3 principais métricas ágeis para quantificar o retorno do Agile

Executar uma tarefa e não saber se o desempenho atendeu às expectativas pode ser frustrante, concorda? Nesse sentido, as métricas ágeis são fundamentais para quantificar o retorno obtido com a gestão ágil de projetos.

Bem como esse assunto é de extrema relevância para muitas pessoas, preparamos este artigo especial. Ao longo do texto, você encontrará os principais indicadores, como usá-los e a relação que estabelecem com as finanças de uma organização. Continue a leitura! 

O que são os métodos ágeis e por que são vantajosos? 

Um método ágil — termo adaptado do inglês “Agile” — é um jeito de pensar e realizar a gestão de empresas e projetos. Ele se vale de técnicas específicas para aprimorar a rotina de um negócio, como: 

  • mensurar os resultados; 
  • facilitar o acesso aos dados; 
  • antecipar entregas de valor; 
  • agilizar a comunicação; 
  • otimizar a produtividade.  

A grande vantagem que esse tipo de abordagem proporciona é a redução do desperdício de recursos: temporais, materiais, financeiros e assim por diante.  

Eventualmente, métodos ágeis também são aplicados em conjunto com outras ferramentas, como prototipação e Design Thinking. Elas são úteis para propor soluções, compreender o andamento de um projeto e encontrar oportunidades para promover melhorias.  


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Como saber se a estratégia está funcionando? 

Em primeiro lugar, é preciso entender quais são os desafios da organização — em boa parte das vezes, eles se associam aos prazos, uma vez que projetos tradicionais tendem a demorar além do esperado. Tal fator pode ser um obstáculo, afinal, é feito um investimento para alocar recursos, mas a entrega do produto não ocorre. 

No Agile, trabalha-se com ciclos de entrega ou sprints: os recursos aplicados são sincronizados com retornos palpáveis. Afinal, algum resultado será entregue no fim de cada ciclo, cuja duração vai até 30 dias. Geralmente, a extensão é de uma ou duas semanas, mas tudo depende da complexidade do que está sendo construído. 

Por exemplo, imagine a seguinte situação: no desenvolvimento de um app para uma loja, o cliente recebe uma funcionalidade de validação do CPF antes da conclusão do projeto. A medida serve para saber se o investimento realizado foi correspondido, visto que, pode-se acompanhar o desenvolvimento e ver os resultados. 

Na prática, não existe uma relação de linearidade entre a aplicação realizada e o retorno recebido: às vezes, gasta-se um pouco menos e o resultado vem acima do esperado. Ainda assim, podemos considerar que o aporte e a entrega do produto caminham próximos.  

O importante é que há sempre uma retrospectiva ao final dessas pequenas entregas, o que permite pensar em como melhorar os processos de forma contínua. Além de ser uma prática estimulante, ela viabiliza um ambiente de trabalho colaborativo — o time é guiado a produzir com mais velocidade, uma vez que está aperfeiçoando seus métodos de trabalho. 

Quais são as principais métricas ágeis? 

Listamos, logo abaixo, algumas das principais métricas ágeis que possibilitam monitorar a evolução do projeto e das entregas. Esses instrumentos ajudam a corrigir decisões equivocadas para que se possa alcançar o objetivo final com o máximo de eficiência.  

1. Gráfico de Burnup 

O gráfico de Burnup é útil por apresentar a quantidade de trabalho que uma equipe entregou. Em uma única visualização, combina-se a entrega total e o escopo. Usado para verificar as tendências e, a partir delas, estimar o prazo de entrega da meta analisada.  

Trata-se, portanto, de uma poderosa ferramenta de comunicação e controle interno, já que o próprio time pode avaliar o desempenho e a velocidade de produção no ciclo. Graças a essa característica, pode ser utilizada para negociar com stakeholders. 

Desse modo, se você se comprometeu a entregar algo novo para o site do cliente, basta dividir o trabalho a ser feito pelo total de dias e ficar de olho na progressão, por exemplo. 

2. Balance Scorecard 

Quando se pensa na gestão organizacional como um todo, logo se vê a necessidade de usar o Balance Scorecard para ponderar o que está sendo entregue ao mercado, bem como a velocidade de crescimento. 

Essa métrica auxilia a entender como o aprendizado dos colaboradores está evoluindo, a fim de criar produtos cada vez mais inovadores. De qualquer forma, é preciso ressaltar que o Balance Scorecard não é uma ferramenta ágil, necessariamente. Ele funciona como um indicador de gestão, independente da maneira como é conduzida, pode ser adaptada para métodos ágeis. 

Via de regra, o Balance Scorecard é formado pelo equilíbrio entre essas perspectivas: 

  • finanças; 
  • aprendizado e crescimento; 
  • clientes; 
  • processos internos e criação de valor.  

3. Throughput  

Throughput nada mais é do que o número médio de unidades processadas por unidade de tempo, ou seja, ele mede quanto itens foram entregues em uma semana. É comum que haja uma confusão entre esse indicador e a Velocity, métrica utilizada no Scrum, mas ambos têm propósitos distintos.  

O throughput é interessante porque ajuda a responder questões como o total de entregas que o time consegue fazer em um determinado período e avaliar se certo aspecto está bloqueando ou impulsionando a performance. A partir dele, todos os envolvidos conseguem acompanhar a evolução com bastante transparência.  

Como quantificar o retorno financeiro? 

Os hábitos de consumo mudaram, assim como as formas de avaliar a satisfação de quem consome. Nesse cenário, vender bastante e se apegar a números de curto prazo não é mais suficiente — é fundamental oferecer uma experiência única aos clientes para fidelizá-los e torná-los divulgadores espontâneos da marca, que deve estar bem posicionada no mercado.  

Para isso, mais do que analisar o retorno financeiro imediato, é preciso entender a cultura da organização. Muitas vezes, estabelece-se uma gestão baseada em comando e controle — nela, o colaborador é apenas uma mão de obra e não um intelecto repleto de potencialidades. 

Contudo, essa transformação é hierárquica e passa pelas lideranças. Sem uma mudança de mentalidade, fica difícil evoluir e encontrar alternativas. Às vezes um produto não proporciona um retorno de investimento imediato, mas acaba viralizando e se transforma em uma enorme receita no futuro: o WhatsApp exemplifica isso muito bem. 

Enfim, métricas ágeis são instrumentos valiosos. Ainda assim, devem ser acompanhadas de uma gestão inovadora, capaz de observar e compreender que velocidade e pressa não se misturam.  

Se você gostou do conteúdo e precisa suporte especializado para aplicar métodos ágeis em seu negócio, entre em contato com a Mooven! 


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Transformação Digital

Transformação Digital Corporativa: solução para os problemas da sua empresa

Transformação Digital Corporativa: solução para os problemas da sua empresa

Você já ouviu falar em Transformação Digital e Agilidade Corporativa? Não? Então, prepare-se, sua empresa vai precisar.

A Transformação Digital é inevitável para a sobrevivência dos negócios nos próximos anos. Mas, ao contrário do que muitos pensam, Transformação Digital não envolve apenas investimentos em TI, software ou web.

Sobretudo, trata-se, na verdade, de uma mudança de mentalidade e mudança de paradigma que vêm sendo adotada pelas grandes empresas do mundo para acelerar as mudanças corporativas. Assim, dando eficiência aos processos, englobando mudança de cultura, operações e entrega de valor. O que se busca é agilidade dos processos, assertividade dos investimentos e retornos rápidos.


? Você pode se interessar por: Como a transformação ágil pode mudar uma empresa?


Já ouviu falar sobre Scrum, técnica conhecida como a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo?

E de OKR, eficiente técnica de assertividade dos resultados utilizada por empresas como Google, Spotify, UBER, Amazon, Linkedin, Walmart e muitas outras?

Sabe se sua empresa está acompanhando as concorrentes na busca por mais eficiência?

Se a resposta for não, é melhor ficar atento às mudanças corporativas e buscar rapidamente uma empresa especializada em Transformação Digital Corporativa.

O objetivo da Transformação Digital é elevar os negócios a um novo patamar de eficiência, agilidade, qualidade e de entrega de valor.

Trata da busca por melhorias contínuas e ágeis, flexibilidade e rápida adaptabilidade às desenfreadas mudanças de comportamento do mercado (e da própria sociedade). Focar no que é certo na hora certa (Como no Livro de John Doerr “Avalie o que Importa”) e conseguir dar respostas rápidas às demandas internas e externas.

