados e trocados. Assim, o blockchain foi elaborado para eliminar certos tipos de fraude que poderiam acontecer nas operações financeiras virtuais, de forma a dar mais segurança nas transações.

Como ele funciona?

Há uma grande cultura de inovação que sustenta o funcionamento do blockchain. Apesar disso, compreendê-lo não é tão difícil quanto parece. Como dissemos, as informações são armazenadas em blocos de dados. Em cada um, há uma espécie de assinatura digital, também conhecida como hash, que em muito se assemelha a uma impressão biométrica.

Essa característica, portanto, confere uma identidade única para o bloco em questão, atuando como uma garantia criptográfica de que as informações ali contidas não sofreram nenhuma violação. Se um novo bloco é criado, além de ter sua própria hash, ele também carregará a do anterior, o que aumenta consideravelmente a criptografia que o protege.

É por isso que os documentos e transações ali registrados são seguros. Afinal, mesmo um ataque coordenado por hackers teria imensa dificuldade para acessá-los e/ou corrompê-los. Para invadir o sistema, é necessário quebrar a criptografia de um bloco e de seu respectivo antecessor, sucessivamente.

Todos esses dados são gravados na chamada ledger, que é como se fosse um grande livro-razão. Nela, as informações gerais dos registros estão abertas para todos, mas vale lembrar que tudo é visualizado por meio de letras e números embaralhados.

Ou seja, não há como identificar nomes ou documentos, o que confere ainda mais segurança à tecnologia. Outro aspecto que colabora imensamente para que o blockchain seja sinônimo de proteção é o fato de ser um emaranhado de dados descentralizado.

Isso porque cada rede é formada por um grupo de máquinas independentes: elas podem estar em qualquer lugar do mundo e só precisam de uma conexão com a internet para funcionar. São esses computadores e smartphones que promovem uma auditoria em relação às transações registradas. 

Quais são as possibilidades do blockchain para os negócios?

Agora que você já sabe o que é blockchain e como ele funciona, é hora de entender quais são os benefícios e os desafios que ele pode trazer para o seu negócio. Veja os principais!

Ganho de confiabilidade e agilidade para transações financeiras

A entrada massiva dessa tecnologia em instituições financeiras mostra por quais motivos o blockchain pode ser de grande utilidade, já que dá mais segurança e rapidez às transações. Conforme publicado pelo portal de notícias G1, muitos bancos gigantes estão desenvolvendo processos para contar com um blockchain interno.

Alguns exemplos são o HSBC e o Bank of America. No cenário nacional, o Itaú Unibanco se mostra como um do mais relevantes adeptos à utilização da cadeia de dados. Em suma, sua inserção no contexto bancário visa à redução de trâmites burocráticos. 

Validação de documentos

Contratos, compras e vendas de imóveis e trocas de ações podem registradas no blockchain. Esses registros de autenticidade permitem que dois documentos sejam comparados. A partir disso, há como saber se um contrato foi alterado, uma cláusula foi retirada e assim por diante. 

Vale lembrar que não é possível identificar exatamente o que foi mexido, mas é perfeitamente viável saber que algum bit sofreu modificações. Inclusive, isso pode funcionar como uma sustentação jurídica, já que é possível apresentar uma prova de que um conteúdo (contrato, propriedade intelectual etc.) existia em algum momento nas mesmas condições. 

Melhoria nos processos

Um ambiente de trabalho colaborativo, que se vale de métodos ágeis para executar e planejar suas ações, tem muito a ganhar com essa tecnologia. Além de permitir que operações financeiras de qualquer ordem sejam registradas com mais segurança, ela também possibilita uma gestão mais eficiente de contratos.

Algumas plataformas especializadas na rede ainda oferecem o serviço de identidade blockchain, que é bastante útil para evitar fraudes e vazamento de informações. A maneira como o armazenamento de dados acontece é essencial para a prevenção contra atividades fraudulentas.

Redução de custos

A redução de custos operacionais também se torna uma realidade, tendo em vista que tudo corre com mais fluidez. Assim, diminui a necessidade de deslocamento físico. As taxas pagas aos intermediadores, como bancos e financeiras, também tende a cair significativamente.