Um bom processo de Transformação Digital consegue contemplar as seguintes iniciativas:

  • Desenho da estratégia, metas e objetivos de resultado claros para sucesso do negócio;
  • Definição do usuário, seu perfil e suas necessidades;
  • Detalhamento da experiência de produtos e serviços para o cliente (usuário) visando ao consumo e satisfação (criando recorrência de consumo);
  • Definição dos processos e práticas de trabalho das equipes para agilidade e eficiência;
  • Organização de papéis, responsabilidades e competências dos colaboradores para fluidez, agilidade, eliminação de silos e especialização;
  • Definição das prioridades para fazer o que é mais importante na hora certa;
  • Definição e ferramentas para automação, simplificação e modernização dos processos;
  • Desenvolvimento das competências técnicas e comportamentais da força de trabalho, alinhado à estratégia de negócio (engajamento dos colaboradores);
  • Definição de métricas e governança para transparência, controle e tomada de decisões assertivas.

Para isso, se faz fundamental implementar o processo com base em sólido conhecimento técnico (principalmente com base nos métodos ágeis: OKR, SCRUM, Design thinking, Kanban, Lean, etc). Antes de mais nada, conhecer a melhor estratégia e o modelo adequado para a mudança ágil (Framework ágil) e ter um time preparado para adotar as melhores práticas necessárias para atingir o resultado.

Em um curto prazo as empresas já têm a percepção dos benefícios e passam a colher os frutos da transformação.

Uma boa técnica de Transformação Digital envolve priorizar as práticas e ações relevantes. Definir o foco inicial, formatar o backlog de prioridades, mobilizar e preparar as pessoas impactadas para um novo modelo de negócio que não é mais uma possibilidade, mas uma necessidade. Tudo isso envolto num mundo tecnológico em que as pessoas esperam respostas rápidas, eficientes e centradas nas necessidades do usuário.

Já não é segredo pra ninguém que o mundo moderno é conhecido por VUCA, ou seja, marcado pela volatilidade (volatility), incerteza (uncertainty), complexidade (complexity) e ambiguidade (ambiguity).

Conforme Zygmunt Bauman tratou do tema no célebre livro “Vidas Líquidas”, em que demonstra que a atual estrutura social e econômica tem se caracterizado por vínculos descartáveis e efêmeros, seja no amor, nos relacionamentos profissionais e afetivos, na segurança pessoal e coletiva, no consumo material e espiritual, no conforto humano e no próprio sentido da existência. Isso, sem dúvida, é fruto da dinamicidade do estilo de vida, com tendências inconstantes e altamente mutáveis.

Tal como desenhado por Bauman no Livro Vidas Líquidas, o mundo também é muito fluido, muito líquido, ou seja, sujeito a constantes mudanças de paradigmas, por isso, chamado de VUCA.

Como lidar com isso no mundo corporativo? Como acompanhar essas mudanças constantes e dinâmicas que explodem a cada dia? Atualmente, só há uma resposta, investir em Transformação Digital Corporativa.

Portanto, sem a Transformação Digital dando agilidade aos negócios, a tendência é perder a relevância no mercado e ser substituído por empresas mais eficientes, centradas nas necessidades dinâmicas dos usuários.

Em suma, uma empresa digital é ágil e flexível o suficiente para se adaptar rapidamente às mudanças contínuas de um mundo em que ninguém conhece ao certo como será o amanhã.

Transformação digital

Transformação Digital

Em tempos de mudanças constantes que exigem adaptação e inovação, a transformação digital deixou de ser um diferencial para se tornar um fator vital, que garante a sobrevivência dos negócios.   

Só no Brasil, já existem 134 milhões de usuários de internet, sendo que 58% desses acessos são feitos pelo celular, segundo pesquisa da TIC Domicílios 2019. Esse é um reflexo da digitalização e também afeta a forma como se vive e consome, gerando oportunidades e desafios para as empresas, que se veem obrigadas a se tornarem digitais. 

Sobretudo, empresas que absorvem a cultura digital tendem a liderar o seu mercado e sair na frente da concorrência, ganhando produtividade, dinamismo e aumentando a qualidade dos serviços oferecidos.  

Já as que não se adaptam, tendem a perder sua relevância e desperdiçar recursos valiosos, como tempo e investimento financeiro.  Mas afinal, o que é transformação digital e por que ela é vital para o seu negócio?  

Elaboramos este guia para que você possa navegar entre os principais temas que se relacionam com a Transformação Digital. Neste artigo, você verá: 

O que é Transformação Digital?  

O termo transformação digital ganhou popularidade, mas sua prática vai além da presença nas redes sociais e o uso de softwares avançados do mercado, entre outros recursos tecnológicos.   

Na Mooven Consulting, acreditamos que o princípio da transformação digital é levar a tecnologia para o centro estratégico do negócio.  

Nesse sentido, partindo dessa definição, o negócio aumenta a sua produtividade e garante a sua relevância no mercado, se aproveitando dos recursos que o ambiente digital oferece.

Depois que você já entendeu o conceito, vamos entender a importância da transformação digital para empresas hoje e no futuro. 


  ? Você também pode se interessar por:
Conheça também os princípios da transformação ágil.   


Mas, por que a Transformação Digital é importante para o seu negócio? 

O mercado está cada vez mais competitivo e dinâmico e o consumidor também ganhou mais poder de escolha, tornando-se mais exigente. Por isso, é preciso manter a relevância e ficar atento às tendências. Enquanto ignorar as mudanças que estão acontecendo é isolar-se. 

E, neste cenário em que as mudanças exigem adaptação e inovação, a transformação digital deixou de ser um diferencial para se tornar um fator vital, que garante a sobrevivência dos negócios. Empresas que absorvem a cultura digital tendem a

Já as que não se adaptam, tendem a perder sua relevância e desperdiçar recursos valiosos, como tempo e investimento financeiro.  

Assim, para enxergar as oportunidades que a tecnologia traz, é preciso mudar também a tradicional forma de se pensar, abrindo espaço para o novo. Essa mudança de ponto de vista é chamada de Mindset Digital, fundamental para quem não quer ficar para trás no mercado. 

O que é Mindset Digital?

Ao adotar uma transformação digital, todos os envolvidos no processo também devem evoluir a sua forma de pensar. Por isso, o mindset digital deve ser trabalhado entre os colaboradores.   

Mindset diz respeito a forma como pensamos e olhamos para as situações do cotidiano e orienta as nossas decisões. Ao adicionar a palavra digital, temos uma nova definição:  

Mindset digital é um modo de pensar e agir voltado para a tecnologia e como ela impacta positivamente o negócio. 

Isso significa que, neste novo momento, os envolvidos no processo devem ressignificar sua forma de ver os processos da empresa, reavaliar ferramentas, sempre se perguntando: como este processo poderia ser mais ágil, eficiente, econômico? 

Não é viável mudar o mindset de uma organização de uma hora para outra, mas com planejamento, é possível adotar estratégias que trarão resultados sólidos. Por exemplo, usar recursos que a sua empresa já dispõe a favor do mindset digital, como a comunicação corporativa.


 ? Saiba mais no artigo: Mindset Digital e Comunicação Corporativa. 


Vantagens da transformação digital  

A transformação digital exige muito trabalho e reestruturação por parte da empresa, mas também tem inúmeras vantagens, que vão além de garantir a sobrevivência do negócio. Confira alguns dos ganhos que ela pode trazer a médio e longo prazo. 

Manter a relevância do negócio  

De acordo com uma pesquisa da Fortune, do ano 2000 até hoje 50% das 500 maiores empresas mundiais já desapareceram. Por que tantas empresas desaparecem logo nos primeiros anos de vida?

As respostas para essa pergunta podem variar, mas é inegável que uma empresa atenta ao seu mercado e às mudanças no comportamento do consumidor tendem a se manter ativas por mais tempo.

Ao adotar a transformação digital, empresas conseguem manter sua relevância para o mercado e cliente, porque estão sempre alinhadas às evoluções pelas quais eles passam. 

Além disso, a automatização de processos contribui para a eficiência do produto ou serviço, diminuindo os custos dos mesmos.  


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Essa automatização elimina etapas burocráticas do dia a dia e pode ser feita usando ferramentas simples, como formulários digitais, plataformas de disparo de e-mail marketing, entre outros. Além disso, pode ser monitorada em tempo real via métricas, facilitando os ajustes e melhorias no seu produto ou serviço.

Por exemplo, é possível acompanhar a taxa de abertura de e-mail marketing ou até mesmo criar uma régua de comunicação eficiente, que te ajuda a entender o que mais interessa ao seu público.

Transformar a experiência dos clientes  

Para reter clientes, é preciso tornar a experiência desse usuário cada vez mais inteligente, personalizada e eficiente. Essa otimização pode ser feita por meio de inteligência artificial, Big Data, entre outras ferramentas presentes em uma estratégia de transformação digital. Além disso, essas ferramentas, fundamentadas em dados, trazem insights que levam ao aperfeiçoamento de produtos e serviços. Confira alguns meios de transformar a experiência dos clientes e usuários: 

Mais canais de atendimento 

Até pouco tempo, o telefone era a única opção do cliente até mesmo para tirar uma simples dúvida. Às vezes (ou muitas vezes), as ligações eram intermináveis, cansativas para os consumidores e caras para a empresa.  

Mas, a transformação digital ampliou as opções de canais de atendimento, mudando profundamente a maneira de contato entre clientes e empresas. Hoje, é possível contato por canais digitais como Instagram, WhatsApp, Facebook. Isso demanda preparação e adaptação aos canais, suas linguagens e ferramentas.  

Algumas ferramentas permitem o uso de assistentes virtuais e chatboots, que funcionam 24h por dia e, em poucos cliques, facilitam o atendimento ao cliente. Na maioria das vezes, sem contato humano envolvido.   


 ? Você também pode se interessar por:  A experiência do consumidor final otimizada pelo uso da tecnologia 


Experiência personalizada para o cliente 

O consumidor moderno tem expectativa alta em relação aos produtos e serviços que as empresas oferecem. Em outras palavras, ele conhece as suas opções, além de ter ciência do que pode fazer com a tecnologia. Esse é um dos aspectos que a sua empresa deve levar em consideração quando pensa na transformação digital voltada à experiência do cliente

Para oferecer mensagens direcionadas, é preciso adotar estratégias de marketing baseadas no uso de dados. Os canais digitais mais comuns para coleta e uso dessas informações são: newsletters, redes sociais e mensagens de texto.

Eles são imprescindíveis nesta etapa, uma vez que é possível mensurar o engajamento dos consumidores nas plataformas, importante fator para a tomada de decisões.  

Assim, é possível personalizar a experiência do consumidor, uma vez que ele é reconhecido pelo seu nome, tem o seu histórico de compras armazenado e recebe sugestões de produtos similares às compras anteriores. 

O celular se tornou a primeira tela

Ou seja, o celular roubou a cena e se tornou a primeira tela das pessoas, mesmo quando elas estão em atividades que exigem sua atenção total, como assistir filmes na TV. Não é mais inteligente ignorar a importância de criar estratégias de marketing digital para se comunicar com o consumidor cada vez mais conectado.

Às vezes, as novas mídias ultrapassam as mídias tradicionais, por serem mais versáteis e baratas. Foi o que aconteceu com a Volvo, em uma das ações de marketing mais geniais dos últimos anos.

Em 2016, a Volvo cutucou sua concorrência durante o Super Bowl, um dos eventos esportivos mais assistidos do mundo e também um dos mais caros para se fazer anúncios.

A Volvo não fazia parte do time de anunciantes, mas usou o Twitter para ser um dos maiores destaques do evento. Cada vez que seus concorrentes Mercedes-Benz, Lexus, Nissan, Fiat, Toyota, and Kia eram anunciados, os usuários que publicassem na rede social usando hashtags #VolvoInterception e #Volvocontest, concorreriam ao sorteio de um veículo novo.

Essa foi uma forma brilhante de desviar a atenção dos expectadores da concorrência para a marca, usando uma simples ferramenta do Twitter. Como resultado, a Volvo viu suas impressões nas redes sociais alcançaram 200 milhões de dólares e teve um aumento de 70% nas vendas do modelo anunciado, o XC60, no meês seguinte ao Super Bowl.

Agilizar fluxos de trabalho  

Equipes de trabalho familiarizadas com ferramentas tecnológicas se tornam mais eficientes, agilizando fluxos de trabalho e entregas de projetos, reduzindo o tempo necessário para finalizar os mesmos.  

Como resultado, também se elimina o risco de que o projeto seja obsoleto ao final do processo, o que ocorre em fluxos de trabalho tradicionais e que não adotam a transformação digital.  

Uma ferramenta útil para se ter uma visão ampla sobre fluxos de trabalho é o Kanban. O Kanban foi idealizado pela Toyota, no Japão, com o objetivo de gerenciar o estoque em linhas de produção. Mas sua eficiência conquistou outros setores e hoje ele é um dos frameworks ágeis mais relevantes. 

São diversos os aplicativos de gestão de tarefas que se baseiam na estrutura do Kanban: Trello, Monday, Slack, entre outras. Mas, para melhor visualização, as tarefas são divididas em colunas, geralmente Fazer, Fazendo e Feito e ajudam a entender quais são as tarefas e projetos dos times.

Exemplo de um Kanban simples

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Otimizar recursos

O uso de ferramentas analíticas permite a otimização do conteúdo, tempo e recursos financeiros investidos em projetos. Além disso, possibilita que decisões importantes sejam baseadas em dados e estratégias sólidas. Uma campanha online que não vai bem pode ser ajustada assim que se nota o mau desempenho, economizando recursos financeiros.

Uma das ferramentas mais relevantes é o Google Analytics, sistema de monitoramento de tráfego para site, loja virtual, blog, entre outros.

Criar vantagem competitiva para o negócio  

Primordialmente, empresas atentas aos movimentos e demandas do mercado tendem a se tornar mais relevantes, atraindo ou retendo clientes e identificando novas oportunidades de renda.  

Assim, o uso da tecnologia e a adoção de práticas da transformação digital tornam-se vantagens competitivas em relação aos concorrentes.  

A Netflix, uma das empresas de streaming mais lucrativas do mundo, usou a tecnologia a seu favor, no tempo certo, revolucionando seu negócio. Fundada em 1997, a Netflix começou suas operações como uma locadora de filmes. Você acessava o site, escolhia os filmes e eles eram entregues na porta da sua casa. Assim, o modelo de assinatura veio em 1999 e foi um marco na história da empresa.

Todavia, esteve atenta aos movimentos do mercado e ao aumento do acesso à internet, a Netflix evoluiu até chegar ao modelo que conhecemos hoje: uma plataforma de streaming que também produz conteúdo próprio e está presente em mais de 100 países.

Os principais desafios da transformação digital 

Quando se promove a transformação digital, é comum deparar-se com desafios e até resistências em relação às mudanças que estão por vir. Então, confira as principais situações que podem surgir ao longo do processo: 

Diminuir resistência às mudanças 

É comum deparar-se com resistências às mudanças, especialmente dos funcionários que têm muito tempo de casa. Após muitos anos realizando tarefas da mesma forma, é difícil adotar novas formas de se trabalhar.  

Por isso, é importante engajar a liderança no processo, uma vez que pessoas em cargos-chave podem fazer toda a diferença na gestão. Elas têm a chance de engajar e direcionar seus liderados rumo à transformação digital. 

Em contrapartida, quando não há alinhamento e concordância, impasses são criados com a liderança, que podem impedir processos e o uso de novas ferramentas. 

Identificar a maturidade digital da empresa 

A maturidade digital é um conceito para se entender o quanto uma empresa está adaptada ao uso de ferramentas digitais no seu dia a dia. Bem como, ela é um processo contínuo e serve para medir o nível de transformação digital de uma empresa. Ou seja, ela tem um início, mas não uma linha de chegada.

Assim, descobrir em qual estágio da maturidade digital a empresa se encontra é essencial para saber quais as mudanças devem ser priorizadas.  

Para ajudar nessa tarefa, a Mooven Consulting desenvolveu uma ferramenta gratuita para fazer um diagnóstico da maturidade digital do seu negócio e ainda comparar com referências do mercado.  

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Preparar os colaboradores 

A transformação digital traz mudanças profundas, inclusive na cultura organizacional de uma empresa. Mas, muitas vezes, essas rupturas podem trazer medo e insegurança, especialmente nos funcionários que fazem parte do time há muito tempo. 

Por isso antes de investir em ferramentas, é preciso capacitar os colaboradores que serão impactados pela transformação digital

Prepare os colaboradores sobre as mudanças que estão por vir e como elas afetam a organização. Se necessário, faça contratações de pessoas que podem auxiliar na transição, ou invista no treinamento das pessoas que já integram o time, por exemplo.

Transformação digital não pertence apenas ao setor de TI 

Por muitos anos, a área de tecnologia foi vista como um mero setor técnico, que serve a outros setores, mas esta não é mais a realidade.  

Um dos principais desafios da transformação digital é levar o processo para fora da área de tecnologia, fazendo com que ela ande lado a lado com outros setores. 

Essa aproximação é muito positiva, uma vez que os principais negócios que surgiram nos últimos anos são em sua essência digitais: Netflix, Uber, Nubank.

Uma empresa atenta às tendências tecnologias amplia seu campo de atuação, gerando novas oportunidades de negócios e de desenvolver produtos e serviços que se conectam com seus clientes.