Entender o que é blockchain pode até parecer complicado à primeira vista, mas o conceito é intuitivo e diz respeito a uma dinâmica diferente de transações financeiras que não pode ser ignorada. Afinal, ele é uma tendência que já virou realidade e entrará aos poucos em diversos setores, colaborando de inúmeras formas. 

Se você gostou do texto e quer se atualizar ainda mais, aproveite para saber um pouco sobre outras inovações tecnológicas que estão mudando os negócios e a sociedade!

Enfrentando e superando os desafios do desenvolvimento ágil de softwares

O desenvolvimento ágil de software é visto por muitas organizações como um método de extrema eficiência. No entanto, sua implementação pode gerar algumas dúvidas, não é mesmo? Afinal, quais seriam os principais obstáculos para aplicá-lo?

Foi pensando nisso que criamos este texto. Ao longo da leitura, você entenderá quais são os principais desafios dessa forma de desenvolver e o que pode ser feito para enfrentá-los. Aproveite o conteúdo!

Como funciona o desenvolvimento ágil?

Abertos às mudanças em qualquer fase do projeto, os modelos ágeis de desenvolvimento — Scrum, XP, ASD Crystal etc. — ganharam inúmeros adeptos durante o século 21.

Atualmente, são empregados por organizações que se destacam no mercado em relação a práticas inovadoras, como Google, Intel, Yahoo e Microsoft. A independência da equipe e foco na satisfação dos clientes são exemplificações nítidas dos benefícios que eles proporcionam. 

Quando aplicados à produção de softwares e soluções digitais em geral, eles viabilizam a elaboração de adaptações contínuas e incrementais para os projetos.

A visão ágil também contribui muito por definir prioridades específicas de acordo com o andamento dos processos. Assim, ocorrem entregas parciais, que possibilitam perspectivas prévias e a realização de testes para corrigir erros e alcançar os resultados esperados. 

Em poucas palavras, eles são mais recomendadas para desenvolvimentos que exigem mudanças com frequência ou cujos requisitos envolvidos são passíveis de alterações.

Também tendem a ser mais bem aproveitados em equipes pequenas, que têm até 10 integrantes — o que não quer dizer que eles não sejam aplicáveis em times numerosos. 

Quais os principais desafios do desenvolvimento ágil de softwares?

O desafio mais característico enfrentado pelas empresas que utilizam esses modelos é conseguir atingir por completo as expectativas de seus clientes.

Na maioria das vezes, isso acontece por uma questão de cultura organizacional, tendo em vista que muitos empreendimentos não se prepararam adequadamente para enxergar valor em entregas parciais.

Outro fator que ajuda a explicar esse impasse é o fato de a transformação digital ainda ser recente em muitas corporações. Assim, há certa dificuldade em conseguir demonstrar a eficiência que os métodos ágeis podem ter. 

Em algumas situações, o cliente pode querer ver algo pronto ou concretizado no projeto que está sendo desenvolvido. Contudo, grande parte das metodologias utilizadas (Scrum e afins), funciona a partir de entregas parciais e prioritárias, com o objetivo de chegar com agilidade ao MVP (Produto Viável Mínimo), que consiste no demonstrativo de funcionamento mínimo do software. 
 
Imagine um app com 10 funcionalidades, por exemplo. Nesse caso, há como priorizar e entregar as 3 principais e depois analisar quais serão entregues ao longo das etapas.

Depois disso, são feitas as entregas incrementais, que vão compondo o aplicativo até alcançar a versão final. Ao conhecer uma funcionalidade por vez, pode-se ter respostas e reações rápidas.

Sendo assim, é importante mostrar ao cliente que ele ganha tempo e pode chegar a um resultado bem mais satisfatório. Em contrapartida, a entrega não acontece de uma vez — o desenvolvimento evolui com o tempo e possibilita alternativas como a prototipação para reduzir erros e alinhar expectativas.

Lembre-se que essa noção pressupõe uma quebra de paradigma e é por isso que os benefícios devem ser ressaltados constantemente.

Como lidar com os prazos?

Para andar em dia com os prazos do projeto, é necessário definir o escopo e as prioridades. Com base nessas informações, há como fazer estimativas para saber quanto tempo leva cada estágio e assim definir sprints que vão de 1 a 4 semanas.