O que não pode faltar em uma transformação digital de sucesso? 

Para uma transformação digital de sucesso, alguns itens essenciais não podem ficar de fora. Então, descubra quais são eles no e-book gratuito elaborado pela Mooven Consulting.

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3 mitos sobre a transformação digital 

Muitos mitos envolvem a transformação digital, mas é preciso deixar esses estigmas para trás em busca de mudanças necessárias para o negócio se atualizar. Confira os 3 maiores mitos que envolvem a transformação digital. 

1º mito: Transformação digital é só sobre tecnologia 

Há uma confusão em relação à transformação digital, limitando sua atuação apenas no que envolve tecnologia, como adquirir novas ferramentas ou aumentar a presença nas redes sociais. 

Seja como for, apesar da tecnologia ser a base da transformação digital, ela não é o único fator. Assim, uma transformação digital de sucesso aborda desde o planejamento estratégico do negócio até o comportamento do mercado, passando pela cultura organizacional. 

A transformação digital vai além de ter presença nas redes sociais e adotar novas ferramentas de trabalho. 

2º mito: Transformação digital é um investimento arriscado 

A transformação digital não precisa envolver um investimento financeiro maciço em tecnologia.   

É possível atuar em uma série de iniciativas menores e, ainda assim, obter resultados relevantes para o negócio. Investir em um bom planejamento estratégico pode fazer toda a diferença na administração dos recursos direcionados à transformação digital. 

3º mito: Transformação digital acabará com empregos 

Com o surgimento de novas tecnologias e a evolução da sociedade, é natural que algumas funções deixem de existir. Por outro lado, a transformação digital também cria novas funções e demandas no mercado de trabalho.  

Ao invés de enxergar a automação de processos e o uso da robótica como inimigos, é preciso capacitar os profissionais para que eles ganhem habilidades relacionadas ao uso da tecnologia e resolução de problemas.  

Confira algumas profissões que surgiram por conta da tecnologia 

  • Desenvolvedor de software 
  • Analista de Big Data 
  • Especialista em segurança da informação 
  • Analista de marketing digital 

Case: Tornando a negociação de dívidas mais digital 

Assim, para finalizar, nada melhor do que um exemplo prático que te ajude a enxergar quais as soluções que a transformação digital traz em um negócio. Já imaginou aumentar 30% da conversão com apenas uma ferramenta?

Um dos nossos clientes do setor de crédito tinha um grande desafio em mãos: tornar a negociação de dívidas mais digital. 

 
O desafio do cliente 
Então, construir a melhor solução de recuperação de crédito do mercado, que proporcione a melhor experiência de negociação de dívida para o consumidor e que promova um faturamento relevante para a empresa. 

Solução apresentada pela Mooven 

Com a melhoria no tratamento dos dados recebidos dos credores, que por meio de Analytics, validam os dados de contato dos devedores, que recebem um link do portal de negociação de dívidas, onde lhes é possível verificar o valor total da dívida, os descontos e por fim, firmar acordo com a emissão do boleto. 

Resultados de sucesso 

Por fim, o canal digital possibilita ao devedor, analisar a proposta e negociar suas dívidas, sem a exposição das chamadas telefônicas de cobrança. Assim, a possibilidade de fazer o seu acordo a partir do seu computador ou celular, em seu primeiro mês de operação, o canal gerou receita para empresa, alcançando 30% de taxa de conversão. 

A sua empresa já está ou gostaria de lidar com os desafios da transformação digital? Conheça as soluções que a Mooven oferece e descubra como podemos ajudar o seu negócio! Entre em contato.   

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A transformação digital no processo de Turnaround

transformação digital
Você sabe o que é transformação digital?
Antes de falarmos sobre transformação digital, darei início sobre o processo de Turnaround.
Em primeiro lugar, o Turnaround ou reestruturação estratégica do negócio pode ser entendido como um conjunto de medidas financeiras, jurídicas e operacionais. Ele permite que a empresa se reorganize, consiga renegociar suas dívidas e possa se reerguer economicamente, retomando o caminho do crescimento. 
Sobretudo, elaborar um minucioso diagnóstico estratégico e desenvolver um plano de ação que viabilize a superação da crise, possibilita a preservação da empresa, sua função social e o estímulo à atividade econômica. 

A ineficiência do processo de Turnaround tradicional

O sintoma mais comum da crise se manifesta no caixa, quando o empresário começa a passar por dificuldades financeiras para manutenção do giro do negócio e dos investimentos necessários. 

Primeiramente, esse, geralmente, é o primeiro sintoma da crise. Que, não raro, acoberta problemas muito mais graves, mas geralmente não percebidos. Como a falta de margem de contribuição dos produtos, queda de venda por mudança de mercado, obsolescência dos produtos e/ou processos produtivos ineficientes.

Nesse sentido, não só deixam de gerar o retorno esperado, mas trazem prejuízos recorrentes ao empreendimento, desaguando sempre, no primeiro sintoma, a crise financeira.

A princípio, o grande problema do método convencional de turnaround é que ele se baseia na metodologia tradicional de diagnóstico e planejamento burocrático e pouco maleável para enfrentamento da crise. Geralmente muito lento, com horizonte muito longo e sem a eficiência necessária para socorrer a empresa que está se afogando na crise muito rapidamente. Ou seja, logo, as estatísticas demonstram que poucas empresas conseguem superar a crise e sair do processo de turnaround

Ao contrário da metodologia tradicional, um processo eficiente de turnaround precisa ser assertivo, ágil, com resultados rápidos para enfrentamento da crise. Ao mesmo tempo, colocar a empresa nos trilhos do crescimento novamente sem demora e, nisso, as modernas técnicas inerentes à Transformação Digital demonstram ser as ferramentas mais adequadas para alcançar os resultados esperados, por exemplo. 

Cultura, tecnologia, propósito definido, agilidade, e cliente no centro do negócio.

Engana-se quem acha que Transformação Digital se limita a TI, softwareapp ou web

Certamente, a Transformação Digital busca desenvolver mudanças de mentalidade e mudanças de paradigma que vêm sendo adotadas pelas grandes empresas do mundo. Isso acelera as mudanças corporativas e dá eficiência aos processos, englobando mudança de cultura, operações e entrega de valor. O que se busca é a assertividade dos investimentos e retornos rápidos com técnicas de agilidade corporativa. 

Assim, com um mergulho de imersão e descoberta focado em desvendar o problema e criar as soluções, um bom trabalho de Transformação Digital consegue fazer um diagnóstico das necessidades da empresa em no máximo quatro semanas (duas sprints).

Portanto, é importante extrair as seguintes informações necessárias e urgentíssimas para um processo completo de turnaround:

Avaliação do ambiente atual – Business Assessment;

Decomposição da visão para o negócio (quem somos, Value Proposition, estratégia, produtos, personas); 

Target Operating Model;

Mapa de OKRs;

Jornada Digital WoW;

Mapa de Tribos, Squads, Guilds e Chapters, com a visão do capacity x papéis/ competências;

Backlog inicial, priorizado (por estruturas – em alto nível);

Análise de prontidão das estruturas e Plano de ações a serem executadas. 

Esse plano de ações pode impactar os seguintes pontos nevrálgicos da empresa

  1. Definir a Estratégia, insight e objetivos de resultado claros para sucesso do negócio;
  2. Definição do usuário, seu perfil e suas necessidades (UX) para engajamento, conversão e satisfação dos clientes;
  3. Estruturação dos processos e práticas de trabalho das equipes para agilidade e eficiência;
  4. Organização de papéis, responsabilidades e competências dos colaboradores para fluidez, agilidade, eliminação de silos e especialização;
  5. Determinar prioridades para fazer o que é certo na hora certa;
  6. Definição e ferramentas de automação para simplificação e modernização dos processos;
  7. Implementação de métricas e governança para transparência, controle e tomada de decisões assertivas;
  8. Desenvolvimento das competências técnicas e comportamentais da força de trabalho, alinhado à estratégia de negócio para alinhamento e engajamento dos colaboradores (buy-in). 

Conclusão sobre a transformação digital

Em suma, a partir da definição do backlog de prioridades e da definição do Plano de Ação a ser executado, a cada duas semanas (uma sprint) entrega-se resultados contínuos iterativos, conforme a definição do que é mais urgente para que a empresa consiga se recuperar mais rapidamente e efetivamente. Assim, dando a volta por cima criando um novo horizonte para seu futuro com mais margem e vitalidade.   

Certamente, isso não quer dizer que o método convencional de planejamento estratégico para o turnaround seja completamente ineficiente.

No entanto, apenas que o mundo dinâmico atual exige ferramentas complementares mais ágeis e assertivas, sob pena de as empresas não acompanharem a evolução do mercado na velocidade que necessitam para se manterem vivas e competitivas. 

Gostou do nosso artigo? Portanto, siga nossas redes sociais e continue aprendendo conosco.

Mindset Digital e Comunicação Corporativa

A transformação digital coloca a tecnologia na estratégia do negócio e isso traz muitas mudanças para a organização.

Leia mais: Transformação digital, fator de sobrevivência para o seu negócio 

A transformação digital é um processo contínuo, que rompe com hábitos dentro de uma empresa e precisa da adesão dos colaboradores. Por isso, ao adotar uma transformação digital, todos os envolvidos no processo também devem evoluir a sua forma de pensar, e o mindset digital deve ser trabalhado na comunicação corporativa.  

O que é mindset?

Mindset diz respeito a forma como pensamos e olhamos para as situações do cotidiano e orienta as nossas decisões. Ao adicionar a palavra digital, temos uma nova definição: 

Mindset digital é um modo de pensar e agir voltado para a tecnologia e como ela impacta positivamente o negócio. 

Em uma empresa em transformação digital, reforçar a comunicação corporativa em prol do mindset digital é uma estratégia que gera resultados como: 

  • Colaboradores com iniciativa para propor mudanças 
  • Fluxo de trabalho menos burocrático 
  • Produtividade  

Mas acima de tudo, é possível engajar colaboradores e unir as equipes em busca de um mesmo objetivo: a transformação digital para benefício do negócio! 

Confira algumas iniciativas que podem ajudar a reforçar o mindset digital por meio da comunicação corporativa: 

Invista em mensagens claras 

As mudanças causadas pela transformação digital são benéficas, mas podem trazer insegurança e muitas dúvidas, especialmente porque exigem uma nova forma de pensar e resolver problemas.

Para que essas mudanças sejam positivas, é preciso construir uma comunicação transparente com as equipes envolvidas, evidenciando a importância de cada mudança, assim como um passo a passo para que ela seja implementada com sucesso.  

Por isso, é importante investir em uma comunicação corporativa que usa mensagens diretas e didáticas. Reforce como o mindset digital traz benefícios para o dia a dia e também para o desenvolvimento dos colaboradores.

Simplifique os termos ligados à tecnologia ou forneça materiais explicativos, workshops e treinamentos que desmistifiquem o assunto. Assim, a imersão no tema pode ser feita de maneira mais tranquila. 


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Envolva os colaboradores 

Abrir um canal de comunicação para que os colaboradores se sintam bem-vindos a compartilhar ideias e opiniões. Esses insumos eventualmente tornam a transformação digital ainda mais potente, uma vez que essas pessoas lidam diariamente com os processos da empresa.

Também é importante deixar claro o papel de cada colaborador na mudança e traçar metas claras para as equipes. 

Mudanças profundas podem exigir um trabalho dedicado, como o que a Gestão de Mudança Organizacional oferece. Dado o cenário, o objetivo da gestão de mudança organizacional ágil é auxiliar as empresas em processos de transição, percorrendo o caminho da transformação. Leia mais sobre o assunto no artigo Gestão de Mudança Organizacional Ágil- 5 razões para adotar a prática.

Comunique resultados 

Se os objetivos traçados são alcançados, comunique à equipe! As conquistas do dia a dia são importantes para alimentar a segurança e otimismo em relação ao mindset digital e às mudanças que estão acontecendo.

Adote o hábito de informar pessoalmente ou via newsletter corporativa, redes sociais internas que fazem parte da comunicação da empresa.


A sua empresa já está ou gostaria de lidar com os desafios da transformação digital? Conheça os serviços que a Mooven oferece e descubra como podemos ajudar o seu negócio! Entre em contato.  

Como a transformação digital mudou a experiência do cliente?

O consumidor moderno é muito mais informado, exigente e digital, por conta da popularização da tecnologia.  Essa mudança de comportamento forçou diversos setores a adotarem a transformação digital no seu relacionamento com o cliente.

Para que as empresas continuem relevantes para o seu público-alvo, é preciso repensar o papel da tecnologia na organização, proporcionando uma experiência mais personalizada e assertiva. 

Quer saber mais sobre a transformação digital? Então leia o artigo: Transformação digital, fator de sobrevivência do seu negócio.

A seguir, entenda como a transformação digital pode mudar completamente a experiência do cliente.  

Ampliação dos canais de atendimento

Até pouco tempo, para o consumidor cancelar uma compra ou até mesmo tirar uma simples dúvida, o telefone era a única opção. Muitas vezes, as ligações eram intermináveis ou improdutivas, caras para a empresa e desestimulantes para os usuários. 

A transformação digital trouxe a ampliação dos canais de atendimento, mudando complemente o contato entre empresas e clientes. Hoje, é possível contar com novos canais digitais, como o WhatsApp, Facebook, Instagram, chatbox, entre outros.  

Algumas ferramentas permitem o uso de assistentes virtuais, que funcionam 24h por dia e, em poucos cliques, facilitam o atendimento ao cliente. Na maioria das vezes, sem contato humano envolvido.  

Leia mais sobre o tema em: A experiência do consumidor final otimizada pelo uso da tecnologia

Experiência personalizada para o cliente 

O consumidor moderno tem expectativa alta em relação aos produtos e serviços que as empresas oferecem. Ele conhece as suas opções, além de ter ciência do que pode fazer com a tecnologia. Esse é um dos aspectos que a sua empresa deve levar em consideração quando pensa na transformação digital voltada à experiência do cliente.

Para oferecer mensagens direcionadas, é preciso adotar estratégias de marketing baseadas no uso de dados. Os canais digitais mais comuns para coleta e uso dessas informações são: 

  • Newsletter; 
  • Redes sociais,
  • Mensagens de texto.

Eles são imprescindíveis nesta etapa, uma vez que é possível mensurar o engajamento dos consumidores nas plataformas, importante fator para a tomada de decisões. 

Assim, é possível personalizar a experiência do consumidor, uma vez que ele é reconhecido pelo seu nome, tem o seu histórico de compras armazenado e recebe sugestões de produtos similares às compras anteriores. 

User Experience é fundamental 

Em uma estratégia de transformação digital voltada à experiência do usuário, o User Experience tem papel fundamental. O UX parte do princípio que usuário está no centro de todo o processo, para que suas necessidades sejam atendidas, criando uma experiência simples, elegante e fácil de usar.  

O UX considera todas as interações do usuário final com as empresas. Quanto mais agradável é o ambiente construído, mais tempo o usuário tende a passar ali, além de se tornar mais aberto a novos produtos, fidelizando-se à marca. 

Por exemplo, uma página que foi pensada com design responsivo, não afeta o carregamento do seu conteúdo, o que beneficia a experiência do cliente. Caso contrário, ele pode passar adiante, em direção ao concorrente, em poucos cliques. 

Experiência do usuário: 5 práticas essenciais

A sua empresa já está ou gostaria de mudar a experiência do cliente por meio da transformação digital? Conheça os serviços que a Mooven oferece e descubra como podemos ajudar o seu negócio! Entre em contato.  

Transformação digital: fator de sobrevivência para o seu negócio

Em tempos de mudanças constantes que exigem adaptação e inovação, a transformação digital deixou de ser um diferencial para se tornar um fator vital, que garante a sobrevivência dos negócios.  

Empresas que absorvem a cultura digital tendem a liderar o seu mercado e sair na frente da concorrência, ganhando produtividade, dinamismo e aumentando a qualidade dos serviços oferecidos. Já as que não se adaptam, tendem a perder sua relevância e desperdiçar recursos valiosos, como tempo e investimento financeiro.  Mas afinal, o que é transformação digital e por que ela é vital para o seu negócio? 

O que é transformação digital? 

O termo transformação digital ganhou popularidade, mas sua prática vai além da presença nas redes sociais e o uso de softwares avançados do mercado, entre outros recursos tecnológicos.  

Na Mooven Consulting, acreditamos que o princípio da transformação digital é levar a tecnologia para o centro estratégico do negócio. 

Partindo dessa definição, o negócio aumenta a sua produtividade e garante a sua relevância no mercado. Conheça também os princípios da transformação ágil.  

Vantagens da transformação digital 

As vantagens da transformação digital são inúmeras, além de garantir a sobrevivência do negócio. Confira alguns dos ganhos que ela pode trazer ao seu negócio.

Aumentar a eficiência do negócio 

A automatização de processos contribui para a eficiência do produto ou serviço, diminuindo os custos do mesmo. Essa automatização elimina etapas burocráticas do dia a dia e pode ser feita usando ferramentas simples, como formulários digitais, plataformas de disparo de e-mail marketing, entre outros. Além disso, pode ser monitorada em tempo real via métricas, facilitando os ajustes e melhorias no seu negócio.