Com base na extensão do sprint e no tamanho do time alocado no projeto, a capacidade é definida. Isso é importante para contextualizar os clientes e deixá-los um pouco mais por dentro do desenvolvimento. 

Como montar uma equipe?

A montagem do time depende da necessidade e da natureza do projeto. Normalmente há o Scrum Master, alguém responsável pelo controle de qualidade e, caso seja necessário organizar a infraestrutura, um arquiteto de dados.

Eventualmente, podem aparecer outras necessidades, como desenvolvimento mobile web, mas tudo depende da demanda da cliente.

Quais são as vantagens do desenvolvimento ágil?

De acordo com um estudo publicado pelo Laboratório de Engenharia de Software do Departamento de Ciência da Computação UFMG, que desenvolveu alguns pilotos a partir de métodos ágeis, muitos benefícios foram observados.

Poder visualizar a situação e o progresso do projeto é extremamente vantajoso para a equipe responsável e para os stakeholders. Consequentemente, também cresce a capacidade de tomar decisões para contornar eventuais problemas.

Os pesquisadores também apontaram que, durante a execução dos pilotos, os desenvolvedores e outros membros do time se engajaram gradativamente, conforme percebiam os progressos alcançados.

Constatou-se, ainda, que o produto final teve maior valor, porque exigiu-se menos esforço para lidar com funcionalidades pouco relevantes. Sendo assim, a atenção adicional para os requisitos-chave foi recompensada. 

Ao concluir a pesquisa, os especialistas destacam que, apesar das dificuldades iniciais, as vantagens se mostraram muito significativas, levando o laboratório a priorizar a aplicação de metodologias ágeis em seus projetos. 

Por que sua empresa deve ser ágil? 

Para além de desenvolver apps com UX e UI impecáveis, é válido considerar o desenvolvimento ágil de softwares em sua empresa como uma rotina. Afinal de contas, como demonstramos ao longo do texto, são muitos os benefícios que ele proporciona, embora tenha, é claro, seus próprios desafios. 

Evidentemente, mudar uma cultura tradicional devidamente estabelecida não é algo simples de se fazer, bem como montar equipes totalmente adaptadas ao ágil. 

A integração entre pessoas e departamentos também deve ser considerada, porque promove a descentralização das autoridades. Desse modo, cada membro da equipe terá independência em sua área de atuação e, ao mesmo tempo, precisará se manter alinhado às demandas gerais do projeto. 

Para contar com todo o suporte necessário para essa implementação, uma consultoria de tecnologia é extremamente bem-vinda, porque pode ajudar na montagem da equipe e coordenar toda a execução. Dê preferência a uma empresa que seja 100% ágil, com uma maioria de profissionais formados em agilidade.

Enfim, o desenvolvimento ágil de software requer inovação e, por isso, também carrega consigo alguns obstáculos a serem superados. Ainda assim, ele pode fazer muita diferença em sua organização. 

Se você precisa de auxílio com métodos ágeis, tecnologias e inovações, entre em contato conosco — nós podemos ajudar!

Cloud computing: os resultados são melhores com a migração para a nuvem?

A tecnologia é apontada como fator decisivo para o sucesso ou o fracasso de um empreendimento. Assim, está cada vez mais frequente a busca de inovações que tornem mais eficientes a infraestrutura de TI, sendo necessário a definição de metas e objetivos para que as diversas áreas se unam em torno de metas em comum.

Consequentemente, as empresas passam a investir em inovações tecnológicas fundamentais para o aumento da capacidade competitiva nos diversos cenários de atuação organizacional. Nesse contexto, investir na tecnologia de cloud computing é uma das formas eficientes de preservar o funcionamento dos serviços de modo ágil, flexível e com alto desempenho.

Migrar as aplicações para a nuvem pode ser muito atraente por causa dos benefícios proporcionados, embora ainda seja muito questionado acerca dos riscos de segurança. Por isso, este artigo tem como finalidade informar a respeito da migração para cloud computing. Acompanhe conosco!

Em que consiste a cloud computing?

A cloud computing — também conhecida como computação em nuvem — pode ser definida como a realização de sistemas e serviços de TI em servidores compartilhados e conectados por meio da internet. Utilizam-se armazenamento do banco de dados, aplicações e outros recursos por uma plataforma de serviço de nuvem no qual os servidores são compartilhados e conectados via web.