Transformar a experiência dos clientes 

Para reter clientes, é preciso tornar a experiência desse usuário cada vez mais inteligente, personalizada e eficiente. Essa otimização pode ser feita por meio de inteligência artificial, Big Data, entre outras ferramentas presentes em uma estratégia de transformação digital. Essas ferramentas, fundamentadas em dados, trazem insights que levam ao aperfeiçoamento de produtos e serviços. Como propor a melhor experiência ao usuário? Saiba como começar uma estratégia de User Experience (UX). 

Agilizar fluxos de trabalho 

Equipes de trabalho familiarizadas com ferramentas tecnológicas se tornam mais eficientes, agilizando fluxos de trabalho e entregas de projetos, reduzindo o tempo necessário para finalizar os mesmos. Por consequência, também se elimina o risco de que o projeto seja obsoleto ao final do processo, o que ocorre em fluxos de trabalho tradicionais e que não adotam a transformação digital. 

Economizar tempo e dinheiro 

Ao adotar ferramentas da transformação digital, sua equipe pode otimizar o tempo investido diariamente, assim como os recursos investidos, uma vez que as decisões são baseadas em dados e estratégias sólidas, que podem ser ajustadas em tempo real. 

Criar vantagem competitiva para o negócio 

Empresas atentas aos movimentos e demandas do mercado tendem a se tornar mais relevantes, atraindo ou retendo clientes ou identificando novas oportunidades de renda. Assim, o uso da tecnologia e a adoção de práticas da transformação digital tornam-se vantagens competitivas em relação aos concorrentes. 

A sua empresa já está ou gostaria de lidar com os desafios da transformação digital? Conheça os serviços que a Mooven oferece e descubra como podemos ajudar o seu negócio! Entre em contato.  

Leia mais sobre o assunto no artigo completo: Transformação Digital

Os 9 principais indicadores da área de TI e como devem ser mensurados

Há algum tempo, a TI (Tecnologia da Informação) deixou de ser uma área apenas de suporte técnico, transformando-se em uma peça-chave para o sucesso das empresas. Para que ela seja estratégica, porém, é necessário acompanhar alguns indicadores de TI essenciais para medir a efetividade das ações.

Uma gestão, independentemente da área, precisa ser pautada por métricas extremamente realistas, que deem um diagnóstico do seu desempenho atual. A maior frequência na análise dos indicadores de TI aumentará a eficiência e auxiliará na identificação de oportunidades para o empreendimento, favorecendo o potencial de crescimento e, com isso, os lucros.

Seja uma deficiência entre os funcionários, seja um problema de atendimento, a análise pode auxiliar os gestores no destaque dos principais setores de preocupação quando se fala na capacidade de TI da empresa. Quer saber quais são os indicadores recomendados? Continue a leitura!

1. Tempo para desenvolver novos projetos

Os projetos de TI estão totalmente relacionados à capacidade que a Tecnologia da Informação tem de entregar valor para a empresa. Por isso, contar com um indicador que vai mostrar a quantidade de novos projetos que o setor desenvolveu é imprescindível para comprovar resultados.

Quanto mais a área de TI estiver envolvida em projetos estratégicos, mais relevante ela vai ser para o negócio. Afinal, é apenas por meio de novas ideias que se torna possível implementar mudanças.

2. Tempo médio de atendimento

O TMA (Tempo Médio de Atendimento) corresponde ao tempo que sua equipe de TI leva para resolver um chamado. Trata-se de um dos indicadores mais relevantes a serem considerados, já que demonstra a capacidade de realização do seu time.

Se há muita demora no atendimento, talvez seja preciso contratar novas pessoas ou, ainda, fazer um treinamento interno para que os colaboradores saibam usar a tecnologia com mais segurança.

3. Custo por homem por hora

É necessário demonstrar à gestão qual é o valor do trabalho dos seus funcionários. Para tanto, nada melhor do que medir claramente que retorno a equipe traz ao negócio.

Dessa forma, você vai ter como assegurar que o profissional está dedicado à execução de projetos relevantes, ao desenvolvimento de soluções e a outras ações que acabam contribuindo indireta ou diretamente com a rentabilidade da empresa.

O indicador também pode ser fundamental para tomadas de decisões estratégicas. Um exemplo claro disso é quando você percebe que há um profissional da sua equipe gastando tempo com funções operacionais que podem ser terceirizadas. O que acontece é que o seu custo é bem mais alto do que se você fosse contratar um técnico por fora.

4. Número de tickets abertos

Chamados ou tickets são os pedidos feitos por usuários de determinado tipo de tecnologia que sua organização oferta — seja para o público externo, seja para o interno. Alguns exemplos são o funcionário que necessita da instalação de um software específico ou o consumidor que contrata um sistema de gestão desenvolvido pelo seu negócio e precisa de manutenção.
Lembre-se de que, quanto maior for a quantidade de chamados, menos eficiente sua equipe vai ser. Acompanhar esse indicador de TI é indispensável para entender como anda a qualidade dos serviços e a produtividade do time de tecnologia.

5. Incidentes de segurança

A segurança da informação é uma grande preocupação nos dias atuais. O número de dados que uma organização gera exige um cuidado muito especial da TI para que a privacidade dos clientes e do negócio não seja prejudicada.

Nesse sentido, um dos indicadores que não podem faltar é o de incidentes de segurança. Quantas tentativas de invasão ao servidor ou vírus foram registrados? Por quantas vezes os firewalls foram acionados? Já ocorreu vazamento de dados?

Essas e outras questões precisam ser respondidas para que o seu negócio desenvolva uma política de segurança da informação bem consistente, capaz de preservar o conhecimento corporativo armazenado.

6. Tipos de problemas/chamados

Além de monitorar o número de tickets abertos, é possível categorizá-los para compreender melhor quais são os problemas mais frequentes. Imaginando que o seu negócio ofereça um software como o serviço na nuvem, a indisponibilidade poderia ser uma das razões recorrentes de reclamação.

Ao classificar os tipos de chamados, acaba ficando mais fácil verificar ações corretivas e fazer melhorias no setor, conquistando aos poucos a confiança dos usuários.

7. Nível de qualidade do serviço

Medir a qualidade dos serviços que são prestados pela área de TI permite desenvolver medidas que visem aprimorar o atendimento de forma gradativa. Assim, a satisfação do consumidor final fica assegurada.

Uma organização que comercializa soluções que requerem suporte, por exemplo, pode mediar o nível de qualidade de serviço por meio de pesquisas rápidas com os consumidores após o atendimento. É isso o que as empresas de telefonia acabam fazendo, solicitando ao cliente que espere na linha para dar uma nota ao atendimento.

Outra forma de mensurar o indicador é estipular um SLA (Acordo de Nível de Serviço ou Service Level Agreement) e atrelar a ele várias métricas que, assim que somadas, possam representar a satisfação geral dos clientes com o serviço prestado.

8. NPS de TI

O Net Promoter Score é um indicador de performance que tem como propósito medir a taxa de lealdade dos clientes do negócio. Embora seja mais voltado para o público externo, o NPS também pode ser aplicado nos setores internos de uma empresa, principalmente no de TI.

Isso acontece porque a TI é basicamente uma prestadora de serviços e, da mesma forma que a companhia, tem seus próprios clientes (que são os outros departamentos de negócio). Ao mesmo tempo, o NPS tem reconhecimento por ser mais eficiente do que as pesquisas de satisfação, devido à simplicidade apresentada — o indicador é baseado especialmente em uma só pergunta e permite uma rápida implantação.

9. Retorno sobre o investimento

Toda a infraestrutura de Tecnologia da Informação adquirida e contratada é um investimento. Por isso, deve trazer retorno para o negócio — que pode ser traduzido em maior segurança, eficiência, escalabilidade de vendas e produtividade, entre outros quesitos que acabam levando ao mesmo lugar: a área financeira.

Se o setor de TI é eficaz, gera lucro para a organização. Isso vale mesmo quando o seu papel é somente o de assegurar que tudo esteja funcionando perfeitamente para que os demais departamentos gerem valor aos clientes.
Esses são os principais exemplos de indicadores de TI, mas pode haver muitos outros, uma vez que a definição vai variar de acordo com a necessidade de cada tipo de negócio. Por fim, não se esqueça de interpretar os dados no contexto antes de tomar suas decisões!

Gostou de saber mais sobre os principais indicadores de TI e quer continuar aprendendo? Então, continue seguindo nosso blog.
E se a sua empresa precisa de uma consultoria de transformação ágil ou transformação digital, entre em contato com a Mooven Consulting.

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Segurança de dados: a sua empresa está protegida?

A segurança de dados deve ser prioridade para a gestão empresarial. Afinal, o desenvolvimento tecnológico gerou diversas oportunidades para as companhias, mas também muitas possibilidades de ataques e crimes que colocam as informações em risco.

Para evitar problemas nessa área, é preciso definir um bom planejamento e organizar a TI com foco em inovação e dinamismo. Neste artigo, você vai aprender mais sobre esse tema e descobrir alguns insights relevantes para o seu negócio. Continue acompanhando!

A segurança de dados

Essa sempre foi uma preocupação para as empresas. Mesmo antes dos computadores, quando os documentos eram guardados em arquivos físicos, o foco era manter esses registros seguros contra danos e perdas, com controle de acesso e preservação em locais específicos.

Com o avanço tecnológico, a digitalização de informações tornou-se uma convenção, o que gerou novas discussões nessa área.

Basicamente, a segurança concentra os esforços da companhia na proteção dos dados empresariais contra ameaças internas ou externas. Esses documentos podem se referir aos clientes, bem como aos colaboradores. O objetivo é reduzir as vulnerabilidades e identificar falhas e erros que abrem brechas para crimes virtuais, como ataques de hackers.

A segurança está associada a uma gestão eficiente, que contempla todos os aspectos relevantes do negócio, gerencia riscos e planeja bem os investimentos. São três pilares: confidencialidade, integridade e disponibilidade. A seguir, examinaremos esses pontos.

Confidencialidade

A confidencialidade consiste em proteger e restringir o acesso a determinados documentos e arquivos. Ou seja, é a conscientização de que nem todos devem controlar dados pessoais, somente os que realmente precisam deles. Assim, a companhia garante que o uso seja feito de maneira responsável e assegura o cuidado com a privacidade.

Integridade

A integridade diz respeito à qualidade dos dados, ou seja, eles devem ser mantidos com a mesma clareza que tinham originalmente. A empresa deve evitar danos que corrompam essas informações.

Disponibilidade

Esse princípio está relacionado com a necessidade de uso dos arquivos. Eles devem estar disponíveis sempre que a organização precisar ou até mesmo o titular e não devem ser perdidos ou guardados em locais inacessíveis.

A importância de se preocupar com a segurança

É importante atentar para o valor que a informação possui. Atualmente, as corporações dependem fortemente dos dados para operar em suas atividades cotidianas, por isso o cuidado com eles é fundamental para que os processos aconteçam normalmente.

Ademais, em tempos competitivos e altamente tecnológicos, se importar com a segurança é dar um grande salto competitivo no mercado. Ou seja, a empresa que implementa normas e busca soluções para proteção consegue se destacar no meio de outras e gerar um valor diferenciado para os seus clientes.

Segundo pesquisa da ESET, 25% das organizações na América Latina não possuem uma política de proteção. Embora pareça uma preocupação global, ainda existem companhias resistentes.

A preservação da integridade, confidencialidade e disponibilidade das informações favorece a continuidade do negócio. Se a organização gerencia bem os seus dados, consegue manter os seus processos estáveis, o que gera lucro a médio e longo prazo.

Já a antecipação de riscos contribui com a produtividade e agilidade operacional, pois prepara a empresa antes para possíveis incidentes. Com isso, não há necessidade de parar tudo para solucionar transtornos inesperados.

As políticas de defesa também são úteis para organizar a corporação. Com o controle de acesso, por exemplo, é possível estipular responsabilidades específicas para cada colaborador e restringir permissões. Dessa forma, cada um sabe exatamente o que fazer e foca em sua função especificamente.

A relação da segurança com a privacidade

A importância da segurança está intimamente relacionada com a privacidade dos usuários internos e externos. Essa é uma preocupação comum atualmente, pois esse tema está em debate.

Com a aprovação da GDPR, lei que regula a questão na Europa, e a LGPD, a versão brasileira dessa norma, os limites das organizações estão sendo discutidos. É importante atentar para algumas regras gerais que devem orientar os processos.

A privacidade consiste na prevenção de ataques e incidentes para não expor as particularidades dos usuários, o que gera desconforto e insatisfação. O objetivo da companhia deve ser guardar os dados de seus clientes, utilizando-os apenas para o que foi acordado.

Por isso, é fundamental estabelecer transparência com os consumidores no uso de suas informações. As ações da companhia devem ser claras para os titulares e precisam contar com o consentimento deles. Assim, a gestão evita prejuízos futuros e otimiza a experiência das pessoas.

Para que o cuidado com a privacidade seja completo, as empresas devem mapear muito bem o uso de dados pessoais e estabelecer um acompanhamento rigoroso em todas as etapas de utilização e em todos os departamentos nos quais eles circulam.

Para reforçar a proteção e atender as prescrições com sucesso, a gestão deve tornar isso um objetivo de toda a organização, com o total apoio colaborativo de todos os membros.

Os impactos e prejuízos da falta de foco na segurança

A negligência com a segurança pode gerar fortes impactos nas finanças e na competitividade da empresa. Caso sofra com algum incidente e não tenha definido regras para tratar com essa situação, a companhia pode perder muitos clientes por falta de confiança.

Além disso, a imagem da marca é afetada, pois as pessoas geralmente comentam com as outras pessoalmente ou em redes sociais.

Existem também consequências concretas que afetam o balanço mensal. Se descumprir e violar normas de segurança e privacidade, a empresa pode ser severamente multada e ter de arcar com indenizações.

Isso sem contar a perda de tempo com paradas obrigatórias para que os incidentes sejam solucionados. A depender da profundidade do problema, esse gargalo produtivo pode se estender por muito tempo e acarretar muitas perdas de negócios.

Em um ataque hacker como o Ransomware, que rouba documentos e pede um resgaste para descriptografar, o objetivo é explorar uma brecha dos sistemas para sequestrar informações relevantes. Isso prejudica as operações diárias e gera caos em todos os setores da companhia.

Os casos de vazamento de dados

Existe também uma forma específica de crime virtual focado na exposição e na intimidação das vítimas: o vazamento de dados. Nesse tipo, os mal-intencionados roubam valores preciosos, como as senhas, e distribuem em locais abertos.

Recentemente, o Facebook enfrentou uma situação dessa natureza. Cerca de 87 milhões de dados foram vazados das bases da empresa e compartilhados indevidamente com outra corporação, a Cambridge Analytica.

Esse caso feriu os princípios da privacidade, pois a utilização das informações das pessoas foi baseada em intenções que não ficaram claras para elas. Isso gerou uma série de problemas de confiança para o Facebook, bem como complicações judiciais e éticas.

Isso deixa claro que até mesmo as grandes marcas não estão imunes às ações dos hackers. Esse tipo de criminoso tem conhecimento especializado que permite a exploração de brechas de maneira inteligente. 

Em 2016, o Uber teve 57 milhões de dados de usuários expostos, incluindo passageiros e motoristas. Como multa, a empresa teve de arcar com 148 milhões de dólares. Já em 2017, senhas do Netflix, LinkedIn e MySpace foram expostas em um arquivo criado e atualizado por hackers. 

A segurança da informação funciona como um alicerce para as empresas atualmente: o cuidado com ela mantêm as operações fortes e a saúde do negócio estável. É importante para que as finanças não sejam afetadas e para garantir a continuidade da companhia, de maneira eficiente. Tudo isso influencia na maneira como a organização se apresenta para seus clientes e na geração de valor para eles.

Gostou de entender a relevância da segurança de dados? Então, compartilhe este post em suas redes sociais e espalhe bom conteúdo por aí!

Entenda mais sobre blockchain e por que dominar esse conceito

Você sabe o que é blockchain? Trata-se de uma das tecnologias mais disruptivas da atualidade, que tem exercido um grande papel no contexto da transformação digital. Suas aplicações são variadas e ele pode ser útil para um negócio de diferentes maneiras. 

Refletindo sobre a importância do tema, elaboramos este post. Durante a leitura, você entenderá um pouco mais sobre seu conceito, seu histórico, como ele funciona na prática e algumas de suas principais vantagens. Vamos lá?

O que é blockchain?

O blockchain nada mais é do que um sistema de registro, desenvolvido para deixar transações digitais mais protegidas. Embora sua utilização seja bastante vinculada às operações envolvendo criptomoedas, como bitcoin e ethereum, ele já ganhou espaço em outros mercados e setores.

Atualmente, é usado para validar e registrar a autenticidade de documentos, por exemplo. Dentro dele, estão registradas todas as transações processadas no sistema. Não por acaso, o nome pode ser livremente traduzido como “cadeia de blocos” — um conjunto de informações registradas ligadas umas às outras.