Pela conexão de rede, cada usuário tem acesso a um grupo de recursos antecipadamente estabelecidos que propicie maior desempenho e segurança para todos os que estão interligados à plataforma de cloud.

Essa plataforma de serviços é proprietária e responsável pela manutenção do hardware interligado à rede e possui diversos recursos que podem ser usados em um servidor de cloud computing, contendo diferentes vantagens.

Quais são as vantagens desse recurso?

Como mencionado, a cloud computing oferece diferentes vantagens para simplificar a vida do gestor e ainda favorecer aumento da competitividade da instituição.

Essa ferramenta pode proporcionar vários benefícios, visto que há maior capacidade de integração do ERPs, maior controle das soluções de cloud storage e melhoria na consistência da performance dos sistemas de virtualização, proporcionando a execução de softwares legados com segurança e desempenho.

Ainda podem ser encontradas vantagens, como:

  • maior controle de custos;
  • maior centralização nos projetos e processos críticos;
  • maior flexibilidade;
  • melhor acesso às informações internas;
  • maior escalabilidade;
  • segurança.

Quais são os tipos de cloud computing?

A computação em nuvem pode ser executada por três tipos de infraestrutura: nuvem híbrida, privada ou pública, de modo que a computação em nuvem pública é um dos principais modelos de execução do serviço cloud computing.

Também oferece três principais tipos de serviço, que podem ser integrados em ambientes com diversas finalidades e são diferenciados por sua plataforma e tipo de solução assegurada ao usuário. São eles:

IaaS — infraestrutura como serviço

A infraestrutura como serviço é usado para dar acesso — virtual ou no hardware — a recursos de rede, computadores e armazenamento de dados. Com esse serviço, a empresa pode acessar a infraestrutura computacional básica.

É comumente utilizado por sua alta flexibilidade e controle de gerenciamento sobre os recursos de TI. Ainda pode ser usado para configuração do ambiente de trabalho personalizado de modo a realizar soluções internas ou criar ferramentas.

PaaS — plataforma como serviço

Pela plataforma como serviço é possível concentrar-se na implantação e gerenciamento de suas implicações, sendo ambiente de trabalho com funções básicas previamente configuradas. Com esse serviço não há necessidade do foco na manutenção de funções avançadas. O PaaS é parecido com o IaaS, no entanto não acessa algumas funções avançadas.

SaaS — software como serviço

No caso do software como serviço, é oferecido um produto completo, executado e gerenciado pelo provedor de serviços. Atualmente, é um dos principais modelos de cloud computing. Por ele, é possível obter solução personalizada, por exemplo, o webmail.

Muito conhecido por conter um simples gerenciamento e ser de fácil acesso, o prestador de serviços também é responsável pelos processos. A atualização de software é automática, e o backup de dados é executado em segundo plano, normalmente em tempo real.

Como migrar para a cloud computing?

Com a redução dos gastos e a facilidade de acesso dos colaboradores, migrar para a cloud computing tornou-se uma opção vantajosa para os empreendedores. Essa migração também oferece instalações simples, gerenciamento centralizado, economia de espaço físico. Com a conexão ao serviço on-line existe a possibilidade de uso de ferramentas virtuais para salvar documentos e projetos.

Por existirem algumas dúvidas acerca da migração para cloud computing, confira algumas dicas importantes que devem ser consideradas para migrar com segurança:

Estabelecer um planejamento

Primeiramente, a segurança dessa migração depende do estabelecimento de um bom planejamento, que deve envolver pesquisa a respeito dos tipos e modelo de serviço a serem utilizados. Além disso, todo projeto deve ser mapeado por um profissional que entenda tanto de cloud computing quando de empreendimento.

Outra consideração a ser feita é a respeito do motivo pelo qual a empresa necessita de cloud computing, o que ajuda na integração de TI com os executivos da instituição na busca de soluções alinhadas com o objetivo do negócio.

Otimizar o centro de dados existente

No decorrer do tempo, a empresa acumula uma estrutura pesada e sem agilidade. Os principais objetivos de otimizar o centro de dados existente visando migar para cloud computing são aperfeiçoar e crescer.

Adotar novas soluções para substituir todo o legado

Outra dica importante é criar ou adotar novas soluções, visto que é arriscado manter o sistema. Ainda sairá com custo maior do que migrar para novos sistemas.

Explorar o progresso do projeto de migração

Uma dica fundamental é planejar, desenhar e testar detalhadamente o projeto. Atualmente, existem vários recursos, organizações e profissionais que auxiliam na migração para cloud computing, diminuindo os riscos.

Quais são as práticas para o uso da migração?

Sem dúvida, proteger as informações da empresa é uma das maiores preocupações dos gestores, visto que sem elas não há possibilidade de realizar atividades cotidianas, continuar as operações e criar estratégias para que o empreendimento se torne vantajoso competitivamente no mercado.

Desse modo, garantir a proteção é fundamental, e isso só é possível com a adoção de práticas de segurança por meio do fornecedor de cloud computing. A seguir, explicamos as boas práticas de segurança que devem ser adotadas.

Avaliar as atividades de TI

Outro ponto importante é avaliar os aplicativos que serão benéficos e se as atividades poderão ser feitas de forma eficiente. O gestor de TI deve analisar os provedores de nuvem disponíveis e os aplicativos, observando qual deles melhor se adapta às necessidades.

Conhecer os tipos de serviços em nuvem

É importante que o gestor de TI conheça os diferentes tipos de nuvem, visto que existe uma variedade delas com as quais ele terá que lidar. Para o sucesso da migração, é preciso conhecer e saber qual delas é boa antes de mover as informações.

Maximizar a segurança

Para obter sucesso e manter o cliente satisfeito com a transformação e o aumento dos processos operacionais, a nuvem privada deve oferecer aos utilizadores a praticidade da nuvem pública. Com isso, os gestores de TI manterão o uso de cloud com VPNs e firewalls.

Sendo assim, é possível concluir que, com cloud computing, o acesso seguro aos dados, a flexibilidade e a redução de custos a curto prazo são os determinantes para a realização da migração, além da possibilidade de crescimento e tendências do mercado. Desse modo, é plausível contar com profissionais que façam a migração para cloud computing de modo eficiente e seguro.

Agora, que já conhece melhor sobre a migração para cloud computing, siga as nossas paginas nas redes sociais. Estamos no Facebook e no Linkedin!

Descubra como acertar na escolha do fornecedor de soluções digitais

inovações tecnológicas avançam cada vez mais. A partir delas, novos desafios aparecem e, consequentemente, outras soluções digitais se fazem necessárias. Por conta disso, muitas empresas se veem na necessidade de escolher um bom fornecedor a fim de resolver essas questões com o máximo de eficiência. No entanto, como fazer essa escolha? Pensando nisso, desenvolvemos este artigo. Durante a leitura, você entenderá a importância de tomar a decisão correta e quais fatores deve analisar. Boa leitura!

Qual é importância de escolher um bom fornecedor de soluções digitais?

Quando comparado a outros setores, esse mercado ainda é tratado como novo, já que tem pouco mais de 5 anos de existência. Portanto, levando esse cenário em consideração, contar com um bom fornecedor pode implicar a presença de diferenciais competitivos relevantes do ponto de vista mercadológico. Afinal, são poucas as organizações dispõem das melhores soluções, de fato. Além disso, sem ter esse apoio, os processos podem ser comprometidos e isso tende a atrapalhar o fluxo de produção e, posteriormente, as entregas realizadas. A qualidade geral, por sua vez, também pode cair drasticamente. As empresas que estão em busca desse tipo de suporte querem, de variadas formas, evoluir. Se existe uma procura por novos fornecedores de soluções tecnológicas, é provável que as lideranças vejam alguns gargalos que a empresa não consegue ou não pretende resolver com recursos próprios e diretamente. Uma organização, quando entende que o mercado está em um nível mais avançado do que ela, enxerga a necessidade de fazer uma atualização, de tentar novos métodos, outras maneiras de trabalhar, ferramentas inovadoras e assim por diante. Não por acaso, atualmente, em boa parte das empresas, sempre existe uma pessoa responsável por inovação. Esses profissionais visam produtos e metodologias capazes de inovar os processos da empresa e, por consequência, melhorá-los. Geralmente, cabe a eles encontrar serviços, consultorias e afins capazes de auxiliar nesse tipo de implementação e enfim transformar os métodos utilizados.