Cada um dos blocos é público, isto é, todos os participantes da rede têm acesso. Entretanto, uma vez processados, eles não podem ser apagados ou alterados. Além disso, registros novos só podem ser feitos a partir de um processo de validação.

Como o blockchain surgiu?

O conceito surgiu em 2008, quase no mesmo momento em que o bitcoin dava seus passos iniciais. Ele apareceu pela primeira vez no artigo acadêmico “Bitcoin: Um sistema ponto-a-ponto de dinheiro eletrônico“, de Satoshi Nakamoto, que é para muitos o texto fundador da economia cripto. 

O bitcoin foi criado justamente em um cenário no qual se alastrava a crise econômica mundial mais forte do século XXI. Portanto, ele foi desenvolvido como uma alternativa para se prevenir do chamado gasto duplo e levar as transações para o ambiente digital. 

Porém, nessa “localidade”, os dados podem ser copiados, alterados e trocados. Assim, o blockchain foi elaborado para eliminar certos tipos de fraude que poderiam acontecer nas operações financeiras virtuais, de forma a dar mais segurança nas transações.

Como ele funciona?

Há uma grande cultura de inovação que sustenta o funcionamento do blockchain. Apesar disso, compreendê-lo não é tão difícil quanto parece. Como dissemos, as informações são armazenadas em blocos de dados. Em cada um, há uma espécie de assinatura digital, também conhecida como hash, que em muito se assemelha a uma impressão biométrica.

Essa característica, portanto, confere uma identidade única para o bloco em questão, atuando como uma garantia criptográfica de que as informações ali contidas não sofreram nenhuma violação. Se um novo bloco é criado, além de ter sua própria hash, ele também carregará a do anterior, o que aumenta consideravelmente a criptografia que o protege.

É por isso que os documentos e transações ali registrados são seguros. Afinal, mesmo um ataque coordenado por hackers teria imensa dificuldade para acessá-los e/ou corrompê-los. Para invadir o sistema, é necessário quebrar a criptografia de um bloco e de seu respectivo antecessor, sucessivamente.

Todos esses dados são gravados na chamada ledger, que é como se fosse um grande livro-razão. Nela, as informações gerais dos registros estão abertas para todos, mas vale lembrar que tudo é visualizado por meio de letras e números embaralhados.

Ou seja, não há como identificar nomes ou documentos, o que confere ainda mais segurança à tecnologia. Outro aspecto que colabora imensamente para que o blockchain seja sinônimo de proteção é o fato de ser um emaranhado de dados descentralizado.

Isso porque cada rede é formada por um grupo de máquinas independentes: elas podem estar em qualquer lugar do mundo e só precisam de uma conexão com a internet para funcionar. São esses computadores e smartphones que promovem uma auditoria em relação às transações registradas. 

Quais são as possibilidades do blockchain para os negócios?

Agora que você já sabe o que é blockchain e como ele funciona, é hora de entender quais são os benefícios e os desafios que ele pode trazer para o seu negócio. Veja os principais!

Ganho de confiabilidade e agilidade para transações financeiras

A entrada massiva dessa tecnologia em instituições financeiras mostra por quais motivos o blockchain pode ser de grande utilidade, já que dá mais segurança e rapidez às transações. Conforme publicado pelo portal de notícias G1, muitos bancos gigantes estão desenvolvendo processos para contar com um blockchain interno.

Alguns exemplos são o HSBC e o Bank of America. No cenário nacional, o Itaú Unibanco se mostra como um do mais relevantes adeptos à utilização da cadeia de dados. Em suma, sua inserção no contexto bancário visa à redução de trâmites burocráticos. 

Validação de documentos

Contratos, compras e vendas de imóveis e trocas de ações podem registradas no blockchain. Esses registros de autenticidade permitem que dois documentos sejam comparados. A partir disso, há como saber se um contrato foi alterado, uma cláusula foi retirada e assim por diante. 

Vale lembrar que não é possível identificar exatamente o que foi mexido, mas é perfeitamente viável saber que algum bit sofreu modificações. Inclusive, isso pode funcionar como uma sustentação jurídica, já que é possível apresentar uma prova de que um conteúdo (contrato, propriedade intelectual etc.) existia em algum momento nas mesmas condições. 

Melhoria nos processos

Um ambiente de trabalho colaborativo, que se vale de métodos ágeis para executar e planejar suas ações, tem muito a ganhar com essa tecnologia. Além de permitir que operações financeiras de qualquer ordem sejam registradas com mais segurança, ela também possibilita uma gestão mais eficiente de contratos.

Algumas plataformas especializadas na rede ainda oferecem o serviço de identidade blockchain, que é bastante útil para evitar fraudes e vazamento de informações. A maneira como o armazenamento de dados acontece é essencial para a prevenção contra atividades fraudulentas.

Redução de custos

A redução de custos operacionais também se torna uma realidade, tendo em vista que tudo corre com mais fluidez. Assim, diminui a necessidade de deslocamento físico. As taxas pagas aos intermediadores, como bancos e financeiras, também tende a cair significativamente.

Entender o que é blockchain pode até parecer complicado à primeira vista, mas o conceito é intuitivo e diz respeito a uma dinâmica diferente de transações financeiras que não pode ser ignorada. Afinal, ele é uma tendência que já virou realidade e entrará aos poucos em diversos setores, colaborando de inúmeras formas. 

Se você gostou do texto e quer se atualizar ainda mais, aproveite para saber um pouco sobre outras inovações tecnológicas que estão mudando os negócios e a sociedade!

Enfrentando e superando os desafios do desenvolvimento ágil de softwares

O desenvolvimento ágil de software é visto por muitas organizações como um método de extrema eficiência. No entanto, sua implementação pode gerar algumas dúvidas, não é mesmo? Afinal, quais seriam os principais obstáculos para aplicá-lo?

Foi pensando nisso que criamos este texto. Ao longo da leitura, você entenderá quais são os principais desafios dessa forma de desenvolver e o que pode ser feito para enfrentá-los. Aproveite o conteúdo!

Como funciona o desenvolvimento ágil?

Abertos às mudanças em qualquer fase do projeto, os modelos ágeis de desenvolvimento — Scrum, XP, ASD Crystal etc. — ganharam inúmeros adeptos durante o século 21.

Atualmente, são empregados por organizações que se destacam no mercado em relação a práticas inovadoras, como Google, Intel, Yahoo e Microsoft. A independência da equipe e foco na satisfação dos clientes são exemplificações nítidas dos benefícios que eles proporcionam. 

Quando aplicados à produção de softwares e soluções digitais em geral, eles viabilizam a elaboração de adaptações contínuas e incrementais para os projetos.

A visão ágil também contribui muito por definir prioridades específicas de acordo com o andamento dos processos. Assim, ocorrem entregas parciais, que possibilitam perspectivas prévias e a realização de testes para corrigir erros e alcançar os resultados esperados. 

Em poucas palavras, eles são mais recomendadas para desenvolvimentos que exigem mudanças com frequência ou cujos requisitos envolvidos são passíveis de alterações.

Também tendem a ser mais bem aproveitados em equipes pequenas, que têm até 10 integrantes — o que não quer dizer que eles não sejam aplicáveis em times numerosos. 

Quais os principais desafios do desenvolvimento ágil de softwares?

O desafio mais característico enfrentado pelas empresas que utilizam esses modelos é conseguir atingir por completo as expectativas de seus clientes.

Na maioria das vezes, isso acontece por uma questão de cultura organizacional, tendo em vista que muitos empreendimentos não se prepararam adequadamente para enxergar valor em entregas parciais.

Outro fator que ajuda a explicar esse impasse é o fato de a transformação digital ainda ser recente em muitas corporações. Assim, há certa dificuldade em conseguir demonstrar a eficiência que os métodos ágeis podem ter. 

Em algumas situações, o cliente pode querer ver algo pronto ou concretizado no projeto que está sendo desenvolvido. Contudo, grande parte das metodologias utilizadas (Scrum e afins), funciona a partir de entregas parciais e prioritárias, com o objetivo de chegar com agilidade ao MVP (Produto Viável Mínimo), que consiste no demonstrativo de funcionamento mínimo do software. 
 
Imagine um app com 10 funcionalidades, por exemplo. Nesse caso, há como priorizar e entregar as 3 principais e depois analisar quais serão entregues ao longo das etapas.

Depois disso, são feitas as entregas incrementais, que vão compondo o aplicativo até alcançar a versão final. Ao conhecer uma funcionalidade por vez, pode-se ter respostas e reações rápidas.

Sendo assim, é importante mostrar ao cliente que ele ganha tempo e pode chegar a um resultado bem mais satisfatório. Em contrapartida, a entrega não acontece de uma vez — o desenvolvim