Quais fatores avaliar na hora de escolher o fornecedor ideal?

Agora que você já sabe da enorme importância que esses fornecedores exercem no sucesso de sua empresa, é hora de compreender mais a fundo quais fatores analisar antes de escolhê-los. Confira, logo abaixo, os principais!

Compatibilidade de objetivos

É essencial que seus futuros parceiros entendam exatamente quais são as necessidades de sua empresa e quais partes delas devem ser resolvidas por eles. Sem estabelecer uma compatibilidade de objetivos clara e direta, é possível que surjam ruídos na comunicação e os resultados esperados não sejam alcançados. Também é importante lembrar que, nessa área, os serviços podem ser totalmente customizados, ou seja, você pode precisar:
  • da aplicação de uma metodologia;
  • do fornecimento de mão de obra especializada para implementar uma ação;
  • de treinamento para os colaboradores internos;
  • do desenvolvimento de um projeto do início ao fim;
  • de todos esses fatores.
Portanto, é fundamental alinhar corretamente as expectativas e garantir que o fornecimento seja compatível com as demandas apresentadas.

Foco em resultados

Fornecedores e consultorias, idealmente, não impõem nada a quem os contrata. O que fazem é, no máximo, sugerir os caminhos mais adequados e mostrar quais as possibilidades mais viáveis para resolver determinado tipo de problema. Desse modo, quem fornece precisa se comprometer com os resultados em vez de se apegar a uma ou duas metodologias. Afinal, os objetivos do contratante devem ser atingidos, independentemente das decisões tomadas para se chegar até eles. Consultores que se valem do método ágil, por exemplo, estão mais focados em resolver as complicações de seus clientes com maior rapidez na entrega. Isso se deve, na maioria dos casos, ao fato de se preocuparem mais com a qualidade final e a funcionalidade do que com um planejamento inicial ou uma ideia fixa.

Experiência da empresa

Assim como em diversas outras situações, a experiência precisa ser colocada como um requisito básico. Antes de concretizar a contratação, o ideal é conhecer com quais segmentos a futura parceira já trabalhou, quais serviços está habituada a prestar, como ela se posiciona no mercado, as especialidades e a trajetória institucional. Checar esses fatores é um grande passo para não fazer uma má escolha e ter a garantia de que a organização contratada está apta a oferecer soluções reais em vez de trazer novos problemas.

Metodologias utilizadas

Independentemente da resposta que se busca, tente compreender muito bem as metodologias que serão usadas por seus novos fornecedores. A partir dessa noção, há como estimar quanto tempo cada etapa do projeto levará para ser finalizada. Se você deseja desenvolver um software, por exemplo, dê preferência às empresas que se valem dos métodos ágeis, que prezam pela agilidade em equilíbrio com a qualidade do que é entregue. Caso precise de um treinamento para a sua equipe, recorra a uma organização que saiba da importância de um ambiente de trabalho colaborativo, formado por pessoas dispostas a aprender e a ensinar de forma orgânica e simultânea.

Habilidades da equipe de trabalho

Se você precisa de especialistas que trabalhem alocados em sua empresa, certifique-se de que eles realmente dominam o conhecimento necessário para realizar as atividades em questão ou para ocupar certos cargos. Essa verificação é primordial, tendo em vista que carências específicas demandam um conjunto de qualificações e capacidades extremamente particulares, de modo que nem todos os profissionais podem cumprir exigências tão detalhadas.

Opinião de outros clientes

Essa é uma das maneiras mais tradicionais de saber se a qualidade dos serviços se aproxima do que é anunciado ou vendido. Procure, se possível, ouvir a opinião de clientes de setores e/ou portes distintos. A diversificação das impressões ajuda a formar uma perspectiva heterogênea a respeito da empresa. Assim, há um material mais sólido para identificar qual fornecedor ou consultoria pode solucionar as questões apresentadas. Encontrar a parceria ideal para soluções digitais e tecnológicas pode ser muito difícil. Antes de tudo, é necessário compreender a relevância dessa decisão e fazer análises cautelosas sobre as ofertas do mercado. Feito isso, basta considerar os fatores listados ao longo desse artigo e optar pela melhor saída. Se você precisa de uma solução que se adapta completamente ao seu negócio, entre em contato conosco — a Mooven está pronta para você!]]